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 Cefet-SP Vestibular de 2007 - Ensino médio/técnico - Conhecimentos gerais

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CENTRO FEDERAL DE EDUCA O TECNOL GICA S O PAULO DE PROCESSO SELETIVO DEZEMBRO 2006 1. CURSO T CNICO, ENSINO M DIO E PROEJA CI NCIAS NATURAIS, MATEM TICA, GEOGRAFIA, HIST RIA E L NGUA PORTUGUESA INSTRU ES VOC PREENCHA LEIA ASSINE AZUL RECEBEU SUA FOLHA DE RESPOSTAS E ESTE CADERNO CONTENDO 64 QUEST ES. COM SEU NOME E N MERO DA CARTEIRA OS ESPA OS RESERVADOS NA CAPA DESTE CADERNO. CUIDADOSAMENTE AS QUEST ES E ESCOLHA A RESPOSTA QUE VOC CONSIDERA CORRETA. FOLHA DE RESPOSTAS COM CANETA DE OU PRETA, TODAS AS RESPOSTAS ESCOLHIDAS. A RESPONDA A VOC AO TINTA AZUL OU PRETA E TRANSCREVA PARA ESSA FOLHA, TAMB M COM CANETA DE TINTA A TODAS AS QUEST ES. DURA O DA PROVA DE 3 HORAS E 30 MINUTOS. S PODER ENTREGAR A PROVA E SAIR DO PR DIO QUANDO TRANSCORRIDA A METADE DO TEMPO DE DURA O DA PROVA. TERMINAR A PROVA, VOC ENTREGAR AO FISCAL A AGUARDE FOLHA DE RESPOSTAS E LEVAR ESTE CADERNO. A ORDEM PARA ABRIR ESTE CADERNO DE QUEST ES. N.o da carteira Nome do candidato 03.12.2006

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Leia o texto para responder s quest es de n meros 01 a 15. SOJA DESMATA A AMAZ NIA, COMPROVA DADO DE 02. As atividades econ micas na regi o amaz nica, particularmente a pecu ria e o cultivo de soja, s o respons veis pela redu o de enormes reas de florestas. Que alternativa apresenta uma conseq ncia irrevers vel decorrente da falta da floresta original? SAT LITE Soja desmata? (A) Redu o da biodiversidade, pois muitas esp cies, ainda desconhecidas, desaparecer o. J havia v rios indicativos. Mas a resposta dada por um estudo publicado hoje n o s um categ rico sim . um quanto tamb m. Cruzando imagens de sat lite com levantamentos em campo, cientistas dos EUA e do Brasil estimaram em 5 400 quil metros quadrados o total de floresta convertida diretamente para gr os em Mato Grosso de 2001 a 2004. No ano de 2003, quando o pre o da soja no mercado internacional atingiu seu pico, a convers o direta para lavoura representou quase um quarto de tudo o que se desmatou no Estado campe o da devasta o da Amaz nia. Para quem gosta de n meros, quase um Distrito Federal onde a soja substituiu a floresta diretamente sem contar o efeito conhecido do gr o de empurrar a fronteira agr cola indiretamente, estimulando a pecu ria a ocupar novas reas. Nesse per odo, de 2001 a 2004, Mato Grosso desmatou 38 mil quil metros quadrados, ou 3,5 Jamaicas, 40% de tudo o que se perdeu de floresta na Amaz nia. O novo estudo, publicado na revista da Academia Nacional de Ci ncias dos EUA, derruba um argumento dos sojicultores para dissociar sua atividade da fama de vil da floresta. o de que a soja s faz ocupar reas previamente desmatadas para pastagem e abandonadas pelos pecuaristas os dados mostram que isso acontece, sim, mas n o explica toda a din mica do desflorestamento. Trocando em mi dos, o que os pesquisadores afirmam que a soja virou, nos ltimos anos, um dos grandes vetores da destrui o da Amaz nia. Uma destrui o acelerada, com uso intensivo de tecnologia e com o potencial de se espalhar para outras regi es da floresta. Basta, para isso, o pre o do gr o subir no mercado externo. Os autores demonstraram que existe forte correla o do pre o da soja com a taxa anual de desmatamento. Usando imagens de sat lite, o americano conseguiu diferenciar desmatamentos para pasto e para lavoura, verificando que as reas dedicadas a plantio eram duas vezes maiores que as abertas para pecu ria (333 hectares contra 143 hectares, em m dia). Tamb m notou uma queda de 12% na convers o de floresta para pasto, enquanto a de floresta para lavoura cresceu 10% no per odo. (B) Redu o da vaz o dos grandes rios da regi o, devido ao ac mulo de madeira no seu curso. (C) Redu o da eros o do solo, gra as ao aumento da produtividade agr cola da regi o. (D) Aumento do n mero de esp cies na regi o, pois a pecu ria e a soja atraem novos seres vivos para a rea. (E) Aumento da intensidade das chuvas que caem na regi o, gerando grandes alagamentos. 03. O texto a seguir, escrito em 1993, faz um alerta para os perigos do desmatamento da Amaz nia. O desmatamento na Amaz nia brasileira j representa uma contribui o significativa ao efeito estufa, promovido por alguns gases presentes na atmosfera, entre os quais destacam-se o di xido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o xido nitroso (N2O), todos produzidos pelo desmatamento. C lculos do IPCC indicam que, se continuarem as tend ncias atuais de libera o desses gases, a popula o mundial experimentar , no s culo XXI, fortes impactos implicando na morte de milh es de pessoas em todos os continentes. O efeito estufa, citado no texto, um processo que provoca (A) o aumento da entrada de raios ultravioleta na atmosfera, o que ocasionar uma alta incid ncia de c ncer de pele na popula o. (B) o aumento da temperatura m dia global, uma vez que as altas taxas de alguns gases atmosf ricos impedir o a sa da de calor para o espa o. (C) o aumento da taxa de poluentes, que aumentar a taxa de doen as respirat rias na popula o, devido falta das grandes rvores que formam a floresta. (Folha de S.Paulo, 05.09.2006. Adaptado) (D) a diminui o do n vel dos oceanos e dos grandes reservat rios de gua doce, o que aumentar a rea dos desertos e regi es ridas j existentes. 01. Um dos principais problemas causados pelo desmatamento descontrolado da floresta amaz nica (A) o aumento acelerado da eros o dos solos da regi o em conseq ncia da elimina o da vegeta o nativa. (E) a diminui o das reas agr colas dispon veis para a produ o de alimentos, pois os solos ser o contaminados com os res duos produzidos pelas constantes chuvas cidas. (B) a queda da temperatura local em virtude da abertura de grandes clareiras na floresta tropical. (C) o aumento da concentra o de CO2 na atmosfera em conseq ncia do aumento da atividade fotossint tica. (D) a queda nos pre os da madeira para mobili rio em virtude do aumento da oferta de madeira cortada nas regi es invadidas pela soja. (E) a diminui o dos n veis de polui o da gua dos rios pr ximos s lavouras em conseq ncia da substitui o de esp cies nativas por monoculturas. CEFET/Vestibulinho 2

