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 UFG Vestibular de 2009 (Segundo semestre) - Primeira fase - Prova tipo 1

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UFG 1 IM E 31 IR /0 A E 5/ T 09 AP A TIPO PR Processo Seletivo 2009-2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOI S PR -REITORIA DE GRADUA O CENTRO DE SELE O PROVA QUEST ES L NGUA PORTUGUESA LITERATURA BRASILEIRA MATEM TICA BIOLOGIA F SICA GEOGRAFIA HIST RIA QU MICA L NGUA ESTRANGEIRA MODERNA 01 11 21 31 41 51 61 71 81 A A A A A A A A a 10 20 30 40 50 60 70 80 90 S ABRA QUANDO AUTORIZADO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRU ES 1. Quando for permitido abrir o caderno, verifique se ele est completo ou se apresenta imperfei es gr ficas que possam gerar d vidas. Em seguida, verifique se ele cont m 90 quest es. 2. Cada quest o apresenta cinco alternativas de resposta, das quais apenas uma a correta. Preencha no cart o-resposta a letra correspondente resposta assinalada na prova. 3. O cart o-resposta ser distribuido s 16 horas. Ele personalizado e n o haver substitui o, em caso de erro. Ao receb -lo, verifique se seus dados est o impressos corretamente; se for constatado algum erro, notifique ao aplicador de prova. 4. As provas ter o a dura o de cinco horas, j inclu das nesse tempo a marca o do cart o-resposta e a coleta da impress o digital. 5. A tabela peri dica dos elementos qu micos est dispon vel, para consulta, na segundacapa deste caderno. 6. Voc s poder se retirar definitivamente da sala e do pr dio a partir das 17h30min.

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7 6 5 4 3 2 1 Be 4 Mg 6,94 11 19 Ca 20 23,0 Sr 39,1 37 Ba 85,5 55 Ra 132,9 87 (223) A S mbolo Z (226) Fr 137,3 88 Cs 87,6 56 Rb 40,1 38 K 24,3 Na 9,01 12 Li 1,008 3 2 S rie dos Actin dios 89 - 103 Hf S rie dos Lantan dios (262) Db 180,9 105 Ta 92,9 73 Nb 50,9 41 V 23 5 (263) Sg 183,8 106 W 95,9 74 Mo 52,0 42 Cr 24 6 Ce 58 138,9 140,9 Pr 59 Th 90 232,0 Ac 89 (227) (231) Pa 91 S rie dos Actin dios 140,1 La 57 S rie dos Lantan dios (261) Rf 178,5 104 91,2 72 Zr 47,9 40 Ti 22 4 88,9 57 - 71 Y 44,9 39 Sc 21 3 238,0 U 92 144,2 Nd 60 (264) Bh 186,2 107 Re 98,9 75 Tc 54,9 43 Mn 25 7 (237) Np 93 (145) Pm 61 (265) Hs 190,2 108 Os 101,1 76 Ru 55,8 44 Fe 26 8 (244) Pu 94 150,4 Sm 62 (266) Mt 192,2 109 Ir 102,9 77 Rh 58,9 45 Co 27 9 (243) Am 95 152,0 Eu 63 195,1 Pt 106,4 78 Pd 58,7 46 Ni 28 10 (247) Cm 96 157,3 Gd 64 197,0 Au 107,9 79 Ag 63,5 47 Cu 29 11 30 (247) Bk 97 158,9 Tb 65 200,6 Hg 112,4 80 Cd 65,4 48 Zn 12 15 16 17 (251) Cf 98 162,5 Dy 66 204,4 Tl 114,8 81 In 69,7 49 Ga 31 27,0 Al 10,8 13 B 5 (252) Es 99 164,9 Ho 67 207,2 Pb 118,7 82 Sn 72,6 50 Ge 32 28,1 Si 12,0 14 C 6 (257) Fm 100 167,3 Er 68 209,0 Bi 121,8 83 Sb 74,9 51 As 33 31,0 P 14,0 15 N 7 (258) Md 101 168,9 Tm 69 209 Po 127,6 84 Te 78,9 52 Se 34 32,1 S 16,0 16 O 8 (259) No 102 173,0 Yb 70 (210) At 126,9 85 I 79,9 53 Br 35 35,5 Cl 19,0 17 F 9 (260) Lr 103 175,0 Lu 71 (222) Rn 131,3 86 Xe 83,8 54 Kr 36 39,9 Ar 20,2 18 Ne 4,00 10 He 2 14 1 H 13 18 1 CLASSIFICA O PERI DICA DOS ELEMENTOS (com massas at micas referidas ao is topo 12 do carbono)

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 L NGUA PORTUGUESA QUEST O 02 Leia o texto para responder s quest es de 01 a 03. O texto tece uma cr tica a um comportamento t pico da sociedade atual. Que comportamento esse? Como mesmo o nome? Levou o manequim de madeira festa porque n o tinha companhia e n o queria ir sozinho. Gravata bordeaux, seda. Camisa pregueada, cambraia. Terno riscado, l . Tudo de bom. Suas melhores roupas na madeira bem talhada, bem lixada, 5 bem pintada, melhor corpo. S as meias um pouco grossas, o que por m se denunciaria apenas se o manequim cruzasse as pernas. Para o nariz firmemente obstru do, um len o no bolsinho. [...] Sorridentes, os donos da casa se declararam encantados por ele ter trazido um amigo. 10 Os amigos dos nossos amigos s o nossos amigos disseram saboreando a generosidade da sua atitude. E o apresentaram a outros convidados, amigos e amigos de nossos amigos. Todos exibiam os dentes em am vel sorriso. Recebeu o copo de u sque, sua senha. E foi colocado no can15 to esquerdo da sala, entre a porta e a c moda inglesa, onde mais se harmonizaria com a decora o. [...] A pr pria dona da casa ocupou-se dele na refrega de gentilezas. Trocou-lhe o copo ainda cheio e suado por outro de puras pedras e mbar. Atirou-se conversa sem preocupa es 20 de tema, cuidando apenas de mant -lo entretido. [...]. Um doutor enalteceu-lhe a mod stia. Um senhor acusou-lhe a emp fia. E o jovem que o segurou pelo bra o surpreendeu-se com sua r gida for a viril. Nenhum suor na testa. Nenhum tremor na m o. Sequer uma 25 ponta de t dio. Imperturb vel, o manequim de madeira varava a festa em que os outros aos poucos se descompunham. (A) A supervaloriza o dos atributos intelectuais. (B) O excesso de gentileza espont nea. (C) A busca pelo consumismo exagerado. (D) O desprezo pelas regras de etiqueta. (E) A superficialidade das rela es pessoais. QUEST O 03 Na caracteriza o do manequim de madeira, o termo S , na linha 5, marca uma (A) contradi o entre seus gostos simpl rios e os gostos sofisticados do amigo. (B) oposi o entre o que ele e o que ele foi preparado para aparentar ser. (C) nega o da tarefa de acompanhar o amigo a um evento social. (D) retomada de sua capacidade de adapta o a diferentes contextos sociais. (E) d vida quanto escolha de um figurino que seja apropriado para a festa. Leia a charge para responder s quest es de 04 a 07. J n o eram como tinham chegado. As mechas escapavam, amoleciam os colarinhos, secre es escorriam nas peles pegajosas. S os sorrisos se mantinham, agora descorados. 30 No rel gio torneado do pulso rijo a festa estava em tempo de acabar. [...]. Mais tarde, a dona da casa, tirando a maquilagem na paz final do banheiro, dedos no pote de creme, comentava a festa com o marido. 35 Gostei concluiu alastrando preto e vermelho no rosto em nova m scara gostei mesmo daquele convidado, aquele atencioso, de terno riscado, aquele, como mesmo o nome? COLASSANTI, M. O leopardo um animal delicado. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 131-133. QUEST O 01 O boneco adquire durante a festa aspectos da personalidade humana. Essa personifica o constru da com base (A) nas atitudes soberbas do boneco para com os demais convidados da festa. (B) na refer ncia sua amizade com os anfitri es e com os demais convidados da festa. FOLHA DE S.PAULO. S. Paulo, 14 jun. 2008. p. A2 QUEST O 04 Analisando as imagens e as falas na charge, conclui-se que a express o eu quero poliss mica porque seu sentido estabelecido conforme (A) a postura pol tica exigida pelos interlocutores. (C) na valoriza o de sua beleza f sica comparada com a dos demais convidados. (B) as cren as religiosas das personagens em cena. (D) nas caracter sticas de diferentes tipos humanos traduzidas nos julgamentos dos convidados. (D) o lugar ideol gico de cada sujeito enunciador. (E) na exalta o das fraquezas humanas demonstradas pelo manequim de madeira. (C) o valor dos objetos adquiridos pelos fregueses. (E) o estilo art stico criado pelo pintor.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 05 Observando as falas na charge, correto afirmar que a mudan a de significado dos objetos encomendados se d pela (A) repeti o dos substantivos referentes encomenda. (B) substitui o dos artigos indefinidos por definidos. (C) qualifica o da personagem com adjetivos depreciativos. (D) grada o por meio de adv rbios na descri o da cena. (E) sucess o de um verbo de a o por um de estado. QUEST O 06 No primeiro quadro da charge, para demonstrar que tanto o locutor quanto o interlocutor possuem familiaridade com a arte, foi utilizada como recurso a (A) meton mia. (B) sinestesia. (C) catacrese. (D) ant tese. (E) prosopop ia. QUEST O 07 Considerando que a charge tece uma cr tica aos problemas da realidade, pode-se afirmar que o segundo quadro da charge relaciona-se ao seguinte trecho de not cia: (A) A Pol cia Federal tentar descobrir se as pedras preciosas vendidas por E. R. S. para os policiais civis do Deic e Denarc t m origem legal ou se elas foram extra das de garimpos clandestinos nas regi es Centro-Oeste e Norte do Brasil. (Folha de S. Paulo, 13 jun. 2008. p. C4) (B) Os policiais civis A. P. e J. R. A. s o acusados de ter sequestrado o enteado de M. C., chefe do PCC, e ter exigido R$ 300 mil para n o prend -lo. Tamb m foram denunciados por negociar fuga de traficante da delegacia de Suzano. (Folha de S. Paulo, 13 jun. 2008. p. C4) (C) Para M. A., Diretor da Pinacoteca do Estado de S o Paulo, a quest o : o que leva as pessoas a fazerem esses roubos? S o obras conhecidas que obviamente nunca v o poder ser comercializadas legalmente. Temos que nos perguntar quem est por tr s disso . (Folha de S. Paulo, 13 jun. 2008. p. C3) (D) O advogado do tenente V. G. M. A., suspeito de comandar os militares que entregaram os jovens a traficantes, afirmou que seu cliente n o sabia que eles seriam mortos pelos traficantes. (Folha de S. Paulo, 18 jun. 2008. p. C3) (E) Uma opera o da Pol cia Federal prendeu 40 suspeitos de participa o em uma quadrilha de contrabandistas. Os suspeitos ser o indiciados por contrabando e descaminho, forma o de quadrilha e tr fico internacional de arma de fogo. (Folha de S. Paulo, 18 jun. 2008. p. C8. (Adaptado) TIPO 1 Leia o texto para responder s quest es de 08 a 10. A MENINA COM A MA Vimos que a neuroci ncia e a lingu stica tratam de dois aspectos (como o c rebro funciona? O que a linguagem?) do mesmo problema. A quest o, assim, n o defender esta ou aquela filosofia da mente. A mente e o c rebro seriam duas entidades separadas ou, de acordo com a teoria da identidade, os processos mentais coincidiriam com os do sistema nervoso central? Ou dever amos defender a tese do