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 Enade Exame de 2006 - PROVAS - Biomedicina

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Sistema Nacional de Avalia o da Educa o Superior LEIA COM ATEN O AS INSTRU ES ABAIXO 01 - Voc est recebendo o seguinte material: a) este caderno com as quest es de m ltipla escolha e discursivas, das partes de forma o geral e componente espec fico da rea, e das quest es relativas sua percep o sobre a prova, assim distribu das: Partes Forma o geral/M ltipla escolha N mero das quest es 11 a 36 37 a 40 Percep o sobre a prova 41 a 49 5 60 % 6e 7 40 % 8 a 17 9 e 10 Componente espec fico/Discursivas Peso de cada parte 2a 1a 8 Forma o geral/Discursivas Componente espec fico/M ltipla escolha N mero das p ginas neste caderno 80 % 17 a 19 20 % 20 b) Caderno de Respostas em cuja capa existe, na parte inferior, um cart o destinado s respostas das quest es de m ltipla escolha e de percep o sobre a prova. As respostas s quest es discursivas dever o ser escritas a caneta esferogr fica de tinta preta nos espa os especificados no Caderno de Respostas. 02 - Verifique se este material est completo e se o seu nome no Cart o-Resposta est correto. Caso contr rio, notifique imediatamente a um dos respons veis pela sala. Ap s a confer ncia de seu nome no Cart o-Resposta, voc dever assin -lo no espa o pr prio, utilizando caneta esferogr fica de tinta preta. 03 - Observe, no Cart o-Resposta, as instru es sobre a marca o das respostas s quest es de m ltipla escolha (apenas uma resposta por quest o). 04 - Tenha muito cuidado com o Cart o-Resposta, para n o dobrar, amassar ou manchar. Esse Cart o somente poder ser substitu do caso esteja danificado em suas margens - rea de reconhecimento para leitura tica. 05 - Esta prova individual. S o vedados o uso de calculadora, qualquer comunica o e troca de material entre os presentes, consultas a material bibliogr fico, cadernos ou anota es de qualquer esp cie. 06 - Quando terminar, entregue a um dos respons veis pela sala o Cart o-Resposta grampeado ao Caderno de Respostas e assine a Lista de Presen a. Cabe esclarecer que voc s poder sair levando este Caderno de Quest es, decorridos 90 (noventa) minutos do in cio do Exame. 07 - Voc ter 04 (quatro) horas para responder as quest es de m ltipla escolha, discursivas e de percep o sobre a prova. Cons rcio Cesgranrio- FCC CESPE Diretoria de Estat sticas e Avalia o da Educa o Superior DEAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An sio Teixeira - INEP Minist rio da Educa o

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FORMA O GERAL QUEST O 2 QUEST O 1 INDICADORES DE FRACASSO ESCOLAR NO BRASIL Jos Pancetti O tema que domina os fragmentos po ticos abaixo o mar. Identifique, entre eles, aquele que mais se aproxima do quadro de Pancetti. (A) Os homens e as mulheres adormecidos na praia que nuvens procuram agarrar? (MELO NETO, Jo o Cabral de. Marinha. Os melhores poemas. S o Paulo: Global, 1985. p. 14.) (B) Um barco singra o peito rosado do mar. A manh sacode as ondas e os coqueiros. (ESP NOLA, Adriano. Pesca. Beira-sol. Rio de Janeiro: TopBooks, 1997. p. 13.) (C) Na melancolia de teus olhos Eu sinto a noite se inclinar E ou o as cantigas antigas Do mar. (Dispon vel em http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0173/aberto/fala_exclusivo.pdf) (MORAES, Vin cius de. Mar. Antologia Observando os dados fornecidos no quadro, percebe-se po tica. 25 ed. Rio de Janeiro: Jos Olympio, 1984. p. 93.) (A) um avan o nos ndices gerais da educa o no Pa s, gra- (D) E olhamos a ilha assinalada pelo gosto de abril que o mar trazia e galgamos nosso sono sobre a areia num barco s de vento e maresia. as ao investimento aplicado nas escolas. (B) um crescimento do Ensino M dio, com ndices superiores aos de pa ses com desenvolvimento semelhante. (SECCHIN, Ant nio Carlos. A ilha. Todos os ventos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. p. 148.) (C) um aumento da evas o escolar, devido necessidade de inser o profissional no mercado de trabalho. (E) As ondas v m deitar-se no estertor da praia larga... No vento a vir do mar ouvem-se avisos naufragados... Cabe as coroadas de algas magras e de estrados... Gargantas engolindo grossos goles de gua amarga... (D) um incremento do tempo m dio de forma o, sustentado pelo ndice de aprova o no Ensino Fundamental. (E) uma melhoria na qualifica o da for a de trabalho, incen- (BUENO, Alexei. Maresia. Poesia reunida. Rio tivada pelo aumento da escolaridade m dia. de Janeiro: Nova Fronteira, 2003. p. 19.) 2