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04. Um dos sat lites usados para o sensoriamento remoto do solo brasileiro o IKONOS II, da Engesat. O IKONOS II encontra-se a 680 km do planeta, desenvolvendo velocidade de 7 km/s, o que lhe permite descrever sua rbita em apenas 98 minutos. Se pud ssemos nos mover com essa velocidade em linha reta, ao t rmino de 98 minutos, ser amos capazes de nos deslocar, em km, aproximadamente, 08. Para maximizar a ocupa o do solo, a Agropecu ria MT dividiu toda a rea desmatada, citada na quest o anterior, em tr s regi es distintas, como mostra a figura, sendo a regi o I reservada para o plantio de variedades de soja precoce, e as regi es II e III para o plantio de variedades de ciclo normal. (A) 680. (B) 4 700. (C) 41 000. (D) 66 000. (E) 98 000. Se a regi o II tem 12 km , ent o a rea da regi o I igual a (A) 6 km . 05. grande a luta contra o desmatamento causado pela explora o do plantio de soja. Essa contraven o estimulada por v rios pontos favor veis, como a aceita o consider vel desse plantio pelo solo e a temperatura bastante adequada, entre 20oC e 35oC, varia o que, na escala Fahrenheit, de (B) 8 km . (C) 9 km . (D) 10 km . (E) 12 km . (A) 5 F. (B) 15 F. 09. Um modelo de colheitadeira de soja possui um motor de 280 cv. Se 1 cv corresponde a 735 watts, a energia dissipada por esse motor em 1 minuto de funcionamento , em J, aproximadamente, (C) 27 F. (D) 32 F. (A) 120 000. (E) 45 F. (B) 210 000. (C) 2 100 000. 06. ... Mato Grosso desmatou 38 mil quil metros quadrados, ou 3,5 Jamaicas, 40% de tudo o que se perdeu de floresta na Amaz nia ... . Pode-se concluir, ent o, que a rea total de floresta desmatada na Amaz nia equivale rea da Jamaica multiplicada por (D) 12 000 000. (E) 21 000 000. (A) 6,50. 10. Embora abrigue toda uma floresta, o solo amaz nico constitui uma fina camada f rtil. Ap s uma temporada de chuvas, um caminh o ficou atolado no solo desmatado. Rapidamente, providenciaram alguns cabos de a o e quatro roldanas. Aproveitando-se da enorme in rcia de uma colheitadeira, montaram a m quina simples da figura. (B) 6,75. (C) 7,25. (D) 8,75. (E) 9,25. 07. Suponha que a Agropecu ria MT, especializada no cultivo da soja, tenha desmatado uma rea de forma retangular, cuja medida do comprimento o dobro da medida da largura, e que possui um total de 32 km . A cerca colocada pela empresa em todo o per metro da sua propriedade tem uma extens o total de (A) 30 km. A solu o encontrada permite que uma for a resistente FR seja vencida por uma for a potente FP (B) 28 km. (A) duas vezes menor. (C) 24 km. (B) quatro vezes menor. (C) seis vezes menor. (D) 20 km. (D) oito vezes menor. (E) 16 km. (E) dezesseis vezes menor. 3 CEFET/Vestibulinho

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As quest es de n meros 11 e 12 referem-se ao seguinte esquema, que mostra etapas da obten o de leo de soja: Considere a figura da quest o de n mero 08. 13. A Agropecu ria MT produziu em 2005 um total de 7 000 toneladas de gr os, sendo que a regi o III produziu o dobro da quantidade produzida pela regi o I, e a regi o II produziu 500 toneladas a menos do que a regi o III. Em 2005, a regi o II produziu (A) 1 500 t. (B) 1 750 t. (C) 1 850 t. (D) 2 000 t. (E) 2 500 t. 14. O gr fico, publicado no jornal O Estado de S.Paulo, 06.09.2006, mostra, em porcentagem, quem mais desmatou na Amaz nia Legal entre agosto de 2005 e julho de 2006. Constatamos que apesar de ter registrado queda na rea desmatada, em compara o com igual per odo do ano anterior, em fun o da queda do pre o da soja, Mato Grosso continua como o Estado campe o do desmatamento. (Ambrogi, A et al. Qu mica para o Magist rio) 11. Examinando-se esse esquema, pode-se concluir que o solvente empregado para separar o leo da pasta I. pode ser a gua; II. deve ter temperatura de ebuli o inferior do leo; III. deve ser misc vel com o leo. QUEM MAIS DESMATOU EM PORCENTAGEM, PELO DETER correto o que se afirma apenas em (A) I. (B) II. (C) III. (D) I e II. (E) II e III. Sabendo-se que entre agosto/05 e julho/06, juntos, Acre, Maranh o e Tocantins desmataram 660 km , pode-se afirmar que nesse mesmo per odo Mato Grosso desmatou 12. Entre os processos de separa o de misturas indicados nesse esquema, est o a (A) 4 700 km . (A) extra o com solvente e a centrifuga o. (B) 5 071 km . (B) extra o com solvente e a filtra o. (C) 5 710 km . (C) filtra o e a centrifuga o. (D) 5 740 km . (D) filtra o e a leviga o. (E) 5 980 km . (E) leviga o e a flota o. CEFET/Vestibulinho 4

