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 Enade Exame de 2008 - PROVAS - TECNOLÓGICOS - Automação Industrial

   25 pages, 56 questions, 0 questions with responses, 0 total responses

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2008 23 Novembro 2008 LEIA COM ATEN O AS INSTRU ES ABAIXO. 01 - Voc est recebendo o seguinte material: a) este caderno com as q uest es de m ltipla escolha e d iscursivas , d as partes de forma o geral e componente espec fico da rea, e d as quest es relativas sua p ercep o sobre a prova , assim distribu das: N meros das Quest es Partes Peso de cada parte 1a8 60% Forma o Geral/Discursivas 9 e 10 40% Componente Espec fico/M ltipla Escolha 11 a 37 85 % Componente Espec fico/Discursivas 38 a 40 15 % 1a9 __ Forma o Geral/M ltipla Escolha Percep o sobre a prova b) 1 Caderno de Respostas em cuja capa existe, na parte inferior, um cart o destinado s respostas das quest es de m ltipla escolha e de percep o sobre a prova. As respostas s quest es discursivas dever o ser escritas a caneta esferogr fica de tinta preta nos espa os especificados no Caderno de Respostas. 02 - Verifique se este material est completo e se o seu nome no Cart o-Resposta est correto. Caso contr rio, notifique imediatamente a um dos Respons veis pela sala. Ap s a confer ncia do seu nome no Cart o-Resposta, voc dever assin -lo no espa o pr prio, utilizando caneta esferogr fica de tinta preta. 03 - Observe no Cart o-Resposta as instru es sobre a marca o das respostas s quest es de m ltipla escolha (apenas uma resposta por quest o). 04 - Tenha muito cuidado com o Cart o-Resposta, para n o o d obrar, amassar ou manchar. Este Cart o somente poder ser substitu do caso esteja danificado em suas margens - superior e/ou inferior - onde se encontra a barra de reconhecimento para leitura tica. 05 - Esta prova individual. S o vedados o uso de calculadora e qualquer comunica o e troca de material entre os presentes, consultas a material bibliogr fico, cadernos ou anota es de qualquer esp cie. 06 - Quando terminar, entregue a um dos Respons veis pela sala o Cart o-Resposta grampeado ao Caderno de Respostas e assine a Lista de Presen a. Cabe esclarecer que voc s poder sair levando este Caderno de Quest es, decorridos 90 (noventa) minutos do in cio do Exame. 07 - Voc ter 04 (quatro) horas para responder s quest es de m ltipla escolha, discursivas e de percep o sobre a prova. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An sio Teixeira - INEP Minist rio da Educa o

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2008 FORMA O GERAL QUEST O 1 O escritor Machado de Assis (1839-1908), cujo centen rio de morte est sendo celebrado no presente ano, retratou na sua obra de fic o as grandes transforma es pol ticas que aconteceram no Brasil nas ltimas d cadas do s culo XIX. O fragmento do romance Esa e Jac , a seguir transcrito, reflete o clima pol tico-social vivido naquela poca. Podia ter sido mais turbulento. Conspira o houve, decerto, mas uma barricada n o faria mal. Seja como for, venceu-se a campanha. (...) Deodoro uma bela figura. (...) Enquanto a cabe a de Paulo ia formulando essas id ias, a de Pedro ia pensando o contr rio; chamava o movimento um crime. Um crime e um disparate, al m de ingratid o; o imperador devia ter pegado os principais cabe as e mand -los executar. ASSIS, Machado de. Esa e Jac . In:_. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1979. v. 1, cap. LXVII (Fragmento). Os personagens a seguir est o presentes no imagin rio brasileiro, como s mbolos da P tria. I II Dispon vel em: http://www.morcegolivre.vet.br/tiradentes_lj.html ERMAKOFF, George. Rio de Janeiro, 18401900: Uma cr nica fotogr fica. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2006. p.189. III ERMAKOFF, George. Rio de Janeiro, 1840-1900: Uma cr nica fotogr fica. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2006. p.38. IV V LAGO, Pedro Corr a do; BANDEIRA, J lio. Debret e o Brasil: Obra Completa 1816-1831. Rio de Janeiro: Capivara, 2007. p. 78. LAGO, Pedro Corr a do; BANDEIRA, Julio. Debret e o Brasil: Obra Completa 1816-1831. Rio de Janeiro: Capivara, 2007. p. 93. Das imagens acima, as figuras referidas no fragmento do romance Esa e Jac s o (A) I e III (B) I e V (C) II e III (D) II e IV 2 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL (E) II e V

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2008 QUEST O 2 QUEST O 4 Quando o homem n o trata bem a natureza, a natureza n o trata bem o homem. CIDAD S DE SEGUNDA CLASSE? As melhores leis a favor das mulheres de cada pa s-membro Essa afirmativa reitera a necess ria intera o das diferentes esp cies, representadas na imagem a seguir. da Uni o Europ ia est o sendo reunidas por especialistas. O objetivo compor uma legisla o continental capaz de contemplar temas que v o da contracep o eq idade salarial, da prostitui o aposentadoria. Contudo, uma legisla o que assegure a inclus o social das cidad s deve contemplar outros temas, al m dos citados. S o dois os temas mais espec ficos para essa legisla o: (A) aborto e viol ncia dom stica. (B) cotas raciais e ass dio moral. (C) educa o moral e trabalho. (D) estupro e imigra o clandestina. (E) liberdade de express o e div rcio. QUEST O 5 A foto a seguir, da americana Margaret Bourke-White (1904-71), apresenta desempregados na fila de alimentos durante a Grande Depress o, que se