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QUEST O 5 QUEST O 3 Samba do Approach Venha provar meu brunch Saiba que eu tenho approach Na hora do lunch Eu ando de ferryboat Eu tenho savoir-faire Meu temperamento light Minha casa hi-tech Toda hora rola um insight J fui f do Jethro Tull Hoje me amarro no Slash Minha vida agora cool Meu passado que foi trash Jornal do Brasil, 3 ago. 2005. Tendo em vista a constru o da id ia de na o no Brasil, o argumento da personagem expressa (A) a afirma o da identidade regional. (B) a fragiliza o do multiculturalismo global. (C) o ressurgimento do fundamentalismo local. (D) o esfacelamento da unidade do territ rio nacional. (E) o fortalecimento do separatismo estadual. Fica ligada no link Que eu vou confessar, my love Depois do d cimo drink S um bom e velho engov Eu tirei o meu green card E fui pra Miami Beach Posso n o ser pop star Mas j sou um nouveau riche QUEST O 4 A forma o da consci ncia tica, baseada na promo o dos valores ticos, envolve a identifica o de alguns conceitos como: consci ncia moral , senso moral , ju zo de fato e ju zo de valor . A esse respeito, leia os quadros a seguir. Eu tenho sex-appeal Saca s meu background Veloz como Damon Hill Tenaz como Fittipaldi N o dispenso um happy end Quero jogar no dream team De dia um macho man E de noite uma drag queen. (Zeca Baleiro) I - (...) Assim, nenhum verbo importado defectivo ou simplesmente irregular, e todos s o da primeira conjuga o e se conjugam como os verbos regulares da classe. (POSSENTI, S rio. Revista L ngua. Ano I, n.3, 2006.) II - O estrangeirismo lexical v lido quando h incorpora o de informa o nova, que n o existia em portugu s. (SECCHIN, Antonio Carlos. Revista L ngua, Ano I, n.3, 2006.) III - O problema do empr stimo ling stico n o se resolve com atitudes reacion rias, com estabelecer barreiras ou cord es de isolamento entrada de palavras e express es de outros idiomas. Resolve-se com o dinamismo cultural, com o g nio inventivo do povo. Povo que n o forja cultura dispensa-se de criar palavras com energia irradiadora e tem de conformar-se, queiram ou n o queiram os seus gram ticos, condi o de mero usu rio de cria es alheias. Qual afirmativa e respectiva raz o fazem uma associa o mais adequada com a situa o apresentada? (A) Afirmativa 1- porque o senso moral se manifesta como conseq ncia da consci ncia moral , que revela sentimentos associados s situa es da vida. (B) Afirmativa 1- porque o senso moral pressup e um ju zo de fato , que um ato normativo enunciador de normas segundo crit rios de correto e incorreto. (C) Afirmativa 1- porque o senso moral revela a indigna o diante de fatos que julgamos ter feito errado provocando sofrimento alheio. (D) Afirmativa 2- porque a consci ncia moral se manifesta na capacidade de deliberar diante de alternativas poss veis que s o avaliadas segundo valores ticos. (E) Afirmativa 2- porque a consci ncia moral indica um ju zo de valor que define o que as coisas s o, como s o e por que s o. (CUNHA, Celso. A l ngua portuguesa e a realidade brasileira. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1972.) IV - Para cada palavra estrangeira que adotamos, deixa-se de criar ou desaparece uma j existente. (PILLA, da Heloisa. Os neologismos do portugu s e a face social da l ngua. Porto Alegre: AGE, 2002.) O Samba do Approach, de autoria do maranhense Zeca Baleiro, ironiza a mania brasileira de ter especial apego a palavras e a modismos estrangeiros. As assertivas que se confirmam na letra da m sica s o, apenas, (A) I e II. (B) I e III. (C) II e III. (D) II e IV. (E) III e IV. 3

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QUEST O 6 A legisla o de tr nsito brasileira considera que o condutor de um ve culo est dirigindo alcoolizado quando o teor alco lico de seu sangue excede 0,6 gramas de lcool por litro de sangue. O gr fico abaixo mostra o processo de absor o e elimina o do lcool quando um indiv duo bebe, em um curto espa o de tempo, de 1 a 4 latas de cerveja. Considere as afirmativas a seguir. lcool no Sangue (g/litro) 1,0 I - O lcool absorvido pelo organismo muito mais lentamente do que eliminado. II - Uma pessoa que v dirigir imediatamente ap s a ingest o da bebida pode consumir, no m ximo, duas latas de cerveja. III - Se uma pessoa toma rapidamente quatro latas de cerveja, o lcool contido na bebida s completamente eliminado ap s se passarem cerca de 7 horas da ingest o. 0,9 1 lata 2 latas 3 latas 4 latas 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 Est ( o) correta(s) a(s) afirmativa(s) (A) II, apenas. (B) I e II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. 0,2 0,1 0 0 1 2 3 4 5 Tempo (horas) 6 7 8 (Fonte: National Health Institute, Estados Unidos) QUEST O 7 A tabela abaixo mostra como se distribui o tipo de ocupa o dos jovens de 16 a 24 anos que trabalham em 5 Regi es Metropolitanas e no Distrito Federal. (Fonte: Conv nio DIEESE / Seade, MTE / FAT e conv nios regionais. PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego Elabora o: DIEESE) Nota: (1) A amostra n o comporta a desagrega o para esta categoria. Das regi es estudadas, aquela que apresenta o maior percentual de jovens sem carteira assinada, dentre os jovens que s o assalariados do setor privado, (A) Belo Horizonte. (B) Distrito Federal. (C) Recife. (D) Salvador. (E) S o Paulo. 4

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QUEST O 8 Observe as composi es a seguir. Q UEST O D E PON TUA O Todo m undo aceit a que ao hom em cabe pont uar a pr pria vida: que viva em pont o de exclam a o ( dizem : t em alm a dionis aca) ; viva em pont o de int erroga o ( foi filosofia, ora poesia) ; viva equilibrando- se ent re v rgulas e sem pont ua o ( na pol t ica) : o hom em s n o aceit a do hom em que use a s pont ua o fat al: que use, na frase que ele vive o inevit vel pont o final. (MELO NETO, Jo o Cabral de. Museu de tudo e depois. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.) (CAULOS. S d i quando eu respiro. Porto Alegre: L & PM, 2001.) Os dois textos acima relacionam a vida a sinais de pontua o, utilizando estes como met foras do comportamento do ser humano e das suas atitudes. A exata correspond ncia entre a estrofe da poesia e o quadro do texto Uma Biografia (A) a primeira estrofe e o quarto quadro. (B) a segunda estrofe e o terceiro quadro. (C) a segunda estrofe e o quarto quadro. (D) a segunda estrofe e o quinto quadro. (E) a terceira estrofe e o quinto quadro. 5