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15. Observe os gr ficos. 17. Em Magn sia, antiga cidade grega, j se encontravam min rios com propriedades de atrair objetos de ferro. Hoje, m s naturais ou artificiais s o utilizados para o estudo e aplica es do magnetismo. Considere as afirma es: I. O planeta Terra pode ser entendido como um grande m cujo p lo magn tico Norte se encontra no hemisf rio Sul geogr fico. II. O fato de que n o h p los isolados nos m s se confirma pela divis o de um m em duas partes, originando novos m s. III. Entre dois m s, p los de mesmo nome se repelem, enquanto que p los de nomes diferentes se atraem. correto o contido em (A) II, apenas. (B) III, apenas. (C) I e II, apenas. (Agroneg cio/Anu rio Exame, 2006/2007) (D) I e III, apenas. Suponha que, em julho/04, um fazendeiro tenha investido um total de R$ 2,52 milh es na compra de duas fazendas, uma no Mato Grosso e a outra no munic pio de Catanduva/SP, sendo que a fazenda de Catanduva custou 3/4 do pre o da outra. Em dezembro/05, ele vendeu metade da rea que havia comprado no Mato Grosso e utilizou toda a quantia obtida nessa venda para comprar terras de uma propriedade vizinha a sua, em Catanduva. Sabendo-se que todas as transa es foram efetuadas pelos pre os indicados nos gr ficos, podese concluir que, em dez/05, esse fazendeiro possu a em Catanduva um total de (E) I, II e III. Leia o texto que segue para responder s quest es de n meros 18 a 20. Um toque brilhante Engenheiros qu micos americanos produziram uma pel cula de 100 nan metros de espessura com camadas de nanopart culas de ouro e de sulfeto de c dmio alternadas auto-arranjadas, separadas por filmes isolantes. Quando uma voltagem aplicada nesse filme, qualquer press o sobre ele faz os el trons deixar o ouro. Eles, ent o, passam para as camadas de sulfeto de c dmio que emitem brilho. Esse comportamento permite utilizar esses filmes como sensores de toque muito eficientes, capazes de reproduzir a sensibilidade do dedo humano e captar detalhes com 40 m crons de largura e 5 m crons de altura, suficientes, por exemplo, para distinguir a figura cunhada numa moeda. (A) 156,6 hectares. (B) 150,4 hectares. (C) 148,8 hectares. (D) 140,2 hectares. (E) 136,5 hectares. (Scientific American Brasil, set. 2006. Adaptado) 16. Se Kepler estivesse vivo, provavelmente se encantaria com os sat lites artificiais, j que esses t m comportamento semelhante ao dos planetas. Esse maravilhoso astr nomo formulou tr s leis do movimento planet rio. Sobre essas leis, considere: I. A primeira lei de Kepler afirma que cada planeta descreve uma rbita el ptica em torno do Sol. II. Pela segunda lei de Kepler, o m dulo da velocidade pode ser considerado constante em toda a trajet ria do planeta. III. A terceira lei de Kepler trata do per odo de revolu o de cada planeta em torno do Sol e sua proporcionalidade com a dist ncia m dia desses planetas ao Sol. 18. Ouro e c dmio s o classificados (A) como metais de transi o. (B) respectivamente, como terra rara e metal alcalino. (C) respectivamente, como metal e metal de transi o. (D) respectivamente, como metal de transi o e semi-metal. (E) respectivamente, como metal de transi o e metal alcalino. 19. Na linguagem qu mica, o sulfeto de c dmio representado por Est correto o contido em Dados: N mero at mico: S = 16; Cd = 48 (A) II, apenas. (A) CdS. (B) III, apenas. (B) CdS2. (C) I e II, apenas. (C) Cd2S. (D) I e III, apenas. (D) Cd2S3. (E) I, II e III. (E) Cd (II) S. 5 CEFET/Vestibulinho

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20. O fato de os el trons deixarem facilmente o ouro, quando uma voltagem aplicada ao filme, deve-se a um tipo de liga o qu mica existente entre os tomos desse metal, a met lica, que se caracteriza por apresentar estruturas com 24. Uma nova esp cie de ser vivo foi descrita por bi logos marinhos. Algumas das principais caracter sticas dos exemplares coletados s o: apresentam sistema respirat rio branquial; um exoesqueleto protege os rg os internos; locomovem-se gra as s v rias pernas que possuem; alimentam-se de fragmentos de animais que encontram no fundo do mar; possuem 2 pares de antenas sensoriais. (A) n utrons nucleares livres. (B) el trons de val ncia livres. (C) n cleos inst veis, radioativos. (D) pares de el trons compartilhados. De posse dessas informa es, os bi logos dever o incluir essa nova esp cie no grupo dos (E) pr tons com carga el trica negativa. (A) vertebrados (Peixes). (B) equinodermos (Estrelas-do-mar). 21. Os rins s o rg os do sistema excretor essenciais para a sobreviv ncia do ser humano. Dentre as fun es exercidas por esses rg os, est (C) vermes (Platelmintos). (D) artr podes (Crust ceos). (A) a elimina o do g s carb nico produzido no metabolismo celular. (E) anel deos marinhos (Poliquetas). (B) a produ o de horm nios que atuam no controle da temperatura corp rea. (C) a regula o do volume e da composi o do sangue. 25. As Salmonella sp s o bact rias encontradas com freq ncia no trato intestinal de muitos animais, particularmente em esp cies dom sticas, como aves, su nos e bovinos e animais silvestres, como roedores, anf bios e r pteis. A tabela apresenta um levantamento da qualidade de guas fluviais e alimentos de origem animal e vegetal, coletados no final da d cada de 1970, no Estado de S o Paulo. (D) a produ o de horm nios que controlam a taxa de glicose no sangue. (E) o controle da produ o de enzimas que agem no p ncreas e no est mago. 22. Considere os seguintes m todos anticoncepcionais: I. camisinha masculina (camisa de v nus); II. p lulas anticoncepcionais (anovulat rios); III. dispositivo intra-uterino (DIU); IV. ligadura das trompas ou vasectomia. Natureza das amostras (E) I. 23. Entre os fatores que interferem no aumento e na diminui o da taxa de fotoss ntese das plantas, pode-se citar os externos e internos ao organismo. S o fatores internos as estruturas das folhas e dos cloroplastos, o teor de clorofila, o ac mulo de produtos da fotoss ntese no interior do cloroplasto, a concentra o de enzimas e a presen a de nutrientes. zero 1 043 6,5% 451 2,0% Alimentos processados de origem animal (D) II. 127 Alimentos processados de origem vegetal (C) I e II. 79,3% Alimentos n o processados de origem animal (B) III e IV. 116 Alimentos n o processados de origem vegetal (A) II, III e IV. Porcentagem de amostras positivas para salmonelas guas fluviais Dos m todos anticoncepcionais dados, a gravidez e a transmiss o de DSTs (doen as sexualmente transmiss veis) s o previnidas, apenas, por N mero de amostras examinadas 181 19,3% Sabendo-se que as salmonelas s o capazes de causar gastroenterites e intensa febre, segundo a tabela dada, que situa es colocam as pessoas em maior risco de contamina o por esse tipo de bact ria? S o fatores externos que interferem na capacidade da planta em fazer fotoss ntese a (A) Alimentar-se de produtos animais processados e de alimentos vegetais n o processados. (A) taxa de g s carb nico, a intensidade luminosa e a temperatura do ambiente. (B) Alimentar-se de produtos vegetais n o processados e de produtos animais n o processados. (B) taxa de mon xido de carbono e a intensidade das chuvas do ambiente. (C) Alimentar-se de produtos de origem vegetal, sejam eles processados ou n o. (C) quantidade de ra zes que a planta possui e a quantidade de bact rias no solo. (D) Alimentar-se de produtos de origem animal, sejam eles processados ou n o. (D) quantidade de pot ssio e a de f sforo presentes no solo. (E) Alimentar-se de produtos processados de origem animal e ingerir gua de riachos. (E) quantidade de insetos e de microrganismos que vivem no solo. CEFET/Vestibulinho 6