iniciou em 1929. Dispon vel em: http://curiosidades.spaceblog.com.br Acesso em: 10 out. 2008. Depreende-se dessa imagem a (A) atua o do homem na clonagem de animais pr -hist ricos. (B) exclus o do homem na amea a efetiva sobreviv ncia do planeta. (C) inger ncia do homem na reprodu o de esp cies em cativeiro. (D) muta o das esp cies pela a o predat ria do homem. (E) responsabilidade do homem na manuten o da biodiversidade. QUEST O 3 A exposi o aos raios ultravioleta tipo B (UVB) causa queimaduras na pele, que podem ocasionar les es graves ao longo do tempo. Por essa raz o, recomenda-se a utiliza o de filtros solares, que deixam passar apenas uma certa fra o desses raios, indicada pelo Fator de Prote o Solar (FPS). Por exemplo, um protetor com FPS igual a 10 deixa passar apenas 1/10 (ou seja, ret m 90%) dos raios UVB. Um protetor que retenha 95% dos raios UVB possui um FPS igual a (A) 95 (B) 90 (C) 50 (D) 20 (E) 5 STRICKLAND, Carol; BOSWELL, John. A rte Comentada: d a pr -hist ria ao p s-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro [s.d.]. Al m da preocupa o com a perfeita composi o, a artista, nessa foto, revela (A) a capacidade de organiza o do operariado. (B) a esperan a de um futuro melhor para negros. (C) a possibilidade de ascens o social universal. (D) as contradi es da sociedade capitalista. (E) o consumismo de determinadas classes sociais. 3 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 6 CENTROS URBANOS MEMBROS DO GRUPO ENERGIA-CIDADES LE MONDE Diplomatique Brasil. Atlas do Meio Ambiente, 2008. p. 82. No mapa, registra-se uma pr tica exemplar para que as cidades se tornem sustent veis de fato, favorecendo as trocas horizontais, ou seja, associando e conectando territ rios entre si, evitando desperd cios no uso de energia. Essa pr tica exemplar ap ia-se, fundamentalmente, na (A) centraliza o de decis es pol ticas. (B) atua o estrat gica em rede. (C) fragmenta o de iniciativas institucionais. (D) hierarquiza o de autonomias locais. (E) unifica o regional de impostos. QUEST O 7 Apesar do progresso verificado nos ltimos anos, o Brasil continua sendo um pa s em que h uma grande desigualdade de renda entre os cidad os. Uma forma de se constatar este fato por meio da Curva de Lorenz, que fornece, para cada valor de x entre 0 e 100, o percentual da renda total do Pa s auferido pelos x% de brasileiros de menor renda. Por exemplo, na Curva de Lorenz para 2004, apresentada ao lado, constata-se que a renda total dos 60% de menor renda representou apenas 20% da renda total. De acordo com o mesmo gr fico, o percentual da renda total correspondente aos 20% de m aior r enda foi, aproximadamente, igual a (A) 20% (B) 40% (C) 50% (D) 60% (E) 80% Dispon vel em: http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/ desigualdaderendanobrasil/cap_04_avaliandoasignificancia.pdf 4 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 8 O fil sofo alem o Friedrich Nietzsche(1844-1900), talvez o pensador moderno mais inc modo e provocativo, influenciou v rias gera es e movimentos art sticos. O Expressionismo, que teve forte influ ncia desse fil sofo, contribuiu para o pensamento contr rio ao racionalismo moderno e ao trabalho mec nico, atrav s do embate entre a raz o e a fantasia. As obras desse movimento deixam de priorizar o padr o de beleza tradicional para enfocar a instabilidade da vida, marcada por ang stia, dor, inadequa o do artista diante da realidade. Das obras a seguir, a que reflete esse enfoque art stico (A) (B) Homem idoso na poltrona Rembrandt van Rijn - Louvre, Paris Dispon vel em: http://www.allposters.com/ gallery.asp?startat=/ getposter.aspolAPNum=1350898 (C) Figura e borboleta Milton Dacosta Dispon vel em: http://www.unesp.br/ouvidoria/ publicacoes/ed_0805.php (D) O grito - Edvard Munch - Museu Munch, Oslo Dispon vel em: http://members.cox.net/ claregerber2/The%20Scream2.jpg (E) Menino mordido por um lagarto Michelangelo Merisi (Caravaggio) - National Gallery, Londres Dispon vel em: http://vr.theatre.ntu.edu.tw/artsfile/ artists/images/Caravaggio/Caravaggio024/File1.jpg Abaporu - Tarsila do Amaral Dispon vel em: http://tarsiladoamaral.com.br/index_frame.htm 5 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 9 - DISCURSIVA DIREITOS HUMANOS EM QUEST O O car ter universalizante dos direitos do homem (...) n o da ordem do saber te rico, mas do operat rio ou pr tico: eles s o invocados para agir, desde o princ pio, em qualquer situa o dada. Fran ois JULIEN, fil sofo e soci logo. Neste ano, em que s o comemorados os 60 anos da Declara o Universal dos Direitos Humanos, novas perspectivas e concep es incorporam-se agenda p blica brasileira. Uma das novas perspectivas em foco a vis o mais integrada dos direitos econ micos, sociais, civis, pol ticos e, mais recentemente, ambientais, ou seja, trata-se da integralidade ou indivisibilidade dos direitos humanos. Dentre as novas concep es de direitos, destacam-se: a habita o como moradia digna e n o apenas como necessidade de abrigo e prote o; a seguran a como bem-estar e n o apenas como necessidade de vigil ncia e puni o; o trabalho como a o para a vida e n o apenas como necessidade de emprego e renda. Tendo em vista o exposto acima, selecione uma das concep es destacadas e esclare a por que ela representa um avan o para o exerc cio pleno da cidadania, na perspectiva da integralidade dos direitos humanos. Seu texto deve ter entre 8 e 10 linhas. (valor: 10,0 pontos) LE MONDE Diplomatique Brasil. Ano 2, n. 7, fev. 2008, p. 31. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 HO UN SC RA 10 6 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 Revista Veja, 20 ago. 2008. p. 72-73. QUEST O 10 - DISCURSIVA Alunos d o nota 7,1 para ensino m dio Apesar das v rias avalia es que mostram que o ensino m dio est muito aqu m do desejado, os alunos, ao analisarem a forma o que receberam, t m outro diagn stico. No question rio socioeco-n mico que responderam no Enem (Exame Nacional do Ensino M dio) do ano passado, eles deram para seus col gios nota m dia 7,1. Essa boa avalia o varia pouco conforme o desempenho do aluno. Entre os que foram mal no exame, a m dia de 7,2; entre aqueles que foram bem, ela fica em 7,1. GOIS, Antonio. Folha de S.Paulo, 11 jun. 2008 (Fragmento). Entre os piores tamb m em matem tica e leitura O Brasil teve o quarto pior desempenho, entre 57 pa ses e territ rios, no maior teste mundial de matem tica, o Programa Internacional de Avalia o de Alunos (Pisa) de 2006. Os estudantes brasileiros de escolas p blicas e particulares ficaram na 54a posi o, frente apenas de Tun sia, Qatar e Quirguist o. Na prova de leitura, que mede a compreens o de textos, o pa s foi o oitavo pior, entre 56 na es. Os resultados completos do Pisa 2006, que avalia jovens de 15 anos, foram anunciados ontem pela Organiza o para a Coopera o e o Desenvolvimento (OCDE), entidade que re ne pa ses adeptos da economia de mercado, a maioria do mundo desenvolvido. WEBER, Dem trio. Jornal O Globo, 5 dez. 2007, p. 14 (Fragmento). Ensino fundamental atinge meta de 2009 O aumento das m dias dos alunos, especialmente em matem tica, e a diminui o da reprova o fizeram com que, de 2005 para 2007, o pa s melhorasse os indicadores de qualidade da educa o. O avan o foi mais vis vel no ensino fundamental. No ensino m dio, praticamente n o houve melhoria. Numa escala de zero a dez, o ensino fundamental em seus anos iniciais (da primeira quarta s rie) teve nota 4,2 em 2007. Em 2005, a nota fora 3,8. Nos anos finais (quinta a oitava), a alta foi de 3,5 para 3,8. No ensino m dio, de 3,4 para 3,5. Embora tenha comemorado o aumento da nota, ela ainda foi considerada pior do que regular pelo ministro da Educa o, Fernando Haddad. GOIS, Antonio e PINHO, Angela. Folha de S.Paulo, 12 jun. 2008 (Fragmento). A partir da leitura dos fragmentos motivadores reproduzidos, redija um texto dissertativo (fundamentado em pelo menos dois argumentos), sobre o seguinte tema: A contradi o entre os resultados de avalia es oficiais e a opini o emitida pelos professores, pais e alunos sobre a educa o brasileira. No desenvolvimento do tema proposto, utilize os conhecimentos adquiridos ao longo de sua forma o. Observa es Seu texto deve ser de cunho dissertativo-argumentativo (n o deve, portanto, ser escrito em forma de poema, de narra o etc.). Seu ponto de vista deve estar apoiado em pelo menos dois argumentos. O texto deve ter entre 8 e 10 linhas. O texto deve ser redigido na modalidade padr o da L ngua Portuguesa. Seu texto n o deve conter fragmentos dos textos motivadores. (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 HO UN SC RA 7 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 14 COMPONENTE ESPEC FICO Dados: Rx uma resist ncia desconhecida. R2 um potenci metro. R1 e R3 s o resistores com valores conhecidos. V um volt metro usado para medir a tens o entre os pontos B e C. U a tens o de entrada. QUEST O 11 O carro de uma fresadora CNC move-se sobre o eixo x, de modo que, no instante t, a posi o x = sen 3t, t 0, onde x dado em metros e t, em segundos. (Dado: (sen t) = cos( t)) Analise as afirma es abaixo sobre o movimento do carro da fresadora. I - A posi o do carro no instante t = /6 igual a um metro. II - A acelera o constante para todo t. III - A velocidade para t = /2 igual a 3 m/s. Em rela o ao circuito representado acima, analise as afirma es a seguir. (S o) correta(s) APENAS a(s) afirma o( es) (A) I (B) II (C) III (D) I e II (E) I e III I - Se a raz o entre as resist ncias (R2/R1) igual raz o entre as resist ncias (R3/Rx), a diferen a de potencial entre os pontos B e C zero. II - Se a raz o entre as resist ncias (R1/Rx) igual raz o entre as resist ncias (R2/R3), a diferen a de potencial entre os pontos B e C zero. QUEST O 12 III - Se o produto entre as resist ncias (R1 e Rx) igual ao Uma ponte rolante movimenta uma bobina de a o de 6.000 kg em sentido descendente, com velocidade constante. Durante o processo de frenagem, o sistema de freio do cabo de a o provoca uma desacelera o constante de 4 m/s2. Qual a for a, em N, no cabo de a o, durante a frenagem? produto entre as resist ncias (R2 e R3), a diferen a de potencial entre os pontos B e C zero. (S o) correta(s) a(s) afirma o( es) (A) I, apenas. (B) III, apenas. (C) I e II, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. (Dados: For a = massa x acelera o Acelera o = v/ t Acelera o da gravidade = 10 m/s2) (A) (B) (C) (D) (E) 24.000 36.000 56.000 60.000 84.000 QUEST O 15 Durante a manuten o de um equipamento eletr nico, observou-se que: no circuito apresentado a seguir, quando a chave S era colocada na posi o 1, o transistor Q1 saturava e o LED (diodo emissor de luz) acendia; colocando-se a chave S na posi o 2, o transistor Q1 cortava e o LED apagava. QUEST O 13 A fonte de alimenta o CC representada pelo esquema da figura abaixo apresenta defeito. Considere que existe apenas um componente el trico defeituoso (aberto / interrompido), e que a fonte est alimentada com tens o alternada da rede el trica Ve (127 Vrms, 60 Hz) e R >> XL (XL = reat ncia do indutor). Analisando o sinal observado na tela do oscilosc pio, qual a prov vel causa do defeito? (A) Diodo D1 aberto (B) Diodo D2 aberto (C) Capacitor aberto (D) Indutor aberto (E) Fus vel aberto Analisando o circuito, conclui-se que RB igual a (A) (C) 10,50 K (E) 15,50 K 8 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL 5,65 K (B) 7,65 K (D) 12,25 K