interacionismo, segundo a qual mente e c rebro se influenciam mutuamente? Como fazemos para compreender os outros? Se vejo uma menina comendo uma ma , como sei o que ela est fazendo e, ainda mais, como compreendo sua inten o, o porqu de sua a o? S o esses os termos do problema formulado pelo eminente neurologista Giacomo Rizzolatti. [...] Os antrop logos sustentam, h muito tempo, a hip tese de que a linguagem nasceu ao longo da evolu o do homin deo, primeiro como linguagem de sinais, depois como articula o fon tica. Apoiado em sua descoberta e auxiliado por hip teses paleoantropol gicas, Rizzolatti formulou uma tese sobre a evolu o da linguagem segundo a qual a capacidade de organizar sons ou gestos expressivos para comunicar teria sido desenvolvida em um contexto no qual os s mbolos estariam vinculados a opera es do campo manual. Em outras palavras, a comunica o suporia a gesticula o e, mais importante, o impulso a imitar a concatena o de opera es dos semelhantes, com a possibilidade de inibir a a o motora e transferir a imita o para o plano dos s mbolos expressivos. A teoria de Rizzolatti sobre a origem da comunica o conhecida como hip tese de sistema espelho . A compreens o do outro, sugere Rizzolatti, est ligada a imagens que s o antes imagens de gestos que tra os ac sticos, mas, depois, as imagens ac sticas tamb m passam a fazer parte dessa gram tica simb lica da intera o. O outro agora uma presen a intermitente dentro de mim, penetra em meu cub culo gra as gram tica comum do gesto, que tamb m a gram tica da palavra. Enfim , conclui Rizzolatti, qualquer analogia entre c rebro e computador desmorona, n o s por causa da diferen a de funcionamento, mas pela l gica intr nseca do c rebro, que estreitamente ligada ao mundo exterior e aos outros. O surpreendente v nculo entre a nossa a o e a dos outros pode estar na base do comportamento altru stico, como sugeriu recentemente Jean-Pierre Changeux, e representar a base natural, biol gica, do comportamento tico. MENTE E C REBRO. Ano XIII. n. 151, S o Paulo: Duetto Editorial, 2005. p. 65. Altru stico: relativo a altru smo, que significa amor ao pr ximo; abnega o, filantropia. (MICHAELIS, p. 117). QUEST O 08 Analisando a estrutura de constru o do texto A menina com a ma , correto afirmar que se trata de um texto de divulga o cient fica porque (A) os recursos lingu sticos utilizados dificultam o entendimento dos leitores acerca das quest es cient ficas. (B) a narrativa se desenvolve com os personagens dialogando sobre o mesmo tema. (C) a tese apresentada e desenvolvida por meio da explica o de seu funcionamento. (D) o assunto discutido extrapola os limites da fic o cient fica e alcan a a realidade. (E) as informa es e os conceitos mobilizados comprometem o rigor exigido pela pesquisa cient fica.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 09 No primeiro per odo do texto, h a informa o de que a neuroci ncia e a lingu stica tratam de dois aspectos do mesmo problema. Considerando o primeiro par grafo, esse problema pode ser resumido com a seguinte quest o: (A) a linguagem um aparato mental ou o resultado de um condicionamento comportamental? (B) os estudos devem defender a filosofia mentalista ou a filosofia da linguagem? (C) a investiga o deve se apoiar na teoria da identidade ou na no o de coincid ncia dos processos mentais? (D) o sistema nervoso central constitu do por uma estrutura inata ou pela experi ncia do indiv duo? (E) a mente e o c rebro s o duas entidades distintas ou se influenciam mutuamente? QUEST O 10 Para fundamentar a teoria sobre a origem da comunica o, Giacomo Rizzolatti vale-se da hip tese de que h (A) um v nculo entre a gesticula o e a imita o na compreens o entre indiv duos. (B) uma analogia entre c rebro e computador por ambos ligarem-se estreitamente ao mundo exterior e aos outros. (C) uma semelhan a entre imita o e imagens ac sticas na dificuldade de compreens o entre os indiv duos. (D) uma oposi o entre mente e c rebro que compromete o funcionamento de tra os ac sticos na linguagem. (E) um antagonismo entre a base natural da tica e as a es altru stas dos indiv duos. RASCUNHO TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 LITERATURA QUEST O 14 QUEST O 11 Leia os fragmentos extra dos do livro Melhores poemas, de Olavo Bilac. Leia o soneto de Olavo Bilac. O inc ndio de Roma Raiva o inc ndio. A ruir, soltas, desconjuntadas, As muralhas de pedra, o espa o adormecido De eco em eco acordando ao medonho estampido, Como a um sopro fatal, rolam esfaceladas. E os templos, os museus, o Capit lio erguido Em m rmore fr gio, o Foro, as erectas arcadas Dos aquedutos, tudo as garras inflamadas Do inc ndio cingem, tudo esbroa-se partido. Longe, reverberando o clar o purpurino, Arde em chamas o Tibre e acende-se o horizonte... Impass vel, por m, no alto do Palatino, Nero, com o manto grego ondeando ao ombro, assoma Entre os libertos, e brio, engrinaldada a fronte, Lira em punho, celebra a destrui o de Roma. BILAC, Olavo. Melhores poemas. Sele o de Marisa Lajolo. S o Paulo: Global, 2003. p. 31. Tercetos I Noite ainda, quando ela me pedia Entre dois beijos que me fosse embora, Eu, com os olhos em l grimas, dizia: Espera ao menos que desponte a aurora! Tua alcova cheirosa como um ninho... E olha que escurid o h l por fora! [...] E ela abria-me os bra os. E eu ficava. II E, j manh , quando ela me pedia Que de seu claro corpo me afastasse, Eu, com os olhos em l grimas, dizia: N o pode ser! n o v s que o dia nasce? A aurora, em fogo e sangue, as nuvens corta... Que diria de ti quem me encontrasse? [...] E ela abria-me os bra os. E eu ficava. BILAC, Olavo. Melhores poemas. S o Paulo: Global, 2003. p. 87-90. Esse soneto atualiza um acontecimento que se refere, em espec fico, a um dos comportamentos insanos registrados pela Hist ria Antiga. A poetiza o desse fato atinge seu auge com a (A) descri o de edif cios p blicos destru dos. (B) constata o da influ ncia grega em Roma. (C) abrang ncia de lugares atingidos pelo inc ndio. (D) indiferen a da conduta mantida pelo Imperador. (E) transforma o do fogo em elemento ativo. QUEST O 12 No livro de contos O leopardo um animal delicado, Marina Colasanti recorre a possibilidades estil sticas variadas, sendo predominante a Nesses excertos, comparecem duas caracter sticas frequentes na poesia amorosa de Bilac, que s o (A) situa o dialogada e materializa o do amor e da mulher. (B) vocabul rio rebuscado e separa o do par amoroso. (C) invers es sint ticas e descri o da intimidade do casal. (D) severidade formal e vis o submissa da figura feminina. (E) frases complexas e sensualidade da mulher e da natureza. QUEST O 15 (A) pr tica da metalinguagem. Em A confiss o, de Fl vio Carneiro, um narrador an nimo conta a uma mulher v rias hist rias em algumas horas, havendo, na composi o do romance, a relativiza o (B) utiliza o da prosa po tica. (A) do sobrenatural, ao elucidar o fant stico e o irreal. (C) descri o do espa o f sico. (B) da loucura, ao diferenciar realidade e fantasia. (D) nfase no enredo convencional. (C) da viol ncia, ao justificar assassinatos e latroc nios. (E) enuncia o em discurso direto. (D) do tempo, ao abrandar acontecimentos e viv ncias. QUEST O 13 As narrativas A confiss o, de Fl vio Carneiro, e Memorial de Aires, de Machado de Assis, apresentam intrigas em que se (A) evidencia o car ter autorreflexivo dos narradores. (B) ocultam os principais mist rios dos protagonistas. (C) marca a estrutura linearizada dos acontecimentos. (D) elaboram as m nimas varia es das descri es. (E) restringem os espa os f sicos das a es. (E) da verdade, ao apresentar mon logo e descri o.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 16 QUEST O 18 Leia os fragmentos do poema beira de teu corpo , do livro Nova antologia po tica, de Afonso Felix de Sousa. Observe a capa do romance A confiss o, de Fl vio Carneiro. beira de teu corpo I beira de teu corpo eu busco, e alcan o-a, e agarro-a, a m o que, de onde est s, j n o me estendes, a m o que em crian a, com toda a confian a, me estendias. E ent o, de m os dadas, sa amos pelo mundo com que te deslumbravas e eu ia aos poucos tentando explicar, a ti que o contemplavas com os olhos arregalados, e o colorias a teu modo, com tintas pr prias, e te soltavas [...] II [...] Tento fechar tua boca, cobrir teus dentes que tanto amavam morder os quitutes do mundo, deste mundo que com ternura mas mordaz olhavas e em v o tua maneira refazias. SOUSA, Afonso Felix de. Nova antologia po tica. Goi nia: Cegraf/UFG, 1991. p. 160-61. Esse poema e o conto Ainda resiste , da colet nea O leopardo um animal delicado , de Marina Colasanti, tematizam a aus ncia do filho. Essa aus ncia est associada, respectivamente, para o pai, no poema, e para a m e, no conto, Na composi o da capa desse romance, a parte superior vermelha e a inferior em tons de cinza e, ao centro e no primeiro plano, h uma divis o de espa os com uma cadeira vazia. A correspond ncia dos elementos compositivos da capa, que reportam ao enredo do livro, d -se (A) pela cadeira vazia, que remete ao enunciador da confiss o. (A) ang stia do presente e mem ria de conflitos do passado. (B) pelas divis es de planos, que remetem ao percurso das personagens. (B) incompreens o diante da morte e indigna o pelo abandono do filho. (C) pela instala o do confession rio, que remete atitude do narrador. (C) quebra de expectativas e falta de solidariedade da fam lia. (D) pelos tons de cinza, que remetem cronologia dos epis dios. (D) solid o diante da perda e dor pelo afastamento sem contato. (E) pela cor vermelha, que remete ao sangue das mulheres vitimadas. (E) presentifica o do passado e ilus o do retorno do filho. RASCUNHO QUEST O 17 Na pe a Tarsila, publicada em 2004, Maria Adelaide Amaral aborda fatos do in cio do s culo XX, valendo-se de estrat gias composicionais contempor neas, entre as quais central a (A) muta o do cen rio pela ilumina o. (B) marca o temporal pelas m sicas. (C) exposi o de fotografias da poca. (D) modalidade do g nero da entrevista. (E) mostra de quadros das personagens.