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QUEST O 9 - DISCURSIVA Sobre a implanta o de pol ticas afirmativas relacionadas ado o de sistemas de cotas por meio de Projetos de Lei em tramita o no Congresso Nacional, leia os dois textos a seguir. Texto I Representantes do Movimento Negro Socialista entregaram ontem no Congresso um manifesto contra a vota o dos projetos que prop em o estabelecimento de cotas para negros em Universidades Federais e a cria o do Estatuto de Igualdade Racial. As duas propostas est o prontas para serem votadas na C mara, mas o movimento quer que os projetos sejam retirados da pauta. (...) Entre os integrantes do movimento estava a professora titular de Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Yvonne Maggie. preciso fazer o debate. Por isso ter vindo aqui j foi um avan o , disse. (Folha de S.Paulo Cotidiano, 30 jun. 2006 com adapta o.) Texto II Desde a ltima quinta-feira, quando um grupo de intelectuais entregou ao Congresso Nacional um manifesto contr rio ado o de cotas raciais no Brasil, a pol mica foi reacesa. (...) O diretor executivo da Educa o e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro), frei David Raimundo dos Santos, acredita que hoje o quadro do pa s injusto com os negros e defende a ado o do sistema de cotas. (Ag ncia Estado-Brasil, 03 jul. 2006.) Ampliando ainda mais o debate sobre todas essas pol ticas afirmativas, h tamb m os que adotam a posi o de que o crit rio para cotas nas Universidades P blicas n o deva ser restritivo, mas que considere tamb m a condi o social dos candidatos ao ingresso. Analisando a pol mica sobre o sistema de cotas raciais , identifique, no atual debate social, a) um argumento coerente utilizado por aqueles que o criticam; b) um argumento coerente utilizado por aqueles que o defendem. Item a) 1 2 HO N 3 4 CU S 5 6 7 RA 8 Item b) 1 2 HO N 3 4 CU S 5 6 7 RA 8 6 (valor: 5,0 pontos) (valor: 5,0 pontos)

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QUEST O 10 - DISCURSIVA Leia com aten o os textos abaixo. Duas das feridas do Brasil de hoje, sobretudo nos grandes centros urbanos, s o a banalidade do crime e a viol ncia praticada no tr nsito. Ao se clamar por solu o, surge a pergunta: de quem a responsabilidade? S o cerca de 50 mil brasileiros assassinados a cada ano, n mero muito superior ao de civis mortos em pa ses atravessados por guerras. Por que se mata tanto? Por que os governantes n o se sensibilizam e s no discurso tratam a seguran a como prioridade? Por que recorrer a chav es como endurecer as leis, quando j existe legisla o contra a impunidade? Por que deixar tantos jovens morrerem, tantas m es chorarem a falta dos filhos? Diante de uma trag dia urbana, qualquer rea o das pessoas diretamente envolvidas permitida. Podem sofrer, revoltar-se, chorar, n o fazer nada. Cabe a quem est de fora a atitude. Cabe sociedade perceber que o drama que naquela hora de tr s ou cinco fam lias , na verdade, de todos n s. E a n s n o reservado o direito da omiss o. N o podemos seguir vendo a vida dos nossos jovens escorrer pelas m os. N o podemos achar que evoluir aceitar crian as de 11 anos consumindo bebidas alco licas e, mais tarde, juntando esse h bito ao de dirigir, sem a menor no o de responsabilidade. (...) Queremos di logo com nossos meninos. Queremos campanhas que os alertem. Queremos leis que os protejam. Queremos mant -los no mundo para o qual os trouxemos. Queremos e precisamos ficar vivos para que eles fiquem vivos. (O Globo. Caderno Especial. 2 set. 2006.) (O Dia, Caderno Especial, Rio de Janeiro, 10 set. 2006.) Com base nas id ias contidas nos textos acima, responda seguinte pergunta, fundamentando o seu ponto de vista com argumentos. Como o Brasil pode enfrentar a viol ncia social e a viol ncia no tr nsito? (valor: 10,0 pontos) Observa es: Seu texto deve ser dissertativo-argumentativo (n o deve, portanto, ser escrito em forma de poema ou de narra o). O seu ponto de vista deve estar apoiado em argumentos. Seu texto deve ser redigido na modalidade escrita padr o da L ngua Portuguesa. O texto deve ter entre 8 e 12 linhas. 7