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2008 QUEST O 16 Um amplificador de sinais pode ser constru do empregando-se um circuito integrado denominado amplificador operacional, como apresentado na figura abaixo. A diferen a de potencial nos terminais de entrada de um amplificador operacional sem realimenta o nula. PORQUE Em termos pr ticos e de projeto, considera-se a imped ncia de entrada de um amplificador operacional infinita. Analisando-se essas afirma es relativas figura, conclui-se que (A) as duas afirma es s o verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. (B) as duas afirma es s o verdadeiras, e a segunda n o justifica a primeira. (C) a primeira afirma o verdadeira, e a segunda falsa. (D) a primeira afirma o falsa, e a segunda verdadeira. (E) as duas afirma es s o falsas. QUEST O 17 Para construir um rel gio digital necess ria uma freq ncia b sica (clock) bem controlada. Nos rel gios digitais que funcionam com bateria, a freq ncia b sica obtida normalmente de um oscilador a cristal de quartzo. Rel gios digitais que operam com tens o alternada (AC) da rede de energia el trica podem usar a freq ncia de 60 Hz da rede como freq ncia b sica. Em ambos os casos, a freq ncia b sica deve ser dividida para a freq ncia de 1 Hz ou 1 pulso por segundo (pps). A figura abaixo apresenta o diagrama em blocos de um rel gio digital que opera com 60 Hz. Da an lise do diagrama em blocos apresentado acima, conclui-se que a sa da do contador de m dulo 6 da se o dos minutos tem uma freq ncia de (A) 120 Hz (B) 3.500 pps (C) 10 pulsos/hora (D) 1 pulso/hora (E) 1 pulso/minuto 9 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 18 No projeto de um sistema embarcado de controle, deve ser escolhido um microcontrolador que atenda exatamente s especifica es, dado que uma escolha inadequada levar a maior custo final. Ap s o desenvolvimento do sistema, foi escolhido um microcontrolador de 8 bits, com arquitetura Harvard. Foram levantadas as seguintes caracter sticas necess rias ao microcontrolador em que ser implantado o sistema: o programa ocupar 1.200 linhas de programa; ser necess rio o armazenamento de um conjunto de 255 bytes de dados permanentemente no microcontrolador; a manipula o de grande quantidade de informa es durante o processamento exigir uma mem ria de dados com capacidade de 300 bytes; a freq ncia de CLOCK dever ser calculada levando-se em conta que o programa ficar em um loop cont nuo com dura o total de 0,32 ms, e que nesse loop existir o 400 linhas de programa. Sabe-se que cada linha de programa executada num tempo que se encontra entre um e quatro ciclos de CLOCK. Dados dos microcontroladores pesquisados: Microcontrolador Mem ria de Programa (linhas de programa) Mem ria de Dados (bytes) M xima Freq ncia de CLOCK (MHz) Mem ria EEPROM (bytes) P Q R S T 10 K 1K 2K 512 2K 512 1K 64 256 512 1 20 5 10 5 2K 2K 1K 256 512 Qual microcontrolador atende a todos os requisitos do projeto? (A) P (B) Q (C) R (D) S (E) T QUEST O 19 No fluxograma abaixo s o descritos o programa principal e a rotina de tratamento de interrup o. Sabe-se que o microcontrolador que implementa este c digo possui: dois registradores que armazenam os valores presentes em suas entradas bin rias (A e B); um registrador de sa da (C); tr s registradores internos X, Y e W; um b it d e entrada (D), que aciona uma interrup o sempre que ocorre uma borda de subida no seu n vel l gico. Considere a estrutura interna descrita no esquema abaixo. O registrador C ter o valor hexadecimal FF armazenado em seu conte do sempre que (A) forem iguais os sinais nas entradas A e B. (B) forem diferentes os sinais nas entradas A e B. (C) ocorrer uma borda de subida em D, sendo A e B iguais. (D) ocorrer uma borda de subida em D, sendo A e B diferentes. (E) ocorrer uma borda de subida em D. 10 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 20 QUEST O 22 O algoritmo abaixo, escrito em forma de fluxograma, utilizado para gerar uma seq ncia de n meros. Considere que a vari vel N recebe um valor 5. O Tecn logo respons vel pela rea de manuten o de uma ind stria verificou que a partida do motor de indu o trif sico com rotor em gaiola produz, na rede de alimenta o, uma queda de tens o perturbadora. Considere o diagrama de for a do acionamento deste motor, mostrado na figura abaixo. Qual solu o pode ser adotada para diminuir esta perturba o? (A) Instala o de filtro de harm nicas. (B) Instala o de um banco de capacitores para corre o do fator de pot ncia. (C) Utiliza o de partida direta para o motor. (D) Utiliza o de partida estrela-tri ngulo para o motor. (E) Utiliza o de retificador trif sico com filtro capacitivo. Ap s a execu o da ltima opera o do programa, quais s o, respectivamente, o