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 19 Leia o excerto do poema de Afonso Felix de Sousa. Di logo com o pai, companheiro da inf ncia e enamorado das estrelas Depois de muita cabe ada, os rumos n o deram em nada e o fim da estrada outra estrada. E agora, pai? Meter o peito para a frente, a favor ou contra a corrente: de um desses matos, de repente um coelho sai. Um coelho, mas n o na medida que quero. E que queres da vida? pai, o que quero da vida? O qu , meu pai? Tenhas ou n o um sub-rept cio jeito de ser, viver o of cio de ir levantando um edif cio que se ergue, e cai. Mas vai indo, a gente se cansa de dar tantas voltas na dan a. Ora, filho, e a f ? e a esperan a? E da , pai? Como viste ou talvez n o viste, seja a m sica alegre ou triste, o homem que homem n o desiste e a si n o trai. Mas acho o avesso t o direito! De que massa estranha fui feito? Por que esta alma assim sem jeito? Por que, meu pai? N o bebas tanto esses venenos da alma, e olha: n o s mais nem menos que os outros que v o ao teu lado. Assim como eles, um recado tens gravado na m o, lembrando a Morte, n o se sabe quando. [...] SOUSA, Afonso Felix de. Nova antologia po tica. Goi nia: Cegraf/UFG, 1991. p. 28-29. Esse texto apresenta um aspecto recorrente na poesia de Afonso Felix, que pode ser sintetizado (A) pela atualiza o da tem tica regional. (B) pelo questionamento sobre o fazer po tico. (C) pela abordagem de conflitos familiares. (D) pela indaga o sobre o sentido da vida. (E) pela centralidade de s mbolos religiosos. QUEST O 20 O enredo de Memorial de Aires , de Machado de Assis, dinamizado por uma aposta feita entre o Conselheiro Aires e sua irm Rita, referente (A) perman ncia do jovem casal no Rio de Janeiro. (B) aos ltimos dias do regime imperial. (C) aos desdobramentos da Lei urea. (D) aos ganhos financeiros de Aguiar. (E) fidelidade da vi va mem ria do falecido. TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 MATEM TICA TIPO 1 Produtividade m dia por hectare(ton.) 100 QUEST O 21 A tabela abaixo mostra a evolu o da rea plantada e a produ o de cana-de-a car no Estado de Goi s, nas safras de 2001/2002 a 2008/2009. 90 80 (D) Evolu o da cana-de-a car no Estado de Goi s Safra rea plantada (ha) 129.921 10.253.497 02/03 203.865 11.674.140 03/04 168.007 60 Produ o (ton.) 01/02 70 12.907.592 50 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 Produtividade m dia por hectare(ton.) 100 04/05 176.328 14.001.079 05/06 200.048 15.642.125 90 06/07 237.547 19.049.550 80 07/08 281.800 20.800.000 08/09 339.200 33.100.000* *estimativa (E) 70 60 Fonte: IBGE/SIFAEG,< www.ibge.gov.br>. 50 Analisando os dados apresentados, pode-se concluir que o gr fico que representa a produtividade m dia por hectare de cana-de-a car no per odo considerado 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 QUEST O 22 Produtividade m dia por hectare(ton.) 35 30 25 (A) 20 15 10 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 Produtividade m dia por hectare(ton.) 330 290 250 (B) 210 O preenchimento dos cargos com representa o proporcional em elei es estabelecido pelo C digo Eleitoral brasileiro segundo os seguintes crit rios, a serem observados primeiramente: Segundo o Art. 106, determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o n mero de votos v lidos pelo n mero de lugares a preencher em cada circunscri o eleitoral, desprezando-se a parte fracion ria se igual ou inferior a meio e arredondando-se para o pr ximo inteiro se for superior a meio. Segundo o Art. 107, determina-se para cada partido ou coliga o o quociente partid rio, dividindo-se o n mero de votos v lidos dados sob a mesma legenda ou coliga o de legendas pelo quociente eleitoral, desprezandose a parte fracion ria. Segundo o Art. 108, estar o eleitos tantos candidatos registrados por um partido ou coliga o quanto o respectivo quociente partid rio indicar. BRASIL. C digo eleitoral anotado e legisla o complementar. 8. ed. Revisto e atualizado. Bras lia: TSE, 2008, (Adaptado). 170 130 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 Produtividade m dia por hectare(ton.) 100 Em uma elei o, haviam 35 lugares a preencher para o cargo de vereador em uma cidade e a quantidade de votos v lidos apurados foi de 636.846. Considerando esses dados, a menor e a maior quantidade, respectivamente, de votos v lidos recebidos por certa legenda ou coliga o para eleger somente um candidato devem ser 90 80 (C) (A) 18.195 e 36.388. (B) 18.195 e 36.389. 70 (C) 18.196 e 36.391. 60 (D) 18.196 e 36.392. (E) 50 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 18.197 e 36.393.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 23 QUEST O 25 Um objeto parte do repouso e se desloca em linha reta com acelera o constante. A partir do instante inicial, as posi es desse objeto s o marcadas a cada intervalo de dois segundos, como na figura abaixo. Leia o texto abaixo. 0s 2s S1 6s 4s S2 S3 Verifica-se que os espa os percorridos entre marca es consecutivas, quando medidos em metros, formam uma progress o aritm tica de raz o 0,4. Nessas condi es, o valor da acelera o do objeto, em m/s2, : (A) 2,0 Que gigantes? disse Sancho Pan a. Aqueles que ali v s respondeu o amo de bra os t o compridos, que alguns os t m de quase duas l guas. Olhe bem Vossa Merc disse o escudeiro que aquilo n o s o gigantes, s o moinhos de vento; e os que parecem bra os n o s o sen o as velas, que tocadas do vento fazem trabalhar as m s. Bem se v respondeu D. Quixote que n o andas corrente nisto das aventuras; s o gigantes, s o; e, se tens medo, tira-te da , e p e-te em ora o enquanto eu vou entrar com eles em fera e desigual batalha. CERVANTES, Miguel. Dom Quixote de la Mancha. Tradu o Viscondes de Castilho e Azevedo. S o Paulo: Nova Cultural, 2002. Cap. VIII. p. 5960. (B) 1,0 (C) 0,8 (D) 0,4 (E) 0,1 QUEST O 24 A tabela abaixo apresenta as Reservas Internacionais no Banco Central do Brasil (US$ milh es), na qual cada per odo corresponde ao governo de um presidente brasileiro. Na sequ ncia da hist ria de Cervantes, D. Quixote arremeter contra o moinho de vento, quebrando a sua lan a e caindo ao ch o, para desespero de Sancho Pan a. Considere, nessa situa o ficcional, um moinho de vento contendo seis velas (ou p s) iguais, como apresentado na figura abaixo. A vela que ser atingida pela lan a (reticulada na figura), leva 30 segundos para dar uma volta completa, em sentido anti-hor rio, com velocidade constante, a partir da posi o inicial em TP. Reservas Internacionais no Banco Central do Brasil (US$ milh es) Per odo em Anos Varia o da Reserva Internacional 1956 1960 De 608 para 345 1964 1967 De 244 para 198 1974 1978 De 5269 para 11895 1979 1984 De 9689 para 11995 1985 1989 De 11608 para 9679 P T Fonte: IBGE, <www.ibge.gov.br>. Analisando esses dados, o per odo que apresentou a maior varia o percentual das Reservas Internacionais no Banco Central do Brasil foi durante o governo de 3m (A) Castelo Branco. (B) Ernesto Geisel. (C) Jo o Figueiredo. 2m (D) Jos Sarney. (E) Juscelino Kubitschek. RASCUNHO Com base no exposto, o menor tempo decorrido at que D. Quixote acerte, com sua lan a, o ponto P da vela a uma altura de 2 m do solo, antes dele completar uma volta (A) 17 s. (B) 17,5 s. (C) 18 s. (D) 18,5 s. (E) 19 s. RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 26 Para fazer tradu es de textos para o ingl s, um tradutor A cobra um valor inicial de R$ 16,00 mais R$ 0,78 por linha traduzida e um outro tradutor, B, cobra um valor inicial de R$ 28,00 mais R$ 0,48 por linha traduzida. A quantidade minima de linhas de um texto a ser traduzido para o ingl s, de modo que o custo seja menor se for realizado pelo tradutor B, : TIPO 1 [ ] 3/2 0 0 3 / 2 qual a figura transformada do pol gono representado pela matriz F2x6 dada anteriormente? T 2x2= y 9 (A) 16 6 (B) 28 (C) 41 3 (A) (D) 48 -9 -6 -3 x (E) 78 -3 QUEST O 27 -6 Segundo uma reportagem do jornal O Popular [Goi nia, 24 out. 2008, p. 19], no m s de setembro de 2008, 7,6% dos trabalhadores brasileiros estavam desempregados. Por faixa et ria, 49,8% dos desempregados tinham entre 25 e 49 anos. Dentre os trabalhadores considerados na reportagem, escolhendo-se um ao acaso, a probabilidade dele estar desempregado e ter entre 25 e 49 anos , aproximadamente, igual a y 9 6 (B) 3 (A) 0,038. 3 -3 -6 6 9 x (B) 0,065. y (C) 0,153. 6 (D) 0,385. 3 (E) 0,655. QUEST O 28 (C) -9 -6 -3 Um pol gono pode ser representado por uma matriz F 2 n , onde n o n mero de v rtices e as coordenadas dos seus v rtices s o as colunas dessa matriz. Assim, a matriz 026 6 4 2 F 2 6= representa o pol gono da 2 6 4 2 4 2 figura abaixo. [ x -3 -6 ] -9 y 9 y 6 6 (D) 4 3 -9 2 -6 6 3 -3 x y 2 4 6 x 6 -2 -4 Em computa o gr fica utiliza-se de transforma es geom tricas para realizar movimentos de figuras e objetos na tela do computador. Essas transforma es geom tricas podem ser representadas por uma matriz T 2 2 . Fazendo-se o produto das matrizes T 2 2 F 2 n obt m-se uma matriz que representa a figura transformada, que pode ser uma simetria, transla o, rota o ou dilata o da figura original. Considerando a transforma o geom trica representada pela matriz 3 3 (E) -3 -6 -9 6 9 x