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COMPONENTE ESPEC FICO QUEST O 11 O progresso dos conhecimentos humanos, notadamente os referentes biologia e medicina, tiveram um grande impulso por meio de estudos utilizando-se animais de experimenta o. Analise as proposi es abaixo. I - Os animais criados em biot rios s o selecionados previamente pela comunidade e o pesquisador n o tem escolha sobre o modelo a ser utilizado. II - Os animais selecionados para um experimento devem ser de esp cie e qualidade apropriadas e apresentar boas condi es de sa de, usando-se o n mero m nimo necess rio para se obterem resultados v lidos. III - Nenhum procedimento com animais silvestres poder ser aprovado pelas comiss es de tica em experimenta o animal, sem autoriza o pr via fornecida pelo IBAMA. Est correto o que se afirma em (A) (B) (C) (D) (E) II, somente. I e II, somente. I e III, somente. II e III, somente. I, II e III. QUEST O 12 C lulas-tronco adultas podem originar diferentes tecidos, inclusive neur nios e c lulas card acas, com grande potencial terap utico. Recentemente verificou-se que pacientes portadores de doen as card acas recuperaram parcialmente o funcionamento do cora o quando inoculados com c lulas-tronco mesenquimais. Da mesma forma, 61% de pacientes com mal de Parkinson tratados com c lulas-tronco adultas melhoraram sua capacidade de realizar as tarefas di rias. Tendo em vista esses resultados, pode-se afirmar que (A) (B) (C) (D) (E) a clonagem reprodutiva necess ria para o desenvolvimento de terapias celulares por meio de c lulas-tronco. c lulas-tronco adultas s o obtidas a partir de embri es. o uso dessas c lulas-tronco n o permitido do ponto de vista legal. em qualquer experimento realizado com seres humanos, h falta de tica. pesquisas com c lulas-tronco podem apontar caminhos para novas t cnicas de terapias celulares. QUEST O 13 O tecn cio-99m (Tc-99m) um radiois topo utilizado para a realiza o de imagens cintilogr ficas da gl ndula tire ide, possuindo uma meia-vida de 6 horas. De acordo com as normas de biosseguran a vigentes, o limite m ximo permiss vel para libera o de rejeitos radioativos , no caso do Tc-99m, de uma atividade total m xima de 4 106 becquer is (Bq). Se uma amostra residual de Tc-99m possui uma atividade total inicial de 1,28 108 Bq, o tempo m nimo aproximado de armazenagem desse res duo antes de ser descartado em seguran a de (A) 30 minutos. (B) 3 horas. (C) 30 horas. (D) 3 dias. (E) 30 dias. QUEST O 14 O radionucl deo Iodo-131, comumente utilizado em medicina nuclear, emite radia o gama e beta. Para manipula o desse radiois topo h necessidade de prote o, sendo para isso empregadas barreiras de chumbo. Por que h necessidade dessas barreiras? (A) (B) (C) (D) (E) A radia o gama (eletromagn tica) tem alto poder de penetra o em diversos materiais. A radia o gama (constitu da por el trons) tem alto poder de penetra o em diversos materiais. A radia o beta (eletromagn tica) tem alto poder de penetra o em diversos materiais. A radia o beta (constitu da por el trons) tem alto poder de penetra o em diversos materiais. A emiss o de radia o gama aumenta muito o poder de penetra o da radia o beta. 8

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QUEST O 15 Considere o gr fico para responder quest o. 140 P A m d ia (m m H g ) 120 100 80 60 40 20 0 C o n tro le E x p e rim en ta l O gr fico resulta de um experimento realizado para verificar a efic cia de uma nova droga hipotensora em reduzir a press o arterial m dia (PA m dia) de um grupo de pacientes hipertensos (Experimental). O resultado obtido (m dia erro padr o da m dia) foi comparado PA m dia de um grupo de pacientes hipertensos que n o receberam a droga em quest o (Controle). Utilizando-se o tratamento estat stico adequado e adotando-se um n vel de signific ncia de 5% ( = 0,05), verificou-se que a probabilidade de a diferen a observada entre os dois grupos ser devida ao acaso de 9% (P = 0,09). A conclus o desses resultados que (A) (B) (C) (D) (E) a droga tem um efeito significativamente hipotensor. a droga deve ter um efeito hipotensor, que n o foi detectado no experimento. a droga tem um efeito significativamente hipertensor. se pode afirmar que a droga n o tem qualquer efeito hipotensor. n o se pode afirmar que esta droga tenha efeito hipotensor. Aten o: Para responder s quest es de n meros 16 e 17 considere as informa es e o gr fico que seguem. O gr fico representa a curva de dissocia o da hemoglobina (Hb) em fun o da press o parcial de oxig nio (pO2). Esta curva desloca-se para a direita com o aumento da temperatura (T) ou diminui o do pH e para esquerda nos casos contr rios ( T e pH). Satura o da hem oglobina (% ) 100 B T T pH pH 50 0 A 80 27 120 Press o parcial de O 2 (m m H g) QUEST O 16 Em rela o quantidade de O2 transportada pela Hb em uma mesma pO2 , pode-se afirmar que a Hb transporta (A) mais O2 quando a T mais baixa ou o pH mais cido. (B) menos O2 quando a T mais baixa ou o pH mais b sico. (C) mais O2 quando a T mais baixa ou o pH mais b sico. (D) menos O2 quando a T mais alta ou o pH mais b sico. (E) mais O2 quando a T mais alta ou o pH mais cido. 9

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QUEST O 17 I - A inclina o da curva de satura o da hemoglobina menor na press o parcial de 27 mmHg (A) em compara o com a press o de 80 mmHg (B) PORQUE II - um incremento na press o parcial de 27 para 28 mmHg propicia a liga o de mais O2 do que um incremento de 80 para 81 mmHg. correto afirmar que (A) (B) (C) (D) (E) as duas afirma es s o verdadeiras e a segunda justifica a primeira. as duas afirma es s o verdadeiras e a segunda n o justifica a primeira. a primeira afirma o verdadeira e a segunda falsa. a primeira afirma o falsa e a segunda verdadeira. as duas afirma es s o falsas. QUEST O 18 O sangue um tecido especializado que circula por um sistema fechado, no qual o volume deve ser mantido constante. Sangramentos podem ocorrer e devem ser rapidamente reparados, por meio de processos denominados, em conjunto, hemostasia. Considere as afirmativas abaixo. I - Coagula o do sangue a forma o de uma rede insol vel de fibrina a partir de fibrinog nio. II - Quando ocorre les o do endot lio vascular, plaquetas aderem ao local da les o, sofrem modifica es estruturais e liberam compostos que induzem vasoconstri o e agrega o plaquet ria. III - A coagula o controlada por inibidores naturais, como antitrombina e prote na C. Est correto o que se afirma em (A) (B) (C) (D) (E) I, II e III. II e III, somente. I e II, somente. II, somente. I, somente. QUEST O 19 As press es intrapulmonar e intrapleural s o fundamentais, respectivamente, para garantir a entrada de ar nos alv olos e a ades o da parede pulmonar caixa tor cica, de modo que as a es musculares que ampliam a caixa tor cica resultem em mudan as correspondentes nos pulm es. Em compara o com a expira o, as press es intrapulmonar e intrapleural durante a inspira o s o, respectivamente, (A) (B) (C) (D) (E) mais positiva mais negativa mais positiva mais negativa mais positiva mais negativa. mais negativa. mais positiva. mais positiva. mais negativa ou mais positiva. QUEST O 20 Os processos digestivos s o fundamentais para a reposi o energ tica. Esses processos envolvem em geral mecanismos secretores, de transporte por membranas e motores, de modo a propiciar os processos de digest o, absor o e excre o. Analise as afirmativas abaixo. I II III IV - A reabsor o de gua se d principalmente no intestino grosso. O peristaltismo depende das propriedades da musculatura lisa em cada n vel e de seu controle neural. A secre o de cido pelo est mago um fen meno de import ncia secund ria no processo digestivo. A maior parte da absor o de nutrientes ocorre no intestino delgado. S o corretas, SOMENTE (A) (B) (C) (D) (E) II e IV. III e IV. I, II e III. I, II e IV. II, III e IV. 10