ltimo valor impresso e o ltimo armazenado na vari vel I ? (A) 0e1 (B) 24 e 5 (C) 24 e 6 (D) 120 e 5 (E) 120 e 6 QUEST O 21 QUEST O 23 O diagrama abaixo representa um sistema utilizado para o controle de velocidade do motor de corrente cont nua. Dados: Vaz o da bomba = 60 l/min Press o de trabalho = 100 kgf/cm2 rea do pist o do cilindro = 300 cm2 rea da haste do cilindro = 150 cm2 Circuitos em Ponte-H, em conjunto com o sinal modulado em PWM, s o utilizados para o acionamento de motores de corrente cont nua. PORQUE Curso do cilindro = 500 mm A velocidade e o sentido de rota o do motor de corrente cont nua podem ser controlados em malha fechada de forma eficiente, mesmo sem a adi o de um sensor de velocidade no motor. Considerando o sistema hidr ulico representado pela figura acima e os dados fornecidos, durante o avan o, qual a for a resultante, a velocidade e o tempo para atingir o curso total? (A) 30.000 kgf, 0,2 cm/min e 250 s (B) 30.000 kgf, 200 cm/min e 0,25 min (C) 30.000 kgf, 400 cm/min e 0,125 min (D) 15.000 kgf, 200 cm/min e 0,25 min (E) 15.000 kgf, 400 cm/min e 0,125 min Analisando essas afirma es, conclui-se que (A) as duas afirma es s o verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. (B) as duas afirma es s o verdadeiras, e a segunda n o justifica a primeira. (C) a primeira afirma o verdadeira, e a segunda falsa. (D) a primeira afirma o falsa, e a segunda verdadeira. (E) as duas afirma es s o falsas. 11 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 24 Uma pe a de grande porte, fabricada em a o carbono de baixa liga, colocada em um forno de tratamento t rmico para al vio de tens es de solda. At atingir a temperatura de 300 C, a taxa de aquecimento do forno n o necessita ser controlada. Ap s essa temperatura ser atingida, a taxa de aquecimento de 200 C por hora. Ao atingir a temperatura de tratamento t rmico, que de 700 oC, a pe a permanece nessa temperatura por 30 minutos e inicia, ent o, a opera o de resfriamento segundo as mesmas taxas de varia o da opera o de aquecimento. O processo requer uma toler ncia de 10% na leitura das temperaturas. A esse respeito, considere os seguintes sensores: Termopar tipo J, faixa de opera o de 0 oC a 750 oC, erro 2% Termopar tipo K, faixa de opera o de 0 oC a 1.250 oC, erro 2% Sensor tico infravermelho tipo 1, faixa de opera o de 300 oC a 2.000 oC, erro 2% Sensor tico infravermelho tipo 2, faixa de opera o de 500 oC a 2.500 oC, erro 2% Para a situa o apresentada, qual(is) dos sensores acima atende(m) necessidade do processo? (A) Todos os sensores (B) Termopar tipo K (C) Termopar tipo J (D) Infravermelho tipo 1 (E) Infravermelho tipo 2 QUEST O 25 O diagrama de for a e o de comando da instala o el trica de um sistema de partida de motores de corrente alternada, utilizando chave compensadora (partida por autotransformador) com deriva o (tap) em 80%, s o mostrados abaixo. Diagrama de for a Diagrama de comando Com base nos diagramas acima, tem-se: O momento de partida, que proporcional ao quadrado da tens o aplicada aos bornes do motor, reduzido para 0,64 do momento nominal durante a partida, e aumentado para o momento nominal ap s a partida do motor. PORQUE O sistema parte com a bobina do contator K1 energizada e as bobinas de K2 e K3 sem energia, e, ap s o tempo de partida, a bobina de K1 estar sem energia e as bobinas de K2 e K3 estar o energizadas. Analisando-se essas afirma es relativas aos diagramas apresentados, conclui-se que (A) as duas afirma es s o verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. (B) as duas afirma es s o verdadeiras, e a segunda n o justifica a primeira. (C) a primeira afirma o verdadeira, e a segunda falsa. (D) a primeira afirma o falsa, e a segunda verdadeira. (E) as duas afirma es s o falsas. 12 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 26 QUEST O 28 No sistema representado no diagrama abaixo, p, KP, KF e K s o positivos. Sabe-se que um motor de corrente cont nua pode ser representado por uma fun o de transfer ncia de primeira ordem quando se relaciona a velocidade W(s) de rota o de seu eixo com a tens o V(s) aplicada nos terminais de alimenta o. As figuras abaixo apresentam o Diagrama de Blocos do sistema de controle de velocidade do motor e o painel frontal do controlador projetado. Considerando as especifica es acima, esse sistema em malha fechada (A) pode tornar-se inst vel para algum valor de KP. (B) um sistema de primeira ordem. (C) um sistema de segunda ordem. (D) possui uma resposta subamortecida para determinados valores de KP, KF e K. (E) inst vel para qualquer valor ajustado em KP. QUEST O 27 Em uma Interface Homem-M quina (IHM) os gr ficos de tend ncia mostram, atrav s de sua imagem gr fica, como determinadas vari veis de processo mudam ao longo do tempo. Os dados mostrados podem ser obtidos em tempo real, sincronizados com o tempo de varredura do Controlador L gico Program vel (CLP), ou podem advir de um hist rico arquivado. Com base nessas informa es, considere as afirma es a seguir. I - Os dados mostrados na IHM podem ser utilizados na an lise de tend ncia do processo. II - As vari veis de processo podem ser arquivadas para garantir a conformidade com leis federais ou outras regulamenta es. III - Por meio da IHM o operador ter condi es de monitorar a efici ncia da produ o. IV - Por meio da IHM o operador ter condi es de alterar o tempo de varredura do CLP. NISE, N. Engenharia de Sistemas de Controle. S o Paulo: Editora LTC. 3a edi o. 2002. Nesse sistema em malha fechada, o erro estacion rio (A) ser eliminado com a adi o de um controlador integrador. S o corretas APENAS as afirma es (A) I e IV (B) II e IV (C) I, II e III (D) II, III e IV (E) I, II, III e IV (B) ser eliminado com a adi o de um controlador derivativo. (C) ser eliminado com o controlador que foi implementado. (D) aumentar quando o ganho KP aumentar. (E) aumentar quando for adicionado um controlador integrador. 