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26. As popula es das esp cies vivas sofrem modifica es ao longo do tempo, as quais se acumulam, podendo originar novas esp cies. A partir de estudos no s culo XIX, Charles Darwin formulou uma teoria para explicar como as esp cies evolu am. Qual foi a principal conclus o de Darwin ao formular a teoria da evolu o das esp cies? 28. Considere que a referida piscina ol mpica tenha a forma de um paralelep pedo reto ret ngulo, com medidas internas iguais a 50 m de comprimento, 1,8 m de altura uniforme e volume de 1 800 m . A largura dessa piscina igual a (A) 18 m. (A) Cada popula o se modifica sempre que as condi es atmosf ricas da regi o mudam, assim, em um curto per odo de tempo, todos os indiv duos ser o diferentes entre si. (B) 20 m. (B) Cada popula o apresenta uma certa variabilidade entre os indiv duos que a comp em, os quais sofrem uma sele o natural promovida pelas condi es do ambiente. (D) 30 m. (C) 25 m. (E) 35 m. (C) Os indiv duos de uma popula o se modificam para se adaptarem s condi es ambientais e transmitem os caracteres adquiridos para os seus descendentes (lei dos caracteres adquiridos). 29. Considere que o esgoto lan ado por Guarulhos seja uma mistura de dejetos industriais e esgoto residencial, na raz o de 3 para 5. Dessa maneira, a quantidade de esgoto residencial que lan ado por Guarulhos, no Rio Tiet , por minuto, igual a (D) Os rg os mais usados pelos indiv duos que formam uma popula o se desenvolvem mais do que os rg os menos utilizados (lei do uso e desuso). (E) As popula es se modificam constantemente porque a quantidade de alimento produzida pequena para alimentar todos os indiv duos (lei da produ o alimentar). (A) 10 000 L. (B) 22 000 L. As quest es de n meros 27 a 29 baseiam-se no seguinte texto e, tamb m, no quadro. (C) 22 500 L. A Prefeitura de S o Paulo acionou o Minist rio P blico Estadual para encontrar uma forma de impedir que munic pios da regi o metropolitana lancem milh es de litros de esgoto sem tratamento nos c rregos que correm para os rios Tiet e Pinheiros. De acordo com levantamento pr vio, realizado pela Companhia de Saneamento B sico do Estado de S o Paulo (Sabesp), o caso mais grave o do munic pio de Guarulhos, que despeja 1 000 litros de esgoto in natura por segundo no Rio Tiet , na altura do Parque Ecol gico, na zona leste. (D) 37 500 L. (E) 38 000 L. As quest es de n meros 30 a 32 baseiam-se no seguinte texto: Seu nome t cnico Earth Pressure Balanced Shield, mas por aqui recebeu o simp tico apelido de tatuz o. Trata-se de uma escavadeira feita para construir parte do t nel por onde passar o os trens da futura Linha Amarela do metr , entre o bairro da Luz, no centro, e a Vila S nia, na Zona Oeste. O supertatuz o custou 30 milh es de euros e demorou dois anos para ser fabricado, na Alemanha. Feito sob encomenda, sua vida til se esgota ao fim da obra, e vira sucata, visto que recondicion -lo custaria cerca de 85% de um novo, e n o compensa. (Veja S.Paulo, 11.10.2006) 30. Do trecho total a ser perfurado, 1/3 ser feito na 1. etapa. Do trecho restante, 3/4 ser o perfurados na 2. etapa e, finalmente, na 3. etapa ser o perfurados os ltimos 1 000 metros. O trecho total a ser perfurado pelo supertatuz o tem (O Estado de S.Paulo, 04.09.2006) 27. De acordo com as especifica es do quadro, a capacidade de uma piscina ol mpica equivale capacidade de (A) 5 km. (A) 90 caminh es pipa. (B) 6 km. (B) 120 caminh es pipa. (C) 8 km. (C) 180 caminh es pipa. (D) 9 km. (D) 270 caminh es pipa. (E) 360 caminh es pipa. (E) 10 km. 7 CEFET/Vestibulinho

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33. Observe as afirma es: I. A charge sugere que faltam bra os no campo e, ao mesmo tempo, as cidades est o cheias de gente. II. Enxadas um substantivo e inchadas, um adjetivo, por se supor cidades inchadas e paradas. III. Estabelece-se entre as duas cenas descritas uma oposi o, decorrente da id ia de vazio e cheio. 31. O cronograma inicial previa que o trecho da 1. etapa deveria ser perfurado em 200 dias, com a m quina operando durante 10 horas di rias, sem intervalos. Depois, esse prazo foi revisto, e passou a ser 4/5 do prazo inicial. Para cumprir o novo prazo, mantendo-se a mesma produtividade, a m quina dever operar diariamente durante (A) 12 h 05 min. Est correto o que se afirma em (B) 12 h 10 min. (A) I, apenas. (C) 12 h 20 min. (B) II, apenas. (D) 12 h 25 min. (C) I e III, apenas. (E) 12 h 30 min. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. 32. Considerando-se que a cota o do euro seja R$ 2,80, pode-se concluir, com base nessa cota o, que o custo para recondicionar o supertatuz o igual a 34. As pessoas n o _______ em sair do campo, mas quando chegam ____ uma cidade grande, encontram-____ abarrotada de gente. (A) R$ 71,4 milh es. (B) R$ 72,2 milh es. Os espa os devem ser preenchidos, respectivamente, com (C) R$ 78,2 milh es. (A) hesitam a na (D) R$ 80,0 milh es. (B) hezitam a (E) R$ 84,2 milh es. (C) exitam em lhe (D) hesitam lhe Leia a charge para responder s quest es de n meros 33 a 37. (E) ezitam a la 35. Nos ltimos anos, o Brasil vem se destacando como um grande exportador de produtos agr colas, resultado do excepcional desenvolvimento do agro-neg cio em nosso pa s. Contudo, as imagens reproduzidas na charge tornam-se cada dia mais presentes em nossa realidade socioecon mica, pois (A) os grandes lucros obtidos pela maior parte da popula o camponesa com as exporta es de g neros agr colas vem produzindo o enriquecimento dessa popula o e, conseq entemente, uma fuga do meio rural. (B) o incha o demogr fico e a falta de emprego nas grandes cidades, associados s extraordin rias rendas obtidas atrav s da agricultura familiar, est o produzindo um crescente processo de xodo urbano em nosso pa s. (C) tanto no campo quanto nas cidades, a crise econ mica das ltimas duas d cadas vem provocando a paralisa o das atividades produtivas industriais e agr colas e, conseq entemente, o desemprego. (D) embora o agro-neg cio gere grande produ o e rentabilidade, caracterizado pelo latif ndio e pela mecaniza o da agricultura, o que resulta em desemprego no campo e xodo rural. (E) ao contr rio das grandes cidades, as reas rurais v m se tornando cada vez mais din micas e atrativas aos investimentos externos, principalmente queles direcionados s atividades industriais e financeiras. (www.chargeonline.com.br) CEFET/Vestibulinho 8