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QUEST O 21 A press o arterial regulada por diversos mecanismos, sendo um dos mais importantes o que inclui os pressorreceptores arteriais e suas conex es com os circuitos que regulam a atividade card aca e vascular. Na hemorragia aguda, os pressorreceptores desencadeiam uma resposta que se caracteriza por (A) aumento da atividade card aca e vasodilata o perif rica. (B) diminui o da atividade card aca e vasoconstri o coronariana. (C) aumento da atividade card aca e vasoconstri o perif rica. (D) diminui o da atividade card aca e vasodilata o coronariana. (E) diminui o da atividade card aca e vasoconstri o perif rica. QUEST O 22 A prote na Ey de Drosophila regula a express o g nica e desencadeia a diferencia o de todos os tipos celulares necess rios forma o do olho da mosca. Em 1995, Halder et all inseriram um vetor contendo o gene ey em um grupo de c lulas que d origem perna do embri o de Drosophila e surgiu um olho na perna. G ru po d e c lu la s q u e d o rig em a o olho no a du lto G ru po d e c lu la s q u e d o rig em p ern a no a du lto C lu la s expre ssa nd o o ge ne e y L arva de D ro so p hila D ro so p hila a du lta O lh o na p ern a M osca no rm al M os ca co m ge ne e y exp resso a rtificia lm en te e m c du la s p recurso ras d e pe rn a (Adaptado de G. Halder, P. Callaerts e WJ. Gehring. Induction of ectopic eyes by targeted expression of the eyeless gene in Drosophila. Science. v. 267, n. 5205, p. 1788-1792, 1995) Este resultado sugere que (A) a prote na Ey exerce diferentes fun es, dependendo da posi o das c lulas no embri o. (B) a prote na Ey uma prote na de superf cie celular, capaz de receber sinais que indicam a localiza o da c lula no embri o. (C) o gene ey inserido nas c lulas que dariam origem perna induziu apoptose destas c lulas e substitui o por c lulas diferenciadas. (D) a prote na Ey capaz de desencadear todos os mecanismos necess rios diferencia o celular, para formar todas as complexas estruturas do olho da mosca. (E) na mosca normal s existe o gene ey nas c lulas que dar o origem ao olho e esta distribui o seletiva de genes a base da diferencia o celular durante o desenvolvimento embrion rio. 11

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QUEST O 23 Na d cada de 1960, demonstrou-se que a transcri o regulada por prote nas que se ligam a seq ncias espec ficas do DNA. Em 1983, Dynan e Tjian mostraram que uma prote na de n cleo de c lulas humanas, chamada Sp1, era capaz de se ligar a uma destas seq ncias e promover transcri o in vitro. Para prosseguir os estudos e determinar o mecanismo de a o de Sp1, era necess rio obter esta prote na em estado puro. O problema que Sp1 representa cerca de 0,001% do total de prote nas celulares. Para purificar a prote na Sp1 pela primeira vez um procedimento adequado seria (Adaptado de W. S. Dynan e R. Tjian. The promoter-specific transcription factor Sp 1 binds to upstream sequences in the SV40 early promoter. Cell. v.35, n. 1, p. 79-87, 1983) (A) cromatografia de afinidade com a seq ncia de DNA correspondente. (B) immunoblotting usando anticorpo prim rio contra Sp1. (C) cromatografia de afinidade usando anticorpo contra Sp1. (D) PCR (polymerase chain reaction). (E) cromatografia de troca i nica. QUEST O 24 Genes de resist ncia a antibi ticos (A) ocorrem devido a o mutag nica dos pr prios antibi ticos. (B) ocorrem sempre que se aplica o antibi tico no hospedeiro infectado. (C) s o transferidos diretamente da mitoc ndria das c lulas dos hospedeiros infectados. (D) destroem as bact rias sens veis ao antibi tico, o que permite o dom nio das resistentes. (E) s o transferidos entre bact rias por meio de plasm deos ou transposons. QUEST O 25 Deseja-se saber qual a distribui o nas diferentes fases do ciclo celular das c lulas de uma cultura. O corante Hoechst 33258, que n o fluorescente em solu o, mas fortemente fluorescente quando ligado ao DNA, capaz de atravessar as membranas celulares e se intercalar na dupla-h lice do DNA, estabelecendo liga o espec fica. Por citometria de fluxo, poss vel quantificar a fluoresc ncia (e, portanto, o DNA) de cada c lula da popula o. O gr fico abaixo mostra o n mero de c lulas versus a quantidade relativa de DNA por c lula. N m e ro d e c lu la s a b c 1 2 Q u a n tida d e re la tiv a d e D N A Em que fase da interfase as c lulas das reas a, b e c do gr fico se encontram? A B C D E a G2 G0 e G1 S G0 e G1 G1 e G2 b S S G0 e G1 G2 G0 c G0 e G1 G2 G2 S S 12