13 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 29 No processo de tratamento de efluentes de uma unidade industrial, parte do programa aplicativo, representando a l gica de controle, est apresentado na figura abaixo. Os dispositivos de entrada (E0 at E4) s o, fisicamente, chaves que est o conectadas a um m dulo de entrada do Controlador L gico Program vel (CLP). As chaves (E1, E2 e E3) s o normalmente abertas e as chaves (E0 e E4), normalmente fechadas. Ao m dulo de sa da do CLP est conectada a bobina do contato auxiliar que liga a bomba el trica dosadora. Quais chaves devem ser acionadas para que a bomba dosadora seja ligada? (A) E1 e E2 (B) E2 e E3 (C) E3 e E4 (D) E0, E1 e E2 (E) E1, E2 e E3 QUEST O 30 Numa planta fabril automatizada, em que utilizado o padr o 4-20 mA para envio de informa es, ser implementada uma nova tecnologia de comunica o digital. Os seguintes requisitos devem ser cumpridos: solu o econ mica; agilidade e facilidade na migra o de tecnologias; utiliza o do cabeamento existente na planta; diagn stico e manuten o proativa; suporte t cnico oferecido pela maioria dos fornecedores de instrumenta o. Dentre as v rias tecnologias de redes industriais abaixo, a que atende a todos os requisitos apresentados a (A) Hart (B) DeviceNet (C) Profibus PA (D) Profibus DP (E) Foundation Fieldbus QUEST O 31 Uma das defini es de confiabilidade a probabilidade de que um sistema ir operar dentro de n veis predefinidos de desempenho por um per odo espec fico de tempo, quando submetido a determinadas condi es ambientais para as quais foi projetado . Qualquer sistema apresenta uma probabilidade de funcionamento que diminui com o tempo, e essa probabilidade normalmente avaliada pela figura de m rito - MTBF (Tempo M dio entre Falhas Mean Time Between Failures). O gr fico a seguir apresenta resultados que servir o para o estudo de confiabilidade de 3 sistemas autom ticos diferentes (1, 2 e 3). Analisando o gr fico, em rela o confiabilidade, conclui-se que (A) dentre todos os sistemas, o sistema 1, no intervalo de tempo de 0 a 2M, tem confiabilidade intermedi ria. (B) o sistema 2 tem maior confiabilidade, dentre os sistemas com tempo de utiliza o prevista em torno de M/2. (C) o sistema 2 o de maior confiabilidade, dentre os sistemas com tempo de vida muito longo (t >> M). (D) o sistema 2 o que apresenta a maior confiabilidade dentre todos os sistemas. (E) o sistema 2 apresenta taxa de confiabilidade constante. M = MTBF 14 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 32 QUEST O 33 A seguir s o apresentados alguns impactos da nova norma regulamentadora NR10 em atividades e tecnologias no contexto da automa o industrial. Estende a regulamenta o s atividades realizadas nas proximidades de instala es el tricas. Estabelece diretrizes b sicas para implementa o das medidas de controle e sistemas preventivos ao risco el trico. Cria prontu rio das instala es el tricas de forma a organizar todos os documentos das instala es e registros. Estabelece o relat rio t cnico das inspe es de conformidade das instala es el tricas. Para o ajuste de uma pe a de certo equipamento necess rio utilizar um instrumento que tenha resolu o menor ou igual a 1/16 de polegada. No laborat rio de metrologia de uma empresa, encontrou-se dispon vel um instrumento com certificado de calibra o em per odo de validade, que tem a seguinte escala: Adaptado da nova norma regulamentadora NR 10 Seguran a em Servi os e Instala es El tricas. Analisando-se os impactos apresentados, verifica-se que, no contexto da automa o industrial, os servi os mais afetados pela NR-10 foram: (A) combate a inc ndio e hospitalar. (B) instala es e projetos el tricos. (C) log stica e usinagem. (D) montagem e produ o. (E) opera o e manuten o mec nica. Chegou-se conclus o de que ele poder ser usado, pois a resolu o da escala do instrumento, em polegadas, (A) 1/8 (B) 1/16 (C) 1/32 (D) 1/64 (E) 1/128 QUEST O 34 Motivadas por quest es econ micas e ambientais, muitas empresas t m procurado melhorar seus processos utilizando novas tecnologias e metodologias. A empresa X analisa a viabilidade de substituir m quinas CNC convencionais por m quinas com controle inteligente (ICNC), de forma a aumentar a velocidade de produ o e a vida til de ferramentas. Pretende tamb m diminuir o custo de manuten o, diminuindo a quantidade de interven es do operador, al m de facilitar o trabalho de programa o. Considere o estudo detalhado, para 3 tipos de processos e 3 tipos de materiais, que foi realizado para compara o e an lise de redu o de tempos de processamento de pe as, mostrado na tabela a seguir. TEMPO DE PROCESSAMENTO x MATERIAL E PROCESSO Adicionalmente, a empresa analisa o poss vel impacto do repasse dos custos da energia el trica das fundi es de alum nio em seu suprimento desta mat ria-prima. Em termos econ micos, o