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36. O Brasil possui uma estrutura fundi ria caracterizada pela concentra o da terra e pela exist ncia de latif ndios, dos quais muitos improdutivos. Tal modelo secular e foi implantado desde o in cio da coloniza o. Como forma de combate a essa estrutura fundi ria excludente, vem se destacando nas ltimas d cadas a atua o Leia o texto, para responder s quest es de n meros 38 a 46. A conseq ncia geral do desemprego na Europa e nos Estados Unidos foi uma dr stica redu o no com rcio internacional, que regrediu ao n vel de 1913. N o havia compradores para o caf do Brasil, o trigo da Argentina, a l da Austr lia e a seda do Jap o. Assim, a crise espalhava-se pelo mundo, com seu tr gico cortejo de fal ncias, desemprego e fome. Apenas a Uni o Sovi tica n o foi atingida, uma vez que estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas. (A) do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que, atrav s de ocupa es de terras devolutas e latif ndios, principalmente os improdutivos, busca efetivar a reforma agr ria e denunciar os crimes cometidos no campo. (Mariana Martins, (ed.). Grandes Fatos do S culo XX. Adaptado ) (B) da UDR (Uni o Democr tica Ruralista) que, como o pr prio nome diz, visa democratizar o acesso dos camponeses propriedade da terra, a fim de frear o processo de xodo rural que vem caracterizando o Brasil. 38. Observe vers es da ora o N o havia compradores para o caf do Brasil...: I. N o se achava compradores para o caf do Brasil. II. N o existia compradores para o caf do Brasil. III. N o se sabia de compradores para o caf do Brasil. (C) do PT (Partido dos Trabalhadores) que, nos tr s primeiros anos do governo Lula, realizou um investimento maci o em programas de reforma agr ria, erradicando a desigualdade e a viol ncia no campo. Quanto concord ncia verbal, apenas (A) I est correta. (D) da CUT (Central nica dos Trabalhadores) que vem realizando uma s rie de greves com o objetivo n o s de reivindicar melhores sal rios, mas tamb m de sensibilizar a sociedade em rela o quest o da reforma agr ria. (B) II est correta. (E) da UNE (Uni o Nacional dos Estudantes), que vem organizando uma s rie de movimentos de invas o de pr dios p blicos e de terras produtivas como forma de pressionar o governo a acelerar o processo de reforma agr ria. (E) I e III est o corretas. (C) III est correta. (D) I e II est o corretas. 39. As express es do Brasil, da Argentina, da Austr lia e do Jap o t m, na frase, emprego com valor (A) adjetivo, pois qualificam o verbo da ora o. 37. A quest o est relacionada charge e s afirma es a seguir. (B) adverbial, pois indicam circunst ncia de lugar. I. A estrutura fundi ria que privilegia a concentra o de terras um fator importante para a expuls o do homem do campo. II. Um fen meno que tem ocorrido no Brasil nestas ltimas d cadas o da concentra o de terras nas reas de intensa moderniza o agr cola. III. Para atender ao forte crescimento demogr fico, as cidades t m ampliado os equipamentos urbanos, sobretudo nas reas perif ricas densamente ocupadas. IV. O processo de urbaniza o brasileiro ocorreu de forma r pida e foi acompanhado pelo aumento do trabalho informal. V. Uma das caracter sticas da urbaniza o brasileira que ela alterou as hist ricas rela es de poder, pois nas cidades n o h espa o para a exclus o social. (C) adjetivo, pois se referem ao substantivo compradores. (D) adverbial, pois se relacionam forma verbal havia. (E) adjetivo, pois atribuem caracter sticas aos substantivos. 40. Quanto ao sentido, a ltima frase do texto equivale a: (A) A Uni o Sovi tica estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas, mas n o foi atingida. (B) Como estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas, apenas a Uni o Sovi tica n o foi atingida. Est correto somente o que se afirma em (C) A Uni o Sovi tica apenas estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas, porque n o foi atingida. (A) I, II e III. (B) I, II e IV. (D) Se estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas, apenas a Uni o Sovi tica n o foi atingida. (C) I, III e V. (D) II, III e V. (E) medida que estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas, apenas a Uni o Sovi tica n o foi atingida. (E) III, IV e V. 9 CEFET/Vestibulinho