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QUEST O 26 A figura mostra uma micrografia eletr nica de transmiss o de uma mitoc ndria, e as setas indicam diferentes estruturas da organela. m em brana m itocondrial externa m atriz m itocondrial m em brana m itocondrial interna (Adaptado: www.bioeng.auckland.ac.nz/physiome/images_map.php) Analise as afirma es que seguem. I - O ciclo dos cidos tricarbox licos (ciclo de Krebs) ocorre na matriz mitocondrial. II - Os complexos do sistema de transporte de el trons localizam-se na membrana mitocondrial interna. III - Esta organela cont m material gen tico pr prio e codifica todas as suas prote nas e RNAs. Est correto o que se afirma em (A) (B) (C) (D) (E) I, II, III. II e III, somente. I e III, somente. I e II, somente. II, somente. Instru es: As quest es de n meros 27 a 29 cont m duas afirma es. Pode-se afirmar que (A) (B) (C) (D) (E) as duas afirma es s o verdadeiras e a segunda justifica a primeira. as duas afirma es s o verdadeiras e a segunda n o justifica a primeira. a primeira afirma o verdadeira e a segunda falsa. a primeira afirma o falsa e a segunda verdadeira. as duas afirma es s o falsas. QUEST O 27 I - No sistema nervoso aut nomo, as vias conhecidas como simp ticas induzem rea es org nicas maci as, mediadas principalmente pela noradrenalina, enquanto as vias parassimp ticas t m a es mais pontuais, mediadas geralmente pela acetilcolina PORQUE II - nos circuitos simp ticos h um elevado grau de converg ncia nas sinapses entre os neur nios. QUEST O 28 I - O genoma humano foi inteiramente seq enciado, o que permitiu identificar entre 25000 e 30000 genes, sendo que se conhecem as fun es de menos da metade deles PORQUE II - n o foram encontradas, nos bancos de dados gen ticos, prote nas ou dom nios prot icos hom logos, com fun es conhecidas. QUEST O 29 I - Os anticorpos IgG pat geno-espec ficos constituem uma importante resposta de defesa do organismo humano, gra as a uma enorme diversidade de reconhecimento antig nico PORQUE II - ocorrem rearranjos nos genes das imunoglobinas em linf citos B, que garantem essa diversidade. 13

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QUEST O 30 A figura abaixo mostra resultados obtidos em 1987 por Picard e Yamamoto. C lulas de mam fero em cultura foram transfectadas com vetor de express o contendo as prote nas indicadas: (a) -galactosidase; (b) prote na de fus o contendo receptor de glicocortic ide e -galactosidase. Adicionou-se s c lulas transfectadas um anticorpo contra -galactosidase (marcado com indicador fluorescente) e dexametasona foi adicionada s c lulas +Dex . (a) (b) D ex D ex P rote nas expressas N C N C P rote na de fus o R eceptor de glicocortic ide - g alactosidase - g alactosidase (Adaptado de D. Picard e K. R. Yamamoto. Two signals mediate hormone-dependent nuclear localization of the glucocorticoid receptor. Embo J. v.6, n. 11, p. 3333-3340, 1987) Os resultados permitem concluir que (A) ambas as prote nas s foram expressas em presen a de dexametasona. (B) -galactosidase s foi expressa no citoplasma em presen a de dexametasona. (C) a prote na de fus o s foi expressa em presen a de dexametasona. (D) dexametasona inibiu a s ntese da prote na de fus o, mas n o a de -galactosidase. (E) em presen a de dexametasona, a prote na de fus o deslocou-se para o n cleo das c lulas. QUEST O 31 A leishmaniose constitui um problema de sa de extremamente grave e estima-se que 350 milh es de pessoas estejam infectadas em mais de 80 pa ses. No Brasil, um dos pa ses em que a situa o mais grave, duas formas de leishmaniose s o observadas: a cut nea e a visceral. Em um posto de sa de, houve diagn stico cl nico de uma lcera causada por infec o por Leishmania, que foi reportada imediatamente ao Minist rio da Sa de. Conhecendo-se o ciclo de vida da Leishmania, deve-se (A) determinar o antibi tico ao qual essa bact ria sens vel, para estabelecer o tratamento do paciente. (B) buscar poss veis focos de mosquitos flebotom neos, inseto transmissor dessa bact ria, para preven o. (C) buscar poss veis focos de mosquitos Aedes, inseto transmissor desse protozo rio, para preven o. (D) averiguar, na comunidade, poss veis c es contaminados, uma vez que esses animais podem ser hospedeiros intermedi rios desse protozo rio. (E) combater a forma epimastigota, intracelular, desse organismo para evitar sua propaga o para outras pessoas. 14