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 29 Durante a Revolu o Francesa, o metro foi definido como sendo a d cima-milion sima parte de um quarto do comprimento do meridiano terrestre. Foi constru da ent o uma barra de platina, na qual duas marcas indicavam o valor do metro, baseando-se no conhecimento que se tinha do comprimento do meridiano. Modernamente, utiliza-se outra defini o do metro, e medi es mais precisas indicam que o comprimento do meridiano de 40.009,2 km. Caso fosse constru da hoje uma barra com um d cimo-milion simo da quarta parte do comprimento do meridiano, o seu comprimento excederia 1 metro, em (A) 0,23 mm. (B) 0,25 mm. (C) 2,30 mm. (D) 2,50 mm. (E) 4,00 mm. QUEST O 30 A figura abaixo representa um prisma reto, cuja base ABCD um trap zio is sceles, sendo que as suas arestas medem AB =10 , DC =6, AD =4 e AE = 10 . H G F E D A C B O plano determinado pelos pontos A, H e G secciona o prisma determinando um quadril tero. A rea desse quadril tero : (A) 8 7 (B) 10 7 (C) 16 7 (D) 32 7 (E) 64 7 RASCUNHO TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 BIOLOGIA QUEST O 33 QUEST O 31 Entre os grupos do reino vegetal considerado rg o vegetativo Observe a figura a seguir. (A) o embri o multicelular presente nas bri fitas, pterid fitas, gimnospermas e angiospermas. (B) a flor que cont m ov rio com vulo(s), presente nas angiospermas (C) a semente nua n o inserida em frutos, caracter stica das gimnospermas. Dispon vel em: <http://chocolatesemcacau.wordpress.com>. Acesso em: 24 mar. 2009. A culpa atribu da aos animais (quadro 1) deve-se, principalmente, ao fato de que esses animais eliminam quantidades expressivas de (A) am nia. (B) (D) o soro, que cont m os espor ngios, pr prio das pterid fitas. (E) o riz ide, estrutura de fixa o ao substrato, caracter stico das bri fitas. cloreto de s dio. Leia o poema abaixo e responda as quest es 34 e 35. O Tatu e o Tamandu (C) g s sulf drico. (D) cido rico. (E) g s metano. QUEST O 32 Observe a figura a seguir. J noite e o tatu sai da toca. Faminto que est , quer chegar ao cupinzeiro antes do tamandu . Com tanta pressa vai pela trilha o tatu, mas logo frente trope a numa vara de bambu. O tatu ent o sup e ter ca do na armadilha do rival tamandu ... Ser que ele teve a mesma id ia de papar todo o alimento que no cupinzeiro h ? Quando do ch o se levanta, o tatuzinho se espanta diante do tamandu . Boa noite, amigo tatu! Venho aqui te convidar Para ir ao cupinzeiro... L n o h muitos cupins, mas pra dois acho que d . O tatu, meio sem gra a, quase esconde a cara debaixo da carapa a... E lhe serviu a li o pra aprender a divis o. Dorival Coutinho da Silva. Dispon vel em: < http://recantodasletras.uol.com.br>. Acesso em: 24 mar. 2009. CI NCIA HOJE, v. 251, agosto 2008, p. 23. Considerando a escala de glicemia apresentada acima, o glucagon estimula a (A) quebra do glicog nio. (B) libera o de insulina. (C) s ntese de amino cidos. (D) deposi o de gordura. (E) absor o de vitaminas lipossol veis. QUEST O 34 Qual caracter stica embrion ria compartilhada pelos animais do poema? (A) Esquizocelomados. (B) Parazo rios. (C) Deuterost mios. (D) Tribl sticos. (E) N o segmentados.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 35 QUEST O 39 De acordo com o poema, o tatu est cumprindo o seu papel ecol gico, pois mant m com o tamandu uma rela o interespec fica de Se nenhum fator evolutivo atuar sobre uma popula o, as frequ ncias de seus alelos permanecer o inalteradas ao longo das gera es. Com base nesse princ pio, suponha uma popula o em equil brio g nico com 5.000 indiv duos, na qual as frequ ncias dos alelos A e a, n o ligados ao sexo, s o, respectivamente, 0,8 e 0,2. Considerando o exposto, quantos indiv duos desta popula o poderiam ter o gen tipo AA? (A) mutualismo. (B) comensalismo. (C) competi o. (E) inquilinismo. (A) 200 (B) 400 (C) (D) preda o. 800 QUEST O 36 (D) 1600 Leia a informa o a seguir. (E) 3200 Morre Lorenzo Odone, que inspirou o filme o leo de Lorenzo. Dispon vel em: <http://cinema.uol.com.br>. Acesso em: 19 mar. 2009. Lorenzo Odone padecia de adrenoleucodistrofia, doen a causada por uma muta o g nica que provoca a destrui o do sistema nervoso por modificar a s ntese de mielina. Esta muta o altera a membrana do peroxissoma, organela envolvida na (A) s ntese de prote nas. (B) regula o osm tica. (C) forma o de microt bulos. QUEST O 40 A Organiza o Mundial de Sa de recomenda aos seus estados membros que desenvolvam pol ticas p blicas de preven o e tratamento das parasitoses. Dentre essas pol ticas, a fiscaliza o sanit ria em abatedouros e a ougues promove uma medida de preven o (A) filariose. (B) ten ase. (C) leishmaniose. (D) esquistossomose. (E) tripanossom ase. (D) oxida o de cidos graxos. (E) digest o intracelular. QUEST O 37 O uso intensivo do solo pela atividade agr cola, sem manejo apropriado, reduz drasticamente a fertilidade ed fica, o que pode ser minimizado por meio de (A) pr tica da agricultura itinerante. (B) rotatividade de culturas. (C) expans o da fronteira agr cola. (D) pr tica de queimadas. (E) controle biol gico de pragas. QUEST O 38 Por meio de sucessivas transforma es morfofisiol gicas os mam feros placent rios adquiriram adapta es protetoras da pr xima gera o, como (A) a fus o dos gametas. (B) a presen a de rg o reprodutor diferenciado. (C) o desenvolvimento embrion rio interno. (D) o dimorfismo sexual. (E) a ocorr ncia de ciclo menstrual. RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 44 F SICA QUEST O 41 Por causa do atrito com o ar, durante o voo, uma abelha fica eletrizada com carga positiva. Ao pousar em uma flor, que eletricamente neutra, o campo el trico da abelha produz uma carga induzida em alguns gr os de p len fazendo com que saltem pelo ar e fiquem presos aos p los deste inseto. A parte da flor na qual ocorre a coleta do gr o de p len e a menor for a para que o gr o de p len fique preso abelha, considerando que a massa do gr o de p len de aproximadamente 1 x 10-8 gramas, s o, respectivamente, -7 (A) antera e 1 x 10 N (B) antera e 1 x 10 TIPO 1 -10 N No Large Hadron Collider (LHC), que entrou em opera o no m s de agosto de 2008 no laborat rio CERN, na Europa, um feixe de pr tons de alta energia confinado ao movimento circular em uma rbita de 26,7 km de comprimento. Neste anel, um pr ton realiza 11200 voltas por segundo. Qual a magnitude da velocidade escalar m dia (em m/s) do pr ton nesse anel e qual a grandeza f sica que confere ao pr ton o movimento circular? (A) 1,8540 x 109 e um campo magn tico. (B) 2,9904 x 108 e um campo el trico. (C) 2,9904 x 107 e um campo magn tico. (D) 1,8540 x 109 e um campo el trico. (E) 2,9904 x 108 e um campo magn tico. (C) estigma e 1 x 10-7 N (D) estigma e 1 x 10-10 N (E) ov rio e 1 x 10-7 N QUEST O 42 O tempo de rea o o tempo entre a percep o de um evento e o in cio efetivo da rea o. As pessoas com condi es fisiol gicas normais apresentam tempo de rea o da ordem de 0,75 segundos. Uma pessoa com alguma altera o fisiol gica tem este tempo aumentado para 2,0 segundos. Admitindo-se que, no tr nsito, a dist ncia de seguran a entre dois ve culos a 72 km/h seja de 15 m no primeiro caso, qual deve ser esta dist ncia para o segundo caso, ou seja, com tempo de rea o de 2,0 segundos? QUEST O 45 Uma ambul ncia transita com velocidade constante em uma via retil nea com a sirene ligada em uma frequ ncia fixa fa. A frequ ncia da sirene percebida pelos pedestres que est o parados na cal ada, antes e depois da passagem da ambul ncia, respectivamente, (A) aumenta com a velocidade relativa. (B) diminui e aumenta, gradativamente. (C) menor que fa e maior que fa. (D) maior que fa e menor que fa. (E) n o sofre quaisquer altera es. (A) 20 m QUEST O 46 (B) 28 m A mat ria constitu da por tomos que, por sua vez, s o constitu dos por el trons, pr tons e n utrons. No Modelo Padr o proposto por Murray Gell-Mann em 1963, os pr tons e os n utrons s o formados por um conjunto de part culas ainda menores, os quarks. H seis tipos de quarks: up, down, charm, strange, top e bottom. Os pr tons e os n utrons s o constitu dos somente por quarks up de carga (2/3)e e quarks down de carga (1/3)e sendo e o m dulo da carga fundamental. Apesar de suas cargas serem fracion rias, os quarks n o s o encontrados livres, logo a carga fundamental continua sendo e . Portanto, os pr tons e n utrons s o constitu dos, respectivamente, por (C) 33 m (D) 36 m (E) 40 m QUEST O 43 A cola pl stica utilizada na reforma da lataria de carros e na colagem de pe as de granito, m rmore e outras pedras de uso dom stico. Para a aplica o, a cola de consist ncia pastosa composta de uma resina poli ster misturada a 1% de massa com um catalisador base de per xido de benzo la, que pode ter consist ncia l quida ou gel. Quando misturados, observa-se que, ap s alguns segundos, a mistura fica quente e, em 5 a 10 minutos, ela torna-se s lida. Nesse processo, a caracter stica da rea o qu mica ocorrida na mistura e a propriedade f sica alterada no material s o, respectivamente, (A) exot rmica e resist ncia mec nica. (B) exot rmica e resist ncia el trica. (C) endot rmica e densidade de massa. (D) endot rmica e condutividade t rmica. (E) endot rmica e condutividade el trica. (A) 3 down e 1 down + 1 up. (B) 3 up e 1 down + 1 up. (C) 2 up + 1 down e 2 down + 1 up. (D) 2 up + 1 down e 1 down + 2 up. (E) 1 up + 2 down e 2 down + 1 up.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 (D) regi es pr ximas aos pequenos centros urbanos. GEOGRAFIA (E) locais com disponibilidade de m o-de-obra. QUEST O 51 Leia a letra de m sica a seguir. Iracema Voou Iracema voou/Para a Am rica Leva roupa de l /E anda l pida V um filme de quando em vez N o domina o idioma ingl s Lava ch o numa casa de ch Tem sa do ao luar/Com um m mico Ambiciona estudar/Canto l rico N o d mole pra pol cia Se puder, vai ficando por l Tem saudade do Cear /Mas n o muita Uns dias, afoita/Me liga a cobrar Iracema da Am rica BUARQUE, Chico. As cidades. S o Paulo: BMG. 1998. 