efeito do aumento no custo da mat ria-prima alum nio inviabilizar sua utiliza o pela empresa. Com base nas informa es apresentadas, analise as afirma es a seguir. I - O processo do Tipo 3 o mais demorado de todos, independente da mat ria-prima e do tipo de m quina utilizada. II - Considerando somente os tempos de produ o, caso haja repasse dos custos do alum nio, a empresa dever priorizar o processamento da mat ria-prima a o. III - Sob todas as condi es apresentadas, a m quina ICNC tem melhor performance do que a CNC convencional, principalmente utilizando a mat ria-prima tit nio. (S o) correta(s) APENAS a(s) afirma o( es) (A) I (B) II (C) I e II (D) I e III (E) II e III 15 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 35 Tendo em vista o planejamento e a manuten o de c lulas de manufatura robotizadas, os rob s industriais devem ser selecionados em fun o de suas caracter sticas particulares, relacionadas s necessidades das atividades a serem por eles desenvolvidas. A esse respeito, considere as afirma es a seguir. I - Quando o espa o de trabalho reduzido, e as cargas n o necessitam de muita pot ncia para serem movimentadas, recomenda-se utilizar um rob com acionamento hidr ulico. II - Para movimentar cargas m dias, com grande necessidade de precis o de repetibilidade e flexibilidade de posicionamento, escolhe-se o acionamento pneum tico. III - Quando se tem grande necessidade de repetibilidade, cargas m dias e espa o reduzido, o acionamento escolhido deve ser do tipo servomotor AC. IV - Quando se tem necessidade de grande pot ncia e precis o de repetibilidade, o tipo de acionamento recomend vel o motor de passo. SOMENTE correto o que se afirma em (A) III (B) IV (C) I e II (D) I e IV (E) II e IV QUEST O 36 Na Automa o Industrial, tem-se uma infinidade de aplica es pr ticas de Modula o por Largura de Pulso (PWM), que envolvem desde o controle de pot ncia de m quinas el tricas de corrente cont nua e motores de passo, at fontes chaveadas. A Figura 1, a seguir, apresenta um circuito PWM, que pode ser utilizado no controle de velocidade de um motor DC, variando-se a largura do pulso gerado pelo circuito seq encial (CI 4093), por meio do potenci metro de 1 M . Figura 1 A Figura 2, (a) e (b), apresenta as formas de onda geradas pelo circuito PWM. Figura 2 Considerando-se que a pot ncia m dia m xima aplicada ao motor 15 W, quais as pot ncias m dias do motor, em watts, correspondentes s formas de ondas de 2(a) e 2(b), respectivamente? (A) 7,5 e 7,5 (B) 4 e 13 (C) 1,5 e 13,5 (D) 0,5 e 14,5 (E) 0,15 e 14,85 16 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 37 Num motor de indu o, a corrente alternada fornecida diretamente ao estator, ao passo que o rotor recebe a corrente por indu o, a partir do estator, como em um transformador. Analisando-se o funcionamento de um motor de indu o trif sico de dois p los, 60 Hz, observa-se que o rotor est girando na velocidade constante de 3.502 rpm, no mesmo sentido que o campo girante do estator, com uma pot ncia de entrada de 15,7 kW e uma corrente de terminal de 22,6 A. A resist ncia de enrolamento do estator de 0,20 /fase. Dados: 2 Pestator = 3I R (Pot ncia dissipada no enrolamento do estator) Pg = Pentrada - Pestator (Pot ncia dissipada no entreferro) ns = s= 120 polos f (Velocidade s ncrona do estator) p los ns - n ns Protor = s Pg (Escorregamento) (Pot ncia dissipada no rotor) Qual , aproximadamente, a pot ncia dissipada no rotor ? (A) 420 W (B) 820 W (C) 15 kW (D) 30 kW (E) 47 kW Co n t i nu a 17 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 38 DISCURSIVA O sistema de medi o de vaz o de um processo industrial pode ser representado pelo diagrama abaixo. Nesse sistema, a medi o de vaz o feita por um sensor que, a partir do circuito apresentado a seguir, gera uma corrente I entre 4 mA a 20 mA, proporcional vaz o no processo. Sabe-se que a vari vel vaz o (Q) est numa faixa entre 0 e 8 m3/s (range). A tens o sobre a resist ncia Rp (250 1%) filtrada e amplificada, sendo aplicada a uma placa de aquisi o de sinais, conforme esquema apresentado abaixo. Tem-se, ainda: Circuito do filtro Filtro e Amplificador Representa o do ganho de tens o em dB em fun o da freq ncia do circuito RC utilizado AVdB = 20 log (VS / VE) 18 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 Considerando essas informa es, resolva os itens a seguir. a) Apresente os c lculos para a determina o da vaz o Q no processo, quando a tens o VA em Rp igual a 2 V. (valor: 2,0 pontos) R C AS U HO N b) Determine o ganho total de tens o no circuito do amplificador/filtro (VB/VA) na freq ncia de 10 rad/s.