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44. Se, na d cada de 1930, houve uma dr stica redu o do com rcio mundial, hoje ocorre o contr rio: as trocas comerciais t m crescido sistematicamente. Dentre as caracter sticas do com rcio mundial, pode-se citar 41. O boicote pelo qual passava a Uni o Sovi tica era devido (A) oposi o dos pa ses capitalistas expans o do socialismo no leste europeu. (B) ao apoio dado pelos sovi ticos ao governo Fidel Castro em seguida Revolu o Cubana. (A) a queda acentuada da participa o dos Estados Unidos e da Europa Ocidental nas exporta es de bens e servi os. (C) ao apoio dado pelos sovi ticos s ditaduras nazi-fascistas de Hitler e Mussolini. (B) a forte participa o do Oriente M dio nas importa es de alimentos e bens manufaturados, adquiridos dos pa ses importadores de petr leo. (D) aos enfrentamentos travados entre norte-americanos e sovi ticos no contexto da Guerra Fria. (E) ao xito da revolu o bolchevique e conseq ente implanta o do socialismo. (C) a nova divis o internacional do trabalho que promoveu a forte valoriza o dos produtos prim rios, como alimentos e minerais. 42. Tanto no Brasil, sob a presid ncia de Get lio Vargas, quanto nos Estados Unidos, sob a presid ncia de Roosevelt, foram tomadas medidas, at certo ponto semelhantes, para se combaterem os efeitos da Crise de 29. Sobre tais medidas, podese dizer que foram baseadas (D) a expans o das trocas comerciais no continente asi tico devido, principalmente, ao r pido processo de industrializa o da regi o. (E) o forte controle das trocas comerciais exercido pela Organiza o Mundial do Com rcio, institui o criada pelos pa ses subdesenvolvidos. (A) no liberalismo econ mico, ou seja, na total aus ncia do Estado na organiza o econ mica dos pa ses, pois se acreditava na tese desenvolvida por Adan Smith de que o Estado n o deve interferir na economia. (B) no intervencionismo estatal, a partir da cria o de uma legisla o trabalhista e da inje o de dinheiro p blico na economia, com a realiza o de grandes obras nos Estados Unidos e com a compra e queima de estoques de caf no Brasil. 45. Nas primeiras d cadas do s culo XX, a crise espalhava-se pelo mundo, com seu tr gico cortejo de fal ncias, desemprego e fome. Desses problemas, um ainda est muito presente na atualidade: a fome. Basta lembrar que estudos recentes da FAO ( rg o da ONU que trata da alimenta o e agricultura) mostram que cerca de 30% da popula o mundial sofre de problemas de subnutri o. Sobre a fome no mundo, s o feitas as seguintes afirma es: (C) em processos de privatiza es que, ao mesmo tempo em que capitalizaram o Estado e permitiram ao governo desenvolver programas de combate mis ria, tornaram as empresas mais competitivas. I. As crian as s o as mais afetadas pelos problemas de subnutri o e fome, principalmente nos pa ses subdesenvolvidos. (D) no incentivo s atividades agr colas que visavam tornar o pa s auto-suficiente e, por conseq ncia, menos dependente das rela es comerciais com os demais pa ses, seriamente atingidos pela crise. II. A baixa lucratividade da agropecu ria respons vel pelo pouco interesse das corpora es multinacionais em desenvolver novas tecnologias nesse setor. (E) na busca, por parte do Brasil, de uma balan a comercial favor vel que gerasse super vit para o governo pagar, aos Estados Unidos, a d vida acumulada desde o t rmino da 1.a Guerra Mundial. III. A fome cr nica aumenta a predisposi o s doen as e diminui a capacidade de trabalho dos indiv duos, al m de contribuir para a baixa esperan a de vida. Est correto somente o que se afirma em 43. Embora tenha origem nos Estados Unidos, pode-se dizer que a Crise de 29 teve um efeito domin , ou seja, imediatamente seus reflexos fizeram-se sentir, com maior ou menor intensidade, em todo o mundo. Tal fato pode ser explicado, pois (A) I. (B) II. (A) todos os pa ses capitalistas do mundo eram obrigados a seguir os padr es econ micos impostos pelos Estados Unidos. (C) I e II. (D) I e III. (B) como a Bolsa de Valores de Nova York era a nica existente at ent o, todos os investimentos mundiais l estavam concentrados. (E) II e III. (C) de modo geral, a economia mundial dependia tanto das importa es quanto dos investimentos norte-americanos. (D) medida que o modelo econ mico capitalista naufragava, o mundo vivenciava uma corrida armamentista para combater a amea a do comunismo. (E) a partir desse momento, desencadeou-se uma corrida entre as principais pot ncias mundiais com o objetivo de ocupar o lugar deixado pelos Estados Unidos. CEFET/Vestibulinho 10

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46. A Uni o Sovi tica... estava isolada do mercado internacional pelo boicote dos pa ses capitalistas. Esse isolamento da Uni o Sovi tica era relativo, pois, opondo-se aos Estados Unidos e seus aliados, durante d cadas ela exerceu forte hegemonia econ mica e pol tica sobre v rios pa ses do mundo. Desse per odo de confronto entre os dois grandes p los mundiais pode-se destacar, dentre outras conseq ncias, 48. Quando foi criada, em 1953, a Petrobr s foi concebida como uma empresa (A) a forma o do primeiro bloco econ mico que tinha como um dos objetivos a recupera o da import ncia pol tica e econ mica de pa ses da Europa Ocidental. (C) privada, mas que devido sua grande rentabilidade, foi estatizada pelo presidente Jo o Goulart. (A) privada, detentora do monop lio sobre o refino de petr leo e a distribui o de gasolina no Brasil. (B) privada, respons vel pela pesquisa e extra o das reservas petrol feras brasileiras. (D) estatal, mas que devido ao seu car ter deficit rio, foi privatizada durante o regime militar. (B) o encolhimento das corpora es transnacionais que procuravam manter as reas subdesenvolvidas como mercados consumidores dos Estados Unidos e aliados. (E) estatal, detentora do monop lio sobre a prospec o e o refino de petr leo no Brasil. (C) a cria o, pelos sovi ticos, de in meros programas de preserva o ambiental que eram apresentados ao mundo como pol ticas socialistas de rela o do homem com o meio. 49. Em 1936, o petr leo era motivo de pol mica no Brasil no que se referia sua explora o. Atualmente, no mundo, a pol mica sobre o uso do petr leo tem rela o com o seu pre o e, principalmente com os problemas que ele gera no meio ambiente, pois esse combust vel apontado como um dos causadores do efeito estufa, uma das grandes amea as ambientais deste s culo. Para controlar a emiss o dos gases respons veis pelo efeito estufa, foi lan ado, h quase dez anos, o Protocolo de Kyoto que (D) a ascens o pol tica e econ mica da China que recebeu grandes incentivos dos sovi ticos para fazer frente ao poderio econ mico e militar do Jap o. (E) o enfraquecimento do capital financeiro, pois os Estados Unidos e seus aliados tinham como grande preocupa o promover a industrializa o do mundo ocidental. (A) depois de assinado por todas as grandes pot ncias do Globo, j come a a dar os primeiros resultados que podem ser observados pela diminui o do aquecimento global. Para responder s quest es de n meros 47 a 52, leia o texto. UM LOBATO INCOMODA MUITA GENTE Dono de um ufanismo febril em tudo aquilo em que se envolvia, o escritor Monteiro Lobato era um d namo a procurar continuamente novas causas, novas frentes de batalha al m da literatura que, paradoxalmente, era a fonte financiadora das investidas no mundo dos neg cios, e n o o contr rio. E o sonho de encontrar petr leo ocuparia uma d cada de esfor os, tempo e recursos financeiros do escritor. (...) Em 1932 criaria a Cia. de Petr leo do Brasil e, nos anos seguintes, duas outras empresas. Em 1936 seu livro O Esc ndalo do Petr leo provocaria intensa pol mica em torno das teses ali defendidas de que havia um conluio entre autoridades governamentais e empresas multinacionais de petr leo no sentido de impedir a explora o do subsolo brasileiro pelo capital nacional. Mas a escolha do governo Vargas se daria pela estatiza o da explora o de petr leo, em vez do formato de livre-iniciativa defendido pelo escritor. (B) permanece como proposta ambiental dos pa ses do Sul, mas que ainda n o foi aceito pelos principais respons veis pelo aquecimento global: Estados Unidos, China e R ssia. (C) recebeu a ades o da maior parte dos pa ses do Globo, mas ainda n o foi ratificado pelos Estados Unidos, principal emissor de gases do Planeta. (D) tem sido sistematicamente desacreditado pelos cientistas que negam os efeitos negativos do efeito estufa para o meio ambiente. (E) prop e a desacelera o da atividade industrial nos pa ses em desenvolvimento, pois estes ainda n o adequaram suas pol ticas ambientais industrializa o. (Cartacapital na escola, maio/junho de 2006) 50. A livre iniciativa e a abertura de mercados atrav s da flexibiliza o das fronteiras nacionais s o caracter sticas do neoliberalismo que 47. Com base na discuss o trazida pelo texto, e em seus conhecimentos, a cria o da Petrobr s, em 1953, pode ser considerada uma grande vit ria do (A) um dos respons veis pela nova ordem econ mica mundial que retira do Estado o papel de regulador da economia. (A) projeto econ mico liberal defendido, inicialmente, pelo presidente Juscelino Kubitschek. (B) tem papel destacado na diminui o das crises econ micas que, at a d cada de 1980, afetavam a estabilidade de v rios pa ses do mundo. (B) interesse financeiro internacional sobre a economia brasileira. (C) projeto econ mico nacionalista defendido pelo presidente Getulio Vargas. (C) amplia o papel do Estado como criador de pol ticas p blicas destinadas a diminuir as desigualdades socioecon micas da popula o. (D) projeto econ mico nacionalista retomado pelo presidente Juscelino Kubitschek. (D) propicia a regulamenta o das atividades das transnacionais que devem se submeter s pol ticas nacionais. (E) liberalismo econ mico, praticado no Brasil anteriormente 2. Guerra Mundial. (E) promove o processo de globaliza o e, conseq entemente, a diminui o das diferen as econ micas entre os pa ses ricos e pobres. 11 CEFET/Vestibulinho