1 CD. Faixa 2. A migra o se expressa por meio de deslocamentos no espa o decorrente de diferentes motiva es e contextos, alterando, em diversos aspectos, as reas de origem e destino dos migrantes. Considerando o tipo de migra o e seus efeitos, conclui-se que a m sica apresentada aborda o tema da migra o (A) pendular, que provoca altera o na rede de transporte e impacta o tempo di rio do trabalhador. (B) pioneira, que ocasiona conviv ncia com diferentes culturas, religi es e miscigena o tnica. (C) sazonal, que cria condi es de trabalho vulner veis e contribui para a desestrutura o familiar. (D) internacional, que gera enfrentamento de posturas restritivas e adapta o a novos costumes. (E) rural urbano, que causa incha o nas cidades a partir do surgimento de favelas e saudades da terra natal. QUEST O 52 Os estudos do Cerrado demonstram que esse bioma recobre o estado de Goi s. Ao analisar o uso do territ rio goiano na regi o do Cerrado verifica-se que o sul goiano, at a d cada de 1970, esteve interligado (A) expans o industrial do Sudeste do pa s. (B) aos fluxos migrat rios oriundos do Sul do pa s. (C) ao surgimento de col nias agr colas nacionais. (D) expans o de capital industrial internacional. (E) ao crescimento de atividades de extrativismo mineral. QUEST O 53 A localiza o industrial um importante fator log stico e estrat gico dos grupos hegem nicos no mundo contempor neo. No Brasil, nas ltimas d cadas, as ind strias de bens de produ o foram instaladas em (A) reas de concentra o de trabalhadores migrantes. (B) reas de f cil acesso a mat rias-primas. (C) reas cujo rigor da legisla o ambiental reduzido. QUEST O 54 A frica um continente imerso em conflitos, com lutas intertribais e disputas territoriais. Em alguns pa ses, verifica-se a fragilidade dos governos em controlar o crescente poder de mil cias locais que se confrontam com o poder nacional e fomentam genoc dios. A causa dessa situa o relaciona-se (A) disputa pelo controle de regi es ricas em recursos minerais em grande quantidade de diamantes. (B) s disputas entre China e Estados Unidos interessados em controlar o petr leo ali existente. (C) cria o de Estados-na es com fronteiras definidas pelos colonizadores, sem respeitar a realidade tnica. (D) s disputas religiosas entre grupos radicais cat licos e mu ulmanos. (E) presen a de uma minoria branca que ainda det m o poder e age de forma segregadora. QUEST O 55 As rochas s o formadas por um mineral ou um conjunto de minerais consolidados. O granito, uma rocha resistente e ornamental, utilizada em fachadas, pisos, bancadas etc, tem como caracter stica em sua forma o a (A) transforma o de rochas magm ticas quando submetidas a alta temperatura e elevada press o no interior da Terra. (B) cristaliza o do magma ap s o resfriamento sofrido no interior da crosta terrestre. (C) transforma o de rochas sedimentares e metam rficas quando submetidas a temperatura e press o elevadas no interior da crosta terrestre. (D) compacta o de detritos de rochas preexistentes oriundos de processos de eros o, transporte, decomposi o e compacta o. (E) decomposi o de sedimentos por processos qu micos ou pelo ac mulo de detritos org nicos. RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 56 QUEST O 58 Analise o mapa a seguir. A quest o ambiental, uma das principais pautas do espa o contempor neo mundial, possibilitou o surgimento de v rias vertentes e concep es pol ticas. caracter stica do preservacionismo Bacias hidrogr ficas brasileiras (A) estabelecer c digos normativos e pr ticas de prote o aos recursos naturais. 35 55 0 0 (B) associar o uso dos recursos naturais ao progresso industrial. (C) desenvolver medidas em comum acordo com popula es envolvidas. (D) desenvolver t cnicas de conten o de problemas ambientais urbanos e rurais. (E) definir reas priorit rias para o uso sustent vel da biodiversidade. QUEST O 59 Analise a figura a seguir. 23 23 Escala 0 500Km 55 35 Dispon vel em: <http://pt.wikipedia.org./wiki/Imagem:Brasil_hidrograficas.svg>. Acessado em: 15/05/2009. (Adaptado). O S o Francisco sempre foi visto como um rio de integra o nacional. Observa-se, ao longo de suas margens, a exist ncia significativa de n cleos urbanos que t m suas atividades ligadas presen a do rio. As cidades localizadas na rea de influ ncia desse rio fazem parte das seguintes unidades federativas: (A) MA, PE, AL, BA, RN (B) RN, MG, BA, PE, AL (C) MG, BA, AL, PE, SE NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL. Dossi Terra: por uma vida sustent vel no s culo 21. S o Paulo: Editora Abril, 2007. (D) PI, CE, PE, BA, MG (E) BA, PE, AL,SE, PB QUEST O 57 Goi nia, Bras lia e Palmas s o espa os urbanos com fortes representa es da cultura do sert o brasileiro nas suas diversas realidades. Um dos principais problemas dessas cidades a submoradia, que se caracteriza pela A figura acima uma anamorfose. Anamorfose uma forma de representa o cuja superf cie da rea em quest o diretamente proporcional aos valores quantitativos do fen meno representado. Considerando essa afirma o e a interpreta o da imagem, conclui-se que o tema abordado na figura refere-se (A) ao produto interno bruto, comparando-se o Brasil com o Uruguai. (A) presen a de palafitas que abrigam migrantes em condi es de infraestrutura adversas. (B) ao contingente populacional, comparando-se o Suriname com o Equador. (B) perman ncia de casas de pau a pique destinadas a camponeses proletarizados. (C) divida externa, comparando-se a Venezuela com o Uruguai. (C) exist ncia de palho as em acampamentos urbanos de reas clandestinas. (D) ao produto interno bruto per capita, comparando-se a Argentina com a Bol via. (D) constru o de cho as em bairros de trabalhadores volantes. (E) densidade demogr fica, comparando-se a Argentina com o Equador. (E) presen a de edifica es prec rias em loteamentos ilegais sob a a o direta das imobili rias.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 60 Leia a letra de m sica a seguir. Parque Industrial somente requentar/E usar somente requentar/E usar Porque made, made, made, made in Brasil. Porque made, made, made, made in Brasil. Retocai o c u de anil/Bandeirolas no cord o Grande festa em toda a na o Despertai com ora es/O avan o industrial Vem trazer nossa reden o Tem garota propaganda/Aeromo a e ternura no [cartaz Basta olhar na parede/Minha alegria num instante se [refaz Pois temos o sorriso engarrafado J vem pronto e tabelado/ somente requentar [...] A revista moralista/Traz uma lista dos pecados da [vedete E tem jornal popular que/Nunca se espreme Porque pode derramar um banco de sangue encadernado J vem pronto e tabelado somente folhear e usar somente folhear e usar Z , Tom. Tropic lia: ou Panis et Circenses. S o Paulo: Philips. 1968. 1 Disco. Faixa 5. O movimento tropicalista caracterizou-se por incorporar elementos universais da cultura jovem mundial, bem como por fazer cr tica ao comportamento da sociedade brasileira, tanto em rela o ao consumo da cultura importada dos EUA e da Europa como aos excessos do discurso nacionalista. Tendo como base o trecho da letra, o per odo em que ela foi escrita e a reflex o sobre ind stria cultural, verifica-se a (A) continuidade das refer ncias elitistas que caracterizaram a Bossa Nova e o est mulo organiza o de movimentos sociais. (B) inspira o na Jovem Guarda e no i -i -i , bem como a cr tica s informa es festivas privilegiadas nos jornais. (C) refer ncia ao movimento Verde-Amarelo e a tentativa de defender a produ o cultural nacional, inspirada na Semana de Arte Moderna de 1922. (D) inspira o no Dada smo e a defesa ao comodismo das classes sociais mais abastadas proporcionado pelas novas tecnologias. (E) influ ncia do ide rio antropof gico e o estabelecimento da leitura aleg rica de um pa s ao mesmo tempo moderno e retr grado. TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 HIST RIA QUEST O 61 Analise a figura a seguir. TIPO 1 O conceito Crescente F rtil foi criado pelo arque logo James H. Breasted para designar a regi o onde surgiram as primeiras civiliza es da humanidade. Com base nessa informa o e na leitura da figura, identifica-se como elemento comum a tais civiliza es a (A) pr tica do nomadismo associado s condi es de ca a, pesca e coleta na rea demarcada. (B) organiza o das atividades sociais e dos trabalhos coletivos em torno dos portos mar timos. (C) constante tentativa de unifica o pol tica e territorial da regi o, tomando como limite os leitos dos rios. (D) atividade econ mica fundada no trabalho coletivo para o aproveitamento dos cursos d' gua. (E) escolha de regi es tropicais para fixa o, em fun o do equil brio no regime de chuvas. C CERES, Florival. Hist ria geral. S o Paulo: Moderna, 1988, p. 01. A linha do tempo representada na figura acima explicita uma concep o de hist ria (A) euroc ntrica, que associa a hist ria da humanidade perspectiva ocidental e europ ia. (B) religiosa, que tem como fundamento o cristianismo e seus principais marcos temporais. QUEST O 63 O que, com efeito, ganha a ades o dos esp ritos da Idade M dia o extraordin rio, o sobrenatural ou, pelo menos, o invulgar. A pr pria ci ncia toma para seu objeto o excepcional, os prod gios. LE GOFF, Jacques. A civiliza o do Ocidente medieval. Lisboa: Estampa, 1995, p. 91, v. 2. (Adaptado). (C) natural, que se vincula aos ciclos da natureza e s condi es geogr ficas. A cita o destaca uma caracter stica da cultura medieval, que pode ser identificada pela (D) cr tica, que questiona a divis o da hist ria da humanidade entre pr -hist ria e hist ria. (A) explica o da natureza mediante a descoberta de leis gerais. (E) (B) incorpora o dos acontecimentos considerados milagrosos ao cotidiano. fragment ria, que divide a hist ria da humanidade em compartimentos aleat rios e descont nuos. QUEST O 62 Analise a figura a seguir. (C) nega o dos prod gios com base na experi ncia emp rica. (D) separa o entre os princ pios da autoridade e da investiga o cient fica. (E) rejei o dos s mbolos como forma de apreens o do oculto. RASCUNHO Dispon vel em: <http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/23/Ferlite_Crescent_map.png/...>. Acesso em: 18 mar. 2009. (Adaptado).