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QUEST O 32 A gripe avi ria, provocada pelo v rus influenza do tipo H5N1, tem sido alvo de preocupa o mundial. Apesar de infectar principalmente aves, j foi detectada, em alguns pa ses da sia, infec o em humanos, levando a uma alta taxa de mortalidade. Sabe-se que os v rus influenza s o envelopados e t m o genoma composto por mol culas de RNA simples fita, negativa, segmentado, sendo que esse tipo de genoma pode contribuir para o estabelecimento de uma pandemia em seres humanos, al m de dificultar o desenvolvimento de uma vacina. Analise as afirma es abaixo. I - A coinfec o em um mesmo paciente por um v rus da gripe comum (H1N1) e o v rus da gripe avi ria possibilita a troca de segmentos dos dois genomas, ampliando as chances de surgir uma cepa altamente patog nica no homem. II - Vacinas para v rus da gripe comum (H1N1) n o devem ser eficientes para proteger contra o v rus da gripe avi ria. III - Os v rus com genomas de RNA s o conhecidos como retrov rus e, por se integrarem ao genoma da c lula hospedeira, n o h como control -los. Est correto o que se afirma em (A) (B) (C) (D) (E) II, somente. I e II, somente. I e III, somente. II e III, somente. I, II e III. QUEST O 33 Testes de DNA para determina o de paternidade s o hoje em dia realizados por meio da tecnologia de PCR (polymerase chain reaction, ou rea o de polimerase em cadeia). Estes testes distinguem loci conhecidos como microssat lites. Em um desses testes foram observados os resultados ilustrados no esquema abaixo, que representa a migra o eletrofor tica de uma an lise de paternidade de uma crian a (F), sua m e (M) e o suposto pai (SP). M F SP D ire o da m igra o eletrofor tica Analise as afirma es abaixo. I - PCR pode ser feito a partir de amostras com pouco DNA dos indiv duos, j que a t cnica possibilita a amplifica o de seq ncias espec ficas de DNA. II - O resultado revela que SP n o deve ser o pai da crian a, j que uma das bandas de DNA deste n o encontrada no DNA da crian a. III - Microssat lites s o regi es do genoma nas quais ocorrem repeti es de seq ncias nucleot dicas e por isso cada locus pode resultar em varia es de tamanho nos indiv duos testados. Est correto o que se afirma em (A) (B) (C) (D) (E) II, somente. I e II, somente. I e III, somente. II e III, somente. I, II e III. 15

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Aten o: Para responder s quest es de n meros 34 e 35, considere o texto e o gr fico que seguem. Hoje em dia mais de 40 milh es de indiv duos est o infectados com HIV, causador da AIDS (s ndrome da imunodefici ncia adquirida). Esquema da evolu o temporal dos est gios da AIDS ap s a infec o de um indiv duo, no tempo zero. A B C Legenda: 0 12 Tem po (m eses) 24 n m ero de c lulas T C D 4 + /m L resposta im une ao H IV carga viral (Adaptado de R. R. Redfield e D. S. Burke. HIV infection: the clinical picture. Scientific American. v. 259, n. 4, p. 90-98, 1988) QUEST O 34 Um teste normalmente empregado para o diagn stico do indiv duo soropositivo realizado pelo imunoensaio qualitativo conhecido como ELISA. Tendo em vista a progress o da doen a apresentada no gr fico, (A) o teste detecta diretamente a presen a do RNA viral e, portanto, deve ser mais eficiente durante os per odos indicados por A e C na figura. (B) n o h como detectar se um indiv duo est contaminado, exceto se ele j estiver com os sintomas da AIDS. (C) o teste detecta diretamente a presen a do v rus e, portanto, o resultado deve ser positivo durante toda a progress o da doen a. (D) o teste detecta a presen a de transcriptase reversa, que a enzima que replica o genoma viral. (E) o resultado do teste pode ser negativo se for realizado logo ap s a infec o, pois a quantidade de anticorpos contra HIV ainda baixa. QUEST O 35 Analise as afirma es abaixo. I - Os sintomas de imunodefici ncia da AIDS ocorrem quando a carga viral muito alta, o que corresponde s fases A e C da figura. II - Ap s a redu o do sistema imunol gico, fase C, pode ocorrer infec o por agentes biol gicos oportunistas. III - O v rus HIV permanece com alta taxa de replica o todo o tempo ap s a infec o, mas controlado pelo sistema imune, exceto na fase C. Est o corretas (A) I, II e III. (B) II e III, somente. (C) I e II, somente. (D) III, somente. (E) II, somente. 16

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QUEST O 36 Um laborat rio de controle de qualidade recebeu duas amostras de soro, do mesmo paciente, por m de diferentes fases da doen a com um intervalo de 6 meses entre as coletas. As amostras foram submetidas a dois ensaios imunoenzim ticos (ELISA) para captura de ant geno viral circulante. Ambos os kits est o dentro da validade, com todos os reagentes em perfeita ordem e a nica diferen a entre eles que o teste ELISA 1 utiliza anticorpos monoclonais para a captura de ant geno, enquanto o ELISA 2 utiliza anticorpos policlonais. Na tabela abaixo encontram-se os resultados obtidos. Teste im unoenzim tico ELISA 1 captura (m onoclonal) ELISA 2 captura (policlonal) 1 a am ostra 2 a am ostra O ensaio de ELISA 1 n o detectou o ant geno viral na 2a amostra porque anticorpos monoclonais (A) s o produzidos a partir da imuniza o de coelhos, gerando anticorpos de baixa sensibilidade. (B) t m menor especificidade quando comparados com os anticorpos policlonais, o que produz um maior n mero de falsos positivos. (C) s o altamente espec ficos e qualquer muta o no ant geno pode levar ao n o-reconhecimento deste. (D) utilizados nos testes imunoenzim ticos de captura s o geralmente da classe IgD, que t m menor sensibilidade. (E) s o gerados a partir da imuniza o de macacos com os v rus humanos, n o tendo boa sensibilidade mas alta especificidade. QUEST O 37 DISCURSIVA Indiv duos tratados com horm nio de crescimento humano antes de 1985 t m risco de desenvolver doen a de Creutzfeld-Jacob, que se acredita seja transmitida por agentes patog nicos chamados pr ons. O horm nio era ent o produzido a partir de hip fise de cad veres e, em 1985, foi introduzido o horm nio de crescimento recombinante, produzido em laborat rio por bact rias. a) Como a aplica o de horm nio de crescimento de hip fise pode estar relacionada com essa doen a? (valor:5,0 pontos) b) Por que a prote na recombinante n o apresenta risco do desenvolvimento dessa doen a? (valor:5,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 R A C S 15 17 U N H O