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51. O termo conluio, em destaque no texto, significa Leia o texto para responder s quest es de n meros 55 a 63. (A) conspira o. Descendo devagar, sinuosa luz, para crescer no ch o. Varando verdes, inventa o seu caminho e se acrescenta, guas subterr neas afloram para abra ar-se com a gua que desceu dos Andes. Do bojo das nuvens alv ssimas, tangidas pelo vento, desce a gua celeste. Reunidas, elas avan am, multiplicadas em infinitos caminhos, banhando a imensa plan cie verde, cortada pela linha do Equador. Plan cie que ocupa a vig sima parte deste lugar chamado Terra, onde moramos. Verde universo equatorial que abrange nove pa ses da Am rica Latina e que ocupa quase a metade do ch o brasileiro. Aqui est a maior reserva mundial de gua doce, ramificada em milhares de caminhos l quidos, m gico labirinto que de si mesmo se recria incessante, atravessando milh es de quil metros quadrados de territ rio verde. o Amazonas, a p tria da gua. (B) constata o. (C) pedido. (D) inten o. (E) obriga o. 52. Considerando o segundo par grafo, assinale a afirmativa correta. (A) Na ltima frase do texto, o pronome deveria vir ap s o verbo: daria-se. (B) O substantivo subsolo tamb m poderia ser grafado com h fen: sub-solo. (C) A refer ncia do adv rbio ali, no texto, est indefinida. (Thiago de Mello. Amazonas.) (D) Em explora o de petr leo a express o em destaque equivale a petrol fera. 55. No texto, predomina linguagem (A) referencial, por meio da qual se descreve o lugar, narram-se fatos e se analisa a sua relev ncia para a humanidade. (E) O partic pio verbal defendido deveria estar concordando com livre-iniciativa. (B) informativa, por meio da qual se narra o que acontece na regi o amaz nica. Para responder s quest es de n meros 53 e 54, leia o trecho a seguir, em que a personagem Em lia, de Monteiro Lobato, fica irritada com tia Anast cia. (C) objetiva, por meio da qual se analisa a import ncia do Amazonas para a Terra. Cala a boca! [...] Voc s entende de cebolas e alhos e vinagre e toicinhos. Est claro que n o poderia nunca ter visto fada porque elas n o aparecem para gente preta. Eu, se fosse Peter Pan, enganava Wendy dizendo que uma fada morre sempre que v uma negra bei uda... Mais respeito com os velhos, Em lia! advertiu dona Benta. N o quero que trate Nast cia desse modo. Todos aqui sabem que ela preta s por fora. (D) figurada, por meio da qual se apresentam aspectos descritivos, caracterizando-se o Amazonas. (E) subjetiva, por meio da qual se narram fatos ocorridos no lugar e se analisa a sua import ncia. 56. Em Reunidas, elas avan am... o pronome elas refere-se a (A) guas subterr neas e dos Andes. 53. No trecho, tanto na fala de Em lia quanto na de dona Benta, explicita-se (B) nuvens alv ssimas. (A) a intoler ncia com Nast cia por ser velha. (C) guas subterr neas e das nuvens alv ssimas. (B) o preconceito racial em rela o Nast cia. (D) guas subterr neas, dos Andes e das nuvens alv ssimas. (C) o descaso dos mais velhos, Nast cia e dona Benta, com as crian as. (E) gua dos Andes e gua celeste. (D) a indiferen a de dona Benta com rela o s hist rias infantis. 57. A frase ... guas subterr neas afloram para abra ar-se com a gua que desceu dos Andes. com os verbos aflorar e descer no passado, assume a seguinte forma: (E) a toler ncia entre os adultos e as crian as. (A) ... guas subterr neas afloravam para abra ar-se com a gua que descer dos Andes. 54. Assinale a alternativa que completa corretamente a fala de Dona Benta em discurso indireto. (B) ... guas subterr neas afloraram para abra ar-se com a gua que desce dos Andes. Dona Benta advertiu Em lia, dizendo que tivesse mais respeito com os velhos e que (C) ... guas subterr neas aflorariam para abra ar-se com a gua que descera dos Andes. (A) n o quer que trate Nast cia desse modo. (B) n o quero que trate Nast cia daquele modo. (D) ... guas subterr neas afloravam para abra ar-se com a gua que descia dos Andes. (C) n o queria que tratasse Nast cia daquele modo. (E) ... guas subterr neas aflorariam para abra ar-se com a gua que des a dos Andes. (D) n o quero que trata Nast cia desse modo. (E) n o quis que tratasse Nast cia desse modo. CEFET/Vestibulinho 12