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 64 QUEST O 65 Analise a imagem. Leia as cita es a seguir. A objetividade, a impessoalidade das rela es entre s dito e autoridade, com os v nculos racionais de compet ncias limitadas e controles hier rquicos, ser obra do futuro, do distante e incerto futuro. Agora, o sistema o de manda quem pode e obedece quem tem ju zo, aberto o acesso ao apelo retificador do rei somente aos poderosos. FAORO, Raymundo. Os donos do poder: forma o do patronato pol tico brasileiro. S o Paulo: Globo, 1991, p. 172. Quando se copia servilmente aqui sistemas do reino, d -se o caso mais flagrante e, talvez, mais nefasto de todos: o de centralizar o poder e concentrar as autoridades; reuni-las todas nas capitais de sedes, deixando o resto do territ rio praticamente desgovernado e a centenas de l guas da autoridade mais pr xima. PRADO J NIOR, Caio. Forma o do Brasil contempor neo . S o Paulo: Brasiliense, 1999, p. 302. (Adaptado). MICHEL NGELO. A cria o de Ad o , s culo XVI. Dispon vel em: <upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f2/CreationofAdam.jpg>. Acesso em: 12 mar. 2009. Essa imagem representativa do Renascimento que, entre os s culos XV e XVI, agregou elementos heterog neos, criando uma forma particular de conceber o mundo. Com base na leitura da imagem, identifica-se como caracter stica do per odo renascentista a Com base nas cita es, que tratam das rela es de poder vivenciadas no Brasil Colonial, conclui-se que (A) a Coroa portuguesa inovou os m todos administrativos metropolitanos para implant -los na col nia americana. (B) a importa o do modelo administrativo da metr pole considerou a extens o territorial da col nia. (C) a corrup o administrativa colonial obrigou a Coroa a estabelecer controles burocr ticos impessoais. (A) utiliza o de recursos da cultura cl ssica na concep o est tica, valorizando o homem. (D) o modelo centralizador impunha a presen a do Rei para a resolu o das pend ncias locais. (B) dessacraliza o da representa o art stica, afastando os princ pios do cristianismo romano. (E) a complexidade administrativa colonial explicitou o desajuste da transposi o do modelo metropolitano. (C) separa o entre arte e ci ncia, alcan ando um conhecimento especializado sobre o homem. QUEST O 66 (D) eleva o da figura humana condi o de divindade, combatendo o paganismo. (E) exalta o da natureza e da vida asc tica, superando os prazeres mundanos. RASCUNHO No s culo XVIII, os colonos anglo-americanos enfrentaram os franco-americanos na chamada Guerra dos Sete Anos (17561763). Na d cada seguinte, os colonos anglo-americanos rebeldes lutaram lado a lado com volunt rios franceses na guerra de independ ncia dos Estados Unidos da Am rica (17751781). Nesses dois contextos, as diferentes alian as dos colonos anglo-americanos tiveram como motiva o comum (A) o controle e a amplia o do com rcio colonial. (B) a realiza o dos ideais iluministas franceses. (C) a defesa dos interesses dos ndios americanos. (D) o sentimento de revolta contra o pacto colonial. (E) o desejo de independ ncia pol tica e econ mica.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 67 QUEST O 69 Analise a gravura a seguir. Analise a figura a seguir. Dispon vel em: <cache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos/b4/b6/8a/1811516_g5sZW.jpeg>. Acesso: em 10 mar. 2009. Dispon vel em: <http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2006/061226_dodge-59.jpg>. Acesso em: 10 mar. 2009. Essa caricatura obra de um artista franc s an nimo, produzida no s culo XVIII, tematizando o contexto da Revolu o Francesa. Nessa cena, a composi o das personagens e de outros s mbolos evoca a Essa imagem publicit ria expressa os ideais norteadores da vida cotidiana nos Estados Unidos, ap s a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Considerando tal contexto e com base na an lise da imagem, conclui-se que essa poca caracterizou-se (A) posi o privilegiada do Ex rcito na Era Napole nica, representada pelo soldado posicionado em cima da pedra. (A) pela vitalidade da fam lia nuclear, independente das exig ncias do mercado de trabalho. (B) superioridade do Primeiro Estado em rela o ao Segundo, expressa pela posi o ocupada pelas personagens na gravura. (C) promessa da Primeira Rep blica em punir a desigualdade entre os Estados, simbolizada pela vestimenta das personagens. (D) perman ncia, ap s a Revolu o, dos privil gios do clero e da nobreza, retratados nos dois sujeitos que se encontram sobre a pedra. (E) press o sobre o Terceiro Estado para o pagamento de mais impostos, traduzida pelo homem que se encontra esmagado pela pedra. QUEST O 68 Comparada com a Constitui o outorgada de 1824, a Constitui o republicana de 1891 promoveu mudan as nas regras do processo eleitoral, o que expressou uma nova experi ncia sociopol tica brasileira. Uma dessas mudan as identificada na (A) institui o do voto feminino. (B) exclus o do voto dos oficiais militares. (C) extin o do voto censit rio. (D) manuten o do voto estadual indireto. (E) ado o do voto obrigat rio. (B) pelo controle da natalidade, exercido pelas mulheres em busca de um padr o de beleza. (C) pela amplia o do mercado imobili rio, empreendida em regi es despovoadas, como o Sul agr rio. (D) pelo vigor do mercado consumidor, expandido com o aumento da renda familiar e da produ o industrial. (E) pela aquisi o massiva de ve culos particulares, decorrente da precariedade do transporte p blico. RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 70 Leia o texto a seguir. A Confer ncia afro-asi tica examinou ansiosamente a quest o de paz mundial e de coopera o. Tomou nota com profunda inquieta o do estado de tens o internacional e do perigo de guerra at mica [...] Em verdade, todas as Na es deveriam ter o direito de escolher livremente seus pr prios sistemas pol tico e econ mico e seu pr prio modo de vida, conforme os princ pios e objetivos das Na es Unidas. MATTOSO, K tia. Textos e documentos para o estudo da hist ria contempor nea. S o Paulo: Hucitec/Edusp, 1977, p. 200-202. A cita o acima parte do documento final da Confer ncia de Bandung (1955), que reuniu na cidade com o mesmo nome, na Indon sia, representantes de 29 pa ses da frica e da sia. Analisando o conte do do documento e relacionando-o com o processo de descoloniza o afro-asi tico e com a conjuntura internacional ap s a Segunda Guerra Mundial, conclui-se que os pa ses signat rios (A) condicionaram a luta anticolonial a uma via pac fica e negociada, considerando a quest o da paz mundial e o risco de guerra nuclear. (B) delegaram s Na es Unidas a condu o das suas independ ncias, apoiados nos princ pios e objetivos de coopera o internacional. (C) concentraram seu foco nos ideais nacional-independentistas, colocando-se alheios aos assuntos e conflitos mundiais. (D) vincularam seu anticolonialismo ao princ pio terceiromundista do n o alinhamento , mantendo equidist ncia das superpot ncias. (E) exclu ram de seus projetos nacionais tanto a alternativa capitalista quanto a socialista, que refor avam o conflito Leste-Oeste. RASCUNHO TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 71 O gr fico a seguir representa a composi o relativa de uma solu o de um determinado amino cido. (C) Densidade QU MICA 100 Legenda + NH3CHRCO2 NH2CHRCO2 + NH3CHRCO2H 60 40 0 20 5 0 10 15 (D) pH %mB/m 100 %mB/m 100 Densidade Percentagem 80 De acordo com o gr fico, esse amino cido encontra-se na(s) forma(s) 0 (A) zwitteri nica em pH fisiol gico. (C) cati nica em pH alcalino. (D) zwitteri nica e ani nica em pH 1. (E) cati nicas e ani nicas em pH 12. (E) Densidade (B) ani nica em pH cido. QUEST O 72 Em um experimento, ao serem misturadas duas subst ncias liquidas puras, A e B, observou-se que n o havia a conserva o do volume, ou seja, o volume da solu o era menor que a soma dos volumes de A e B usados no preparo da mistura. Esse fen meno conhecido como contra o de volume. O gr fico que representa a varia o da densidade em fun o da porcentagem massa-massa de B %mB/m, considerando que a densidade do l quido A maior do que a do l quido B, : 0 %mB/m 100 QUEST O 73 A obten o industrial do tit nio realizada por meio de duas rea es sucessivas, representadas a seguir. I) TiO2(s) + 2Cl2(g) TiCl4(l) + O2(g) II) 2Mg(l) + TiCl4(l) 2MgCl2(l) + Ti(s) (A) Densidade Nessas rea es, (A) o agente redutor o mesmo. (B) o n mero de oxida o do oxig nio n o varia. (C) o tit nio oxida em I e se reduz em II. 0 %mB/m 100 (D) o agente oxidante o g s cloro em I e o tetracloreto de tit nio em II. (B) Densidade (E) o cloro sofre redu o em I e oxida o em II. RASCUNHO 0 %mB/m 100