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QUEST O 38 DISCURSIVA O diabetes tipo I caracterizado pela destrui o das c lulas produtoras de insulina das ilhotas pancre ticas, enquanto o diabetes tipo II caracterizado pela resist ncia insulina. a) Qual a explica o mais aceita para a g nese dessas duas doen as metab licas? (valor: 5,0 pontos) b) Como se pode melhorar a condi o metab lica dos pacientes em cada caso? Justifique. (valor: 5,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 R 12 13 14 A C S U N H O 15 QUEST O 39 DISCURSIVA Nos pa ses em desenvolvimento h uma alta incid ncia de hepatite viral do tipo A. No entanto, a maioria da popula o n o apresenta os sintomas de hepatite. A an lise do perfil sorol gico dessas pessoas indica a presen a de anticorpos espec ficos da classe IgG e aus ncia de IgM. a) Conceitue infec o e doen a infecciosa em rela o hepatite viral do tipo A. (valor:5,0 pontos) b) Qual a raz o do perfil sorol gico observado? (valor:5,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 R A C S 15 18 U N H O

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QUEST O 40 DISCURSIVA O cDNA (c pia complementar do RNAm) do gene da ovoalbumina de galinha tem 1872 pares de base. Um pesquisador analisou o DNA gen mico de dois tipos de c lulas diferentes (oviduto e eritr citos), ap s digest o com a enzima de restri o EcoRI. Ap s migra o desse DNA em gel de agarose e hidrata o com o cDNA do gene da albumina obtevese o resultado abaixo. 1 2 Esquema de migra o de DNA gen mico de c lulas de oviduto (1) e eritr citos (2) hibridado com cDNA do gene de ovoalbumina. A seta indica a dire o de migra o da eletroforese, e os valores indicam o tamanho dos fragmentos encontrados. 9200 Tam anho do D N A em pares de bases 2350 1750 1250 (Adaptado de P. Chambon. Split genes. Scientific American. v. 244, n. 5, p. 60-71, 1981) Sabendo-se que o gene da ovoalbumina c pia nica, e que o cDNA possui 1872 nucleot deos e n o tem s tio sens vel para a enzima EcoRI, responda: a) Conhecendo a estrutura do gene eucarionte, como pode ser explicada a presen a de diferentes bandas de DNA? (valor:5,0 pontos) b) O gene da albumina bastante expresso nas c lulas do oviduto, mas n o expresso nos eritr citos. Considerando esta informa o, explique porque o padr o de bandas nos dois tipos de c lulas o mesmo. (valor:2,0 pontos) c) Cite uma etapa do processamento do RNA mensageiro de eucariontes e indique onde ela ocorre na c lula. (valor:3,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 R A C S 15 19 U N H O

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QUESTION RIO DE PERCEP O SOBRE A PROVA As quest es abaixo visam a levantar sua opini o sobre a qualidade e a adequa o da prova que voc acabou de realizar. Assinale as alternativas correspondentes sua opini o, nos espa os pr prios (parte inferior) do Cart o-Resposta. Agradecemos sua colabora o. QUEST O 41 QUEST O 46 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Forma o Geral? (A) Muito f cil. (B) F cil. (C) M dio. (D) Dif cil. (E) Muito dif cil. As informa es/instru es fornecidas para a resolu o das quest es foram suficientes para resolv -las? (A) Sim, at excessivas. (B) Sim, em todas elas. (C) Sim, na maioria delas. (D) Sim, somente em algumas. (E) N o, em nenhuma delas. QUEST O 42 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Componente Espec fico? (A) Muito f cil. (B) F cil. (C) M dio. (D) Dif cil. (E) Muito dif cil. QUEST O 47 Voc se deparou com alguma dificuldade ao responder prova. Qual? (A) Desconhecimento do conte do. (B) Forma diferente de abordagem do conte do. QUEST O 43 (C) Espa o insuficiente para responder s quest es. Considerando a extens o da prova, em rela o ao tempo total, voc considera que a prova foi: (A) muito longa. (B) longa. (C) adequada. (D) curta. (E) muito curta. (D) Falta de motiva o para fazer a prova. (E) N o tive qualquer tipo de dificuldade para responder prova. QUEST O 48 Considerando apenas as quest es objetivas da prova, voc percebeu que: QUEST O 44 (A) n o estudou ainda a maioria desses conte dos. Os enunciados das quest es da prova na parte de Forma o Geral estavam claros e objetivos? (A) Sim, todos. (B) Sim, a maioria. (C) Apenas cerca da metade. (D) Poucos. (E) N o, nenhum. (B) estudou alguns desses conte dos, mas n o os aprendeu. (C) estudou a maioria desses conte dos, mas n o os aprendeu. (D) estudou e aprendeu muitos desses conte dos. (E) estudou e aprendeu todos esses conte dos. QUEST O 45 QUEST O 49 Os enunciados das quest es da prova na parte de Componente Espec fico estavam claros e objetivos? (A) Sim, todos. (B) Sim, a maioria. (C) Apenas cerca da metade. (D) Poucos. (E) N o, nenhum. Qual foi o tempo gasto por voc para concluir a prova? (A) Menos de uma hora. (B) Entre uma e duas horas. (C) Entre duas e tr s horas. (D) Entre tr s e quatro horas. (E) Quatro horas e n o consegui terminar. 20

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GABARITO DAS QUEST ES DE M LTIPLA ESCOLHA BIOMEDICINA 1 E 2 B 3 A 4 D 5 C 6 D 7 C 8 E 9 DISCURSIVA 10 DISCURSIVA 11 D 12 E 13 C 14 A 15 E 16 C 17 D 18 A 19 B 20 D 21 C 22 D 23 A 24 E 25 B 26 D 27 C 28 A 29 A 30 E 31 D 32 B 33 C 34 E 35 B 36 C 37 DISCURSIVA 38 DISCURSIVA 39 DISCURSIVA 40 DISCURSIVA

 

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