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58. Encontra-se uma met fora na express o Da leitura do mapa e dos conhecimentos da realidade latinoamericana, pode-se afirmar que (A) m gico labirinto. (A) os pa ses de maior produ o de combust veis f sseis, como a Venezuela e a Bol via, est o entre os que apresentam os menores IDHs. (B) maior reserva mundial de gua doce. (C) milh es de quil metros quadrados de territ rio verde. (B) pa ses predominantemente agr colas como o Peru e a Col mbia t m IDHs e problemas socioecon micos semelhantes. (D) imensa plan cie verde. (E) infinitos caminhos. (C) Equador, Bol via e Col mbia, grandes exportadores de min rios e combust veis, est o entre os pa ses mais pobres do continente. 59. Governo ingl s divulga plano para _______ a _______ . O plano _______ que uma grande rea da regi o passaria a ser administrada por um cons rcio internacional. (D) Brasil, Venezuela e Peru est o entre os pa ses de maior IDH do continente latino-americano. (Folha Online, 03.10.2006. Adaptado) (E) apesar da riqueza do subsolo, pa ses como a Bol via enfrentam grandes problemas socioecon micos. Os espa os da frase devem ser preenchidos, respectivamente, com (A) privatizar Amazonia prev (B) privatisar Amazonia prev 61. (C) privatizar Amaz nia preve (D) privatizar Amazonia preve (E) privatizar Amaz nia prev 60. Verde universo equatorial que abrange nove pa ses da Am rica Latina e que ocupa quase metade do ch o brasileiro. Estes nove pa ses que t m terras banhadas pelo rio Amazonas e seus afluentes est o representados no mapa a seguir e s o identificados pelo IDH ( ndice de Desenvolvimento Humano) referente ao ano de 2003. (Gra a Maria L. Ferreira. Atlas Geogr fico. Adaptado) Assinale a alternativa que indica as causas principais do comprometimento dos rios numerados: (A) 1 e 2 polui o urbana e industrial; 3 e 4 - garimpo e agrot xicos. (B) 1 e 3 saliniza o provocada por represamentos; 2 e 4 agrot xicos. (C) 1 e 4 eros o das margens provocada pela urbaniza o; 2 e 3 garimpo. (D) 2 polui o provocada pela circula o de barcos; 1, 3 e 4 garimpo. (E) 3 sedimenta o do leito; 1, 2 e 4 polui o urbana e industrial. (ONU) 13 CEFET/Vestibulinho

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62. O rio Amazonas banha uma imensa plan cie verde, cortada pela linha do Equador, o que lhe garante caracter sticas especiais de clima que s o mostradas no climograma 63. Entre os principais povos pr -colombianos, destacaram-se os Incas, habitantes da cordilheira dos Andes, cuja propriedade da terra era (A) coletiva, sendo a produ o realizada por todos os membros daquela sociedade e dividida de forma igualit ria entre as fam lias. (B) estatal, sendo o trabalho compuls rio e a produ o excedente destinada ao imperador na forma de impostos. (A) (C) privada, cabendo nobreza a posse das melhores terras e aos camponeses as terras menos f rteis das encostas e montanhas. (D) coletiva, sendo a produ o realizada por povos de outras na es ind genas, derrotados nas guerras tribais. (E) um conceito ainda desconhecido, visto que ainda n o praticavam as rela es capitalistas de produ o. (B) 64. As bact rias e os v rus foram os aliados mais eficazes (da conquista). Os europeus traziam consigo ( ) a var ola e o t tano, v rias doen as intestinais e pulmonares ( ) a lepra ( ) as c ries que apodreciam as bocas. ( ) Os ndios morriam como moscas, seus organismos n o opunham defesas contra doen as novas. (Eduardo Galeano, As veias abertas da Am rica Latina. Adaptado) De acordo com o texto de Eduardo Galeano, correto afirmar que um dos principais fatores que contribu ram para a conquista da civiliza o Inca foi (C) (A) o grande n mero de doen as trazidas pelos europeus que causaram uma s rie de epidemias entre os povos ind genas. (B) a grande superioridade b lica dos espanh is em rela o aos nativos, principalmente em raz o das armas de fogo. (C) a grande superioridade num rica dos espanh is em rela o aos nativos, fato este determinante numa guerra. (D) o car ter extremamente pac fico dos povos ind genas, incapazes, portanto, de revidar os ataques dos europeus. (D) (E) a divis o pol tica que reinava entre os ndios, o que favorecia a alian a dos espanh is com as tribos subjugadas. (E) CEFET/Vestibulinho 14

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RASCUNHO 15 CEFET/Vestibulinho

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RASCUNHO

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CENTRO FEDERAL DE EDUCA O TECNOL GICA DE S O PAULO PROCESSO SELETIVO DEZEMBRO/2006 03.12.2006 1. CURSO T CNICO, ENSINO M DIO E PROEJA Gabarito de Ci ncias Naturais, Matem tica, Geografia, Hist ria e L ngua Portuguesa 1-A 2-A 3-B 4-C 5-C 6-D 7-C 8-A 9-D 10 - D 11 - E 12 - B 13 - E 14 - B 15 - C 16 - D 17 - E 18 - A 19 - A 20 - B 21 - C 22 - E 23 - A 24 - D 25 - E 26 - B 27 - C 28 - B 29 - D 30 - B 31 - E 32 - A 33 - E 34 - A 35 - D 36 - A 37 - B 38 - C 39 - E 40 - B 41 - E 42 - B 43 - C 44 - D 45 - D 46 - A 47 - C 48 - E 49 - C 50 - A 51 - A 52 - D 53 - B 54 - C 55 - D 56 - D 57 - D 58 - A 59 - E 60 - E 61 - A 62 - B 63 - B 64 - A 2. ENSINO SUPERIOR Gabarito de Ci ncias da Natureza, Matem tica, Ci ncias Humanas, C digos & Linguagem 1-E 2-C 3-C 4-A 5-D 6-B 7-D 8-C 9-E 10 - B 11 - D 12 - E 13 - C 14 - C 15 - A 16 - A 17 - C 18 - D 19 - B 20 - E 21 - A 22 - B 23 - E 24 - A 25 - B 26 - C 27 - B 28 - C 29 - A 30 - C 31 - E 32 - C 33 - C 34 - D 35 - C 36 - E 37 - A 38 - A 39 - A 40 - E 41 - A 42 - D 43 - C 44 - A 45 - C 46 - A 47 - C 48 - B 49 - E 50 - B 51 - B 52 - D 53 - C 54 - B 55 - B 56 - D 57 - E 58 - D 59 - A 60 - D 61 - E 62 - D 63 - C 64 - B Funda o para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista UNESP Rua Dona Germaine Burchard, 515 Fone 3670-5300 Cep 05002-062 S o Paulo SP www.vunesp.com.br

 

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