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 74 QUEST O 76 A bateria recarreg vel mais comum, utilizada atualmente em autom veis, a bateria de chumbo. Esta bateria pode ser representada pelas seguintes semirrea es de redu o: A quimotripsina uma enzima que cataliza a clivagem heterol tica das liga es pepit dicas, processo que faz parte da digest o de prote nas. A clivagem pept dica pode ser representada pelo gr fico a seguir. 1 2 PbSO4(s) + 1e- 1 2 2- PbO2(s) + SO4 (aq) + 4H+ + 2e- Pb(s) + 1 22 SO4 (aq) E = - 0,356 V PbSO4(s) + 2H2O E = +1,689 V I Considerando o exposto, para se gerar um potencial de aproximadamente 12 V, deve-se utilizar II Energia (A) 5 c lulas galv nicas ligadas de forma mista. (B) 6 c lulas galv nicas ligadas em paralelo. (C) 6 c lulas galv nicas ligadas em s rie. (D) 9 c lulas galv nicas ligadas em paralelo. (E) 9 c lulas galv nicas ligadas em s rie. Coordenada de rea o QUEST O 75 O uso de indicadores til para a determina o do ponto final de titula es cido-base, pois quando colocados em solu es cidas ou alcalinas passam a ter cores diferentes. Observe a tabela, na qual se descreve a cor da solu o com esses indicadores, de acordo com as faixas de pH. Tabela Cor da solu o com indicadores e faixas de pH INDICADOR Vermelho de metila Cor da solu o pH < 4,8 vermelho pH > 6,0 amarelo Azul de bromotimol pH < 6,0 amarelo pH > 7,6 azul Fenofltale na pH < 8,0 incolor pH > 9,6 vermelho De acordo com a tabela, se Rea o sem catalizador (I) e com catalizador (II). Da an lise do gr fico, conclui-se que (A) a fra o de colis es efetivas maior na curva I do que na curva II. (B) a curva II representa a participa o da quimotripsina. (C) o rendimento da rea o representada pela curva I ser maior, no mesmo intervalo de tempo. (D) a curva I representa uma rea o endot rmica. (E) as curvas I e II representam o mesmo mecanismo de rea o. QUEST O 77 Um modelo tridimensional que representa o 2-cloro-butano colocado de frente a um espelho. A imagem obtida, nesse caso, (A) a solu o com fenolftale na estiver incolor, o pH ser necessariamente cido. (A) uma subst ncia id ntica. (B) a solu o com vermelho de metila estiver amarela seu pH ser necessariamente alcalino. (C) um is mero de posi o. (C) uma solu o com vermelho de metila e outra com fenolftale na estiverem com pH menor que 4,8 e pH igual a 6,5, respectivamente, suas cores ser o as mesmas. (D) uma solu o com azul de bromotimol e outra com vermelho de metila estiverem com pH igual a 8,0, ambas ser o amarelas. (E) tr s solu es diferentes, estiverem cada uma delas com um indicador da tabela, em pH maior que 9,6 elas ser o coloridas. (B) um is mero de cadeia. (D) um is mero ptico. (E) um racemato. RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 78 Na produ o de biodiesel, um combust vel de fontes renov veis, ocorre a rea o entre o triacilglicerol e o etanol, conforme descrito a seguir: O 14 O Etanol O 14 O H+ Biodiesel O 14 O Considerando uma mol cula de cada produto, quantos carbonos sp2 s o observados? (A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4 (E) 5 QUEST O 79 A presen a de O2 na gua, essencial para a respira o de esp cies aqu ticas aer bicas, deve-se dissolu o do O2 atmosf rico em gua. A constante de equil brio desse processo de dissolu o igual solubilidade do O2 aquoso, dividida pela press o parcial do O2 gasoso. Se ao n vel do mar a press o atmosf rica de 1 atm e o oxig nio corresponde a 21% da composi o do ar, a solubilidade do O 2 na gua (A) crescer com o aumento da altitude. (B) decrescer com o aumento da altitude. (C) crescer independentemente da press o atmosf rica. (D) decrescer independentemente da press o atmosf rica. (E) permanecer inalterada com a altitude. QUEST O 80 Em um experimento para sintetizar o 1-butanol, utilizou-se a rea o de Grignard. Al m do reagente de Grignard, deve-se utilizar ainda o (A) HCOH (B) CH3COH (C) CH3COCH3 (D) CH3CO2H (E) HCO2H TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 ESPANHOL TIPO 1 As quest es de 83 a 86 referem-se ao texto abaixo. Leia o texto abaixo e responda s quest es 81 e 82. Cuenca del Orinoco Obituario / PEDRO DE ORL ANS E BRAGAN A El t o pol tico del Rey de Espa a Un paradigma aristocr tico El Orinoco es uno de los r os m s importantes del mundo, no tanto por su longitud y caudal (2.140 km y algo m s de 30.000m /s) ni por la extensi n de su cuenca (un mill n de km ), y ni siquiera por las peculiaridades que encierra, sino por su importancia hist rica y econ mica y por la significaci n que ha tenido para Venezuela, debido a que es el pa s en el que se extiende la mayor parte de su cuenca, con casi las dos terceras partes de la misma. Es probablemente el r o m s caudaloso del mundo con relaci n a su cuenca, similar en extensi n a la del Danubio, pero con un caudal que triplica al de este ltimo r o. Geograf a f sica La cuenca del Orinoco sintetiza las tres grandes formas de relieve que existen en la naturaleza: macizos antiguos y escudos por un lado, cordilleras de levantamiento reciente (es decir, del Terciario) por otro, y depresiones tect nicas y llanuras de acumulaci n, en tercer lugar. Para un pa s cualquiera, y m s si nos encontramos en la zona intertropical, representa una gran ventaja ecol gica y econ mica tener representada en su territorio esta disposici n geol gica. WIKIPEDIA. Cuenca del Orinoco. Dispon vel em: <http://es.www.wikipedia.org>. Acesso em: 16 mar. 2009. (Adaptado). QUEST O 81 En el primer p rrafo se destaca que la relevancia del Orinoco para Venezuela es consecuencia de la (A) energ a que le proporciona a su econom a. (B) complementariedad hecha al caudal del Danubio. (C) afluencia de sus aguas por el territorio del pa s. (D) prolongaci n que le permite al cauce danubiano. (E) fama dada a la naci n por el desarrollo de sus orillas. QUEST O 82 Dos de las tres formas de relieve sintetizadas en la cuenca del Orinoco son (A) baches. (B) hondonadas. (C) p ramos. (D) prominencias. (E) agujeros. En la madrugada del jueves [27.12.2007] muri en su residencia sevillana Su Alteza Real e Imperial don Pedro de Orl ans e Bragan a, ltimo jefe de la Casa de Bragan a al haber sucedido en la primogenitura a su padre, don Pedro Gast n de Orl ans, en 1940. Extraordinario personaje, sin duda, este caballero inactual. Don Pedro hab a nacido en el castillo d'Eu, residencia de su abuela, la c lebre princesa Isabel, la Redentora, nieta del ltimo emperador, don Pedro II, la que aboli la esclavitud disparando la revoluci n olig rquica y favoreciendo el advenimiento de una rep blica militarista. Don Pedro de Orl ans e Bragan a fue desde joven un esp ritu tentado por la ciencia, en especial por la bot nica, y, en el orden humano, un personaje sencillo y asequible. Su viejo lema, EX DIGITO GIGAS (Por el dedo conoceremos al gigante), al que permaneci enigm ticamente fiel toda su vida, habla mejor que nada de su severa y exigente personalidad. Cuando en 1993 se accedi en Brasil, al fin, a cumplimentar el refer ndum constitucionalmente previsto y pactado con la monarqu a saliente, don Pedro supo mantenerse discretamente al margen de un acontecimiento ya sin gran sentido y, en todo caso, trucado desde hac a mucho tiempo en unas circunstancias pol ticas ya incompatibles con la instituci n. Pese a que nadie descartaba una abultada victoria de la rep blica presidencialista, la opci n mon rquica sorprendi al ser defendida por cerca de seis millones de electores (el 10,4% de los votos). Don Pedro reconoci r pidamente la derrota y desautoriz a los integrantes del entonces Movimiento Parlamentarista Mon rquico (MPM) a organizarse en un partido pol tico para luchar por el regreso de la monarqu a, porque defend a que la instituci n no pod a estar inmersa en la lucha pol tica. Gran viajero, conocedor minucioso de su pa s, de su geograf a y de sus gentes, aquel se or respetado por su llaneza y cercan a, con quien los vecinos de Petr polis se hab an acostumbrado a detenerse en plena calle y comentar sus avatares, goz tambi n de exquisita popularidad en su comarca sevillana, en especial por su estrecha vinculaci n con los cultos rocieros tradicionalmente tan ligados a la familia de su esposa, ella misma, como sus antepasados inmediatos, activa y popular romera hasta sus ltimos a os. Se va con don Pedro toda una poca y con ella desaparece el talante nobil simo de aquellos caballeros esclavos de su dignidad, amantes entusiastas de sus tradiciones y, como en el caso presente, apasionados por un saber cient fico y humano que nunca dejaron de cultivar. Un caballero inactual, hay que repetirlo, y todo un paradigma aristocr tico merecedor, desde luego, de tiempos y circunstancias mejores. GOMEZ, Jos . El t o pol tico del Rey. El Mundo. Madri, 10 set. 2008. Dispon vel em: <http://www.elmundo.es>. Acesso em: 10 mar. 2009. (Adaptado).

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 83 El autor de la nota de bito se ala que un factor que desencaden la proclamaci n de la Rep blica fue el (A) malestar de los oligarcas por la abolici n decretada de la esclavitud. TIPO 1 Leia o texto abaixo. As quest es de 87 a 90 referem-se a ele. Ch vez, poeta (B) ataque de los manumisos a los propietarios rurales radicalizados. (C) estallido de los descontentos contra el mando esclavista del ej rcito. (D) desencanto de los nobles ante las estrategias militares decididas. (E) benepl cito de los Bragan a en la represi n del movimiento libertario. QUEST O 84 En el retrato biogr fico sobre l elaborado, se destaca que el t o pol tico del Rey de Espa a se (A) erigi en un reconocido profesional en la bot nica. (B) asil en un poblado en la provincia de Sevilla. (C) mantuvo en un celoso anonimato en los viajes por Brasil. (D) propuso en un valiente gesto triunfar en pol tica. (E) convirti en un convecino amable en sus localidades. QUEST O 85 El resultado obtenido en el refer ndum de 1993 mencionado en el texto, llev a don Pedro de Orl ans e Bragan a a (A) denunciar la fraudulencia. (B) desacatar la Constituci n. (C) defender la rebeld a. (D) denostar a la oposici n. (E) descartar la pol tica. QUEST O 86 Don Pedro de Orl ans e Bragan a es calificado como un caballero inactual porque (A) representaba los valores de unos tiempos pret ritos. (B) encarnaba el talante marcante de los caballeros venideros. (C) conservaba del pasado el gusto por la vida en el campo. (D) amparaba a las amantes de las viejas tradiciones. (E) subrayaba la dignidad del r gimen mantenedor de la esclavitud. El estadista venezolano recurri una vez m s a su fina prosa para mandarle un mensaje al imperio. V yanse al carajo, yanquis de mierda , gritaba el presidente Hugo Ch vez en un discurso que merece ser visto y o do en vivo (es f cil encontrarlo en Internet). Y alguien se podr a preguntar qu pas Cu les fueron las razones que motivaron a Ch vez a expulsar al embajador estadounidense y empeorar sus ya malas relaciones con Estados Unidos? Las posibles respuestas a esta pregunta constituyen una especie de test de Rorschach pol tico. D game por qu cree que el presidente venezolano expuls al embajador de Estados Unidos y probablemente yo pueda adivinar cu les son sus opiniones sobre Irak, Rusia y la globalizaci n. Para muchos de sus simpatizantes en el mundo la raz n por la cual l tuvo que actuar as es obvia: Estados Unidos est conspirando para derrocar a Evo Morales en Bolivia y asesinar al l der venezolano. Por qu ? Porque Ch vez defiende a los pobres, intenta corregir siglos de injusticia social y porque est esparciendo por Am rica Latina y el mundo la resistencia a la hegemon a estadounidense. Adem s, Ch vez ahora tiene a Rusia como aliado y Putin est de malas con los yanquis. Y no hay que olvidar, por supuesto, que al final lo que m s importa en todo esto es el petr leo, por cuyo control los estadounidenses est n dispuestos como vimos en Irak a hacer cualquier cosa. Otros ven cosas muy distintas en las im genes de Ch vez grit ndole al imperio. Ven a un pol tico haciendo uso del viejo truco de acusar al imperialismo yanqui para distraer a los desprevenidos de problemas muy reales que son hechos en Caracas y no en Washington. La popularidad del presidente Ch vez ya no es la que era y las pugnas entre sus seguidores y opositores se han exacerbado. La econom a venezolana sufre una tasa de inflaci n que est entre las m s altas del mundo, y el estallido de asesinatos, asaltos y secuestros sit a al pa s entre los m s inseguros. Todo esto a quienes m s da o hace es a los pobres. Por si fuera poco, la econom a no petrolera ha sido devastada y s lo quedan los ingresos por exportaciones de petr leo, y stos est n cayendo precipitadamente. NA M, Mois s. Ch vez, poeta. El Pa s. Madri, 14 set. 2008. Dispon vel em: <http://www.elpais.es>. Acesso em: 16 mar. 2009. (Adaptado). QUEST O 87 La cita del discurso de Ch vez reproducida en el primer p rrafo recoge una (A) fineza ret rica. (B) serie de palabrotas. (C) alocuci n en c digo. (D) rogativa para diplom ticos. (E) hip rbole panamericana.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 QUEST O 88 Mois s Na m dice que las contestaciones que l recibir a de la pregunta que formula servir an para que (A) las entrevistadas llegasen a conocer su propio talante. (B) lo declarado ayudase a suponer la posici n pol tica del respondedor. (C) los Estados Unidos contasen con unos bancos de datos. (D) la expulsi n de embajadores se pudiese llegar a evitar. (E) les permitiesen a los disidentes expresar su opini n en libertad. QUEST O 89 Seg n el autor, en la justificaci n que dar an muchos de los simpatizantes de Ch vez, constar a que el pol tico venezolano busca (A) fortalecer la influencia sovi tica en los pa ses americanos. (B) aumentar la producci n petrolera en su pa s. (C) combatir la desigualdad social en Iberoam rica. (D) doblegar la solidaridad entre los latinos en los Estados Unidos. (E) reunir la dicha por la invasi n de Irak en torno a l. QUEST O 90 En el ltimo p rrafo se indica que, seg n sus detractores, las soflamas antiimperialistas de Ch vez le (A) posibilitan reales. solucionar los inminentes problemas (B) ayudan a despistar a los pol ticos estadounidenses imprudentes. (C) permiten contener a los partidarios de una invasi n. (D) abren el camino para atraer a los inversores despistados. (E) favorecen al levantar una cortina de humo entre los incautos. RASCUNHO TIPO 1 RASCUNHO

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 INGL S QUEST O 81 Leia o texto. Are You True To Your Zodiac Sign, Libra? TIPO 1 (D) Just as bacteria can become resistant to antibiotics, it's possible for your pits to become immune to the ingredients in your deodorant. So, try a new brand every 6 months. (E) Your sweat reeks more when you're nervous than when you work out because emotional stress triggers the apocrine glands to push sweat to the surface of your skin. Libra (born September 23 -October 22) is the seventh sign of the zodiac. Ruled by Venus, Libra people are easy to recognize because of their charming, tactful nature. Do you enjoy being around other people or do you prefer to be alone? Are the latest fashion trends important to you or are you apathetic when it comes to your appearance? Take this zodiac sign quiz and find out if you are a true Libra! Dispon vel em: <http://www..menshealth.com/sweat/sweat101.html>. Acesso em: 3 mar. 2009. (Adaptado). 1. You are extremely sociable and enjoy being surrounded by people: True False You Said: True Others Said: True 74.03% False Vocabul rio: sticks: desodorantes pits: poros reeks: cheira mal triggers: faz com que Leia o excerto sobre cotas tnicas em universidades p blicas brasileiras e responda s quest es 83, 84 e 85. In relation to the ethnic issue, it is absolutely necessary that the Brazilian republican society should recognize the discrimination that has happened since the country's foundation, and propose effective solutions to solve this debt. Nevertheless, solutions restricted to the access to universities, without being extended to other institutions and/or spaces of the society in order to create real opportunity for the formation of a new elite, and ensure the participation of this contingent in the decision process of the Brazilian society, seem like a populist incoherence, or like a demagogic simplification. 25.97% Dispon vel em: <http://www..lifescript.com/quiz/quiz.asp?bid= 53246& cat=Astrology&title=Are_ You_ True_ To_ Your_ Zodiac_ Sign,_ Libra?>. Acesso em: 9 fev. 2009. (Adaptado). FRY, P.; MAGGIE, Y. Peter Fry and Yvonne Maggie about quotas in universities Simon's Blog. Dispon vel em: <http://www..globalvoicesonline.org /2006/04/21/quotas-inbrazilian universities-the-online-debate/>. Acesso em: 10 fev. 2009. (Adaptado). A pergunta do t tulo introduz (A) uma previs o do m s para os que nascem sob o signo de Libra. (B) um questionamento da veracidade do zod aco para Libra. (C) um teste para verificar se o internauta libriano t pico. (D) uma s rie de quest es para o mapa astral de um libriano. (E) uma estat stica da quantidade de librianos navegadores. QUEST O 83 Qual pergunta incoerente com o argumento apresentado no texto? (A) What justifies that quotas won't be used in other pubic contests, for governmental jobs for example? (B) Why are other republican powers excluded from the quota policies? (C) How to explain the absence of racial quotas in the composition of the judiciary? QUEST O 82 (D) And the members of congress, the ones that should represent the Brazilian society profile? In terms of the relationship between sweat and bad smell, where can you find some advice? (E) Why should we interfere in a merit system that has been working well? (A) Sweat is simply a mixture of water, salt, and trace amounts of electrolytes and urea that's produced by glands to cool your body. QUEST O 84 (B) Your mood, diet, and hormones, and some drugs and medical conditions affect how much you perspire and how your sweat smells. (C) Deodorant or antiperspirant, gel or stick, white or clear the selection of sticks out there is enough to make you break into a sweat trying to decide. O texto resume a ideia de que a pol tica de cotas nas universidades (A) desnecess ria. (B) insuficiente. (C) excludente. (D) injusta. (E) tendenciosa.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 85 QUEST O 88 Who will pay off the debt mentioned in the text? The Leia os an ncios. (A) racists of Brazil. (B) Afro-Brazilians. (C) Brazilian society. (D) founders of Brazil. (E) Brazilian institutions. QUEST O 86 Leia duas opini es sobre cotas nas universidades p blicas brasileiras. 1. I was against quotas, but what changed my mind was the perception that the damaging effects of slavery continue to affect the descendants of its direct victims. 2. [...] we can't fight racism with a policy that affirms race. When the state makes laws upon the concept, it 'founds' the notion of race, creating the very same thing it wants to destroy. Dispon vel em: <http://www..globalvoicesonline.org/2006/04/21/quotas-in-brazilian universities-the-online-debate/>. Acesso em: 10 fev. 2009. (Adaptado). Walden University is a highly respected and accredited university, offering career-track Ph.D., master's, and bachelor's degrees. Benefit from Walden's extensive library services as well as their full service Financial Aid office. Programs in Management, Education, Public Administration and Health and Human Services are taught by a stellar faculty. The online curriculum allows you to study when and where it's most convenient. _______________________________________________ Capella University is committed to delivering academic excellence online to our more than 15,700 learners. We offer undergraduate degrees in business, education, human services, information technology, and psychology. _______________________________________________ Kaplan University Advance your career. And do it without missing a day of work. Dispon vel em: <http://www.search-schools.com/search.jsp?ct=either& sub=psychology>. Acesso em: 9 fev. 2009. (Adaptado). O elemento comum nas tr s universidades a oferta de cursos (A) de mestrado. (B) bem equipados. A segunda opini o (C) gratuitos. (A) aponta uma falha conceitual na discuss o sobre as cotas. (D) de Administra o. (B) nega a exist ncia do preconceito de ra a. (C) amplia o argumento defendido na primeira opini o. (D) apresenta uma resposta ao argumento da primeira opini o. (E) exp e um argumento hist rico contundente. QUEST O 87 Which classified can be found in The Washington Post Personals ? (E) a dist ncia. QUEST O 89 Leia a anedota. Mr. or Mrs. Computer Is your computer male or female? As you are aware, ships have long been characterized as being female (e.g., There she goes! ). Recently, a group of computer scientists (all males) announced that computers should also be referred to as being female. Their reasons for drawing this conclusion follow: (A) Private Money Lender. 1. No one but the Creator understand their internal logic. (B) Nice-looking guy, 34, simple. 2. The native language they use to communicate with other computers is incomprehensible to everyone else. (C) 429 Engine, Running in Good Condition. (D) Two months free rent. (E) Residential/Outside Sales Representative. THE WASHINGTON POST. Sunday, May 25, 2008. Dispon vel em: <http://jokes.comedycentral.com/random_joke.aspx? joke_id=880&cat_id=37>. Acesso em: 16 mar. 2009. (Adaptado). A anedota est fundamentada no preconceito de que as mulheres (A) lidam mal com a linguagem dos computadores. (B) s o piores cientistas, em compara o aos homens. (C) agem de acordo com uma l gica sentimental. (D) usam uma linguagem que somente elas entendem. (E) s o incompreens veis mesmo na l ngua materna.

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UFG PROCESSO SELETIVO/2009-2 TIPO 1 QUEST O 90 Leia o cartum. Dispon vel em: <http://www.gocomics.com/calvinandhobbes/2008/09/02/>. Acesso em: 3 mar. 2009. Ao final do di logo, evidencia-se que o (A) filho questiona a posi o ocupada pelo pai. (B) pai de Calvin tem clareza sobre o assunto. (C) problema destacado o efeito estufa. (D) filho discorda da opini o do pai. (E) desconhecimento pertence ao mundo infantil. RASCUNHO RASCUNHO

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