(valor: 3,0 pontos) S RA C H UN O c) Apresente os c lculos para a determina o do n mero de bits de resolu o da placa de aquisi o de sinais, sabendo que a m xima amplitude de entrada do Conversor A/D da placa se encontra entre 0 e 10,24 V (range), com uma precis o de 20 m V. (valor: 3,0 pontos) S RA C H UN O d) Identifique e explique a freq ncia de amostragem em hertz (Hz) do sistema descrito, considerando que a largura de banda do sinal do sensor igual a 100 Hz, e que a escolha da freq ncia de amostragem do sistema de aquisi o de sinais deve ser feita de modo a obedecer ao Teorema da Amostragem de Nyquist-Shannon. (valor: 2,0 pontos) R C AS U HO N 19 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 39 DISCURSIVA Ap s in meros problemas de parada e manuten o em um sistema antigo de tratamento de efluentes, foi proposto equipe de manuten o que modernize e automatize esse sistema. O sistema composto por: tanques motores chaves fim de curso l mpadas de sinaliza o chaves de n vel v lvulas solen ide medidores de n vel medidores de press o v lvulas de controle proporcional Nessa automa o ser o utilizados os seguintes equipamentos: Controlador L gico Program vel (CLP) terminal de supervis o e controle a) A estrutura do sistema de automa o composta por blocos denominados: planta, processamento, entradas, sa das e interface homem-m quina (IHM). Com base nessas informa es, elabore um diagrama de blocos do sistema a ser implantado, denominando cada bloco, e inserindo em cada um os componentes e equipamentos mencionados. (valor: 5,0 pontos) O H N CU S A R 20 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 b) Uma parte do sistema automatizado, ilustrado na figura abaixo, controlado pelo CLP, utilizando uma rede do tipo barramento de campo com um protocolo do tipo mestre-escravo, para o acesso ao meio de comunica o. (valor: 5,0 pontos) Informa es enviadas pelo mestre para cada escravo: 6 caracteres de dados 4 caracteres de controle Informa es enviadas por cada escravo ao mestre: 10 caracteres de dados 4 caracteres de controle O CLP (mestre) varre ciclicamente 5 dispositivos (escravos) com resposta imediata. Sabe-se que a codifica o de caractere utiliza 16 bits e a taxa de transmiss o do barramento 480 kbits/s. Com base nas informa es, calcule o tempo total de ciclo de varredura do barramento de campo, realizado pelo CLP, e informe se esse tempo excede o tempo m ximo dispon vel pelo CLP para comunica o, que de 6 ms. R C AS U HO N 21 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUEST O 40 DISCURSIVA Oberve o circuito de controle digital para o sistema apresentado na figura abaixo, cuja fun o encher ou esvaziar um reservat rio industrial por meio de duas eletrov lvulas, sendo uma para entrada do l quido, e outra, para esvaziamento do reservat rio. As informa es fornecidas pelo sensor de n vel m ximo do tanque e pela chave C devem ser processadas pelo circuito de controle para atuar nas eletrov lvulas, de forma a encher totalmente o tanque (chave C na posi o encher) ou esvazi -lo totalmente (chave C na posi o esvaziar). Conven es: Sensor A: - presen a de l quido = n vel l gico 1 - aus ncia de l quido = n vel l gico 0 Chave C: - encher = n vel l gico 1 - esvaziar = n vel l gico 0 Eletrov lvulas E1 e E2: - abrir (deixar passar l quido) = n vel l gico 1 - fechar (bloquear passagem de l quido) = n vel l gico 0 a) Tendo por refer ncia as informa es acima, elabore a tabela da verdade ou de funcionamento do circuito de controle para o acionamento das eletrov lvulas E1 e E2, em fun o dos estados poss veis de C e A; (valor 2,5 pontos) R C AS U HO N b) represente o circuito l gico por meio de portas l gicas para o controle da eletrov lvula E1; RA CU S 22 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL HO N (valor 2,5 pontos)

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2008 c) represente o circuito l gico por meio de portas l gicas (sem simplifica es) para o controle da eletrov lvula E2; (valor 2,5 pontos) RA CU S HO N d) represente o circuito l gico m nimo para o controle da eletrov lvula E2. RA CU S (valor 2,5 pontos) HO N 23 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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2008 QUESTION RIO DE PERCEP O SOBRE A PROVA As quest es abaixo visam a levantar sua opini o sobre a qualidade e a adequa o da prova que voc acabou de realizar. Assinale as alternativas correspondentes sua opini o, nos espa os pr prios (parte inferior) do Cart o-Resposta. Agradecemos sua colabora o. QUEST O 1 QUEST O 6 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Forma o Geral? (A) Muito f cil. (B) F cil. (C) M dio. (D) Dif cil. (E) Muito dif cil. As informa es/instru es fornecidas para a resolu o das quest es foram suficientes para resolv -las? (A) Sim, at excessivas. (B) Sim, em todas elas. (C) Sim, na maioria delas. (D) Sim, somente em algumas. (E) N o, em nenhuma delas. QUEST O 2 QUEST O 7 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Componente Espec fico? (A) Muito f cil. (B) F cil. (C) M dio. (D) Dif cil. (E) Muito dif cil. Voc se deparou com alguma dificuldade ao responder prova. Qual? (A) Desconhecimento do conte do. (B) Forma diferente de abordagem do conte do. (C) Espa o insuficiente para responder s quest es. (D Falta de motiva o para fazer a prova. (E) N o tive qualquer tipo de dificuldade para responder prova. QUEST O 3 QUEST O 8 Considerando a extens o da prova, em rela o ao tempo total, voc considera que a prova foi: (A) muito longa. (B) longa. (C) adequada. (D) curta. (E) muito curta. Considerando apenas as quest es objetivas da prova, voc percebeu que: (A) n o estudou ainda a maioria desses conte dos. (B) estudou alguns desses conte dos, mas n o os aprendeu. (C) estudou a maioria desses conte dos, mas n o os aprendeu. (D) estudou e aprendeu muitos desses conte dos. (E) estudou e aprendeu todos esses conte dos. QUEST O 4 QUEST O 9 Os enunciados das quest es da prova na parte de Forma o Geral estavam claros e objetivos? (A) Sim, todos. (B) Sim, a maioria. (C) Apenas cerca da metade. (D) Poucos. (E) N o, nenhum. Qual foi o tempo gasto por voc para concluir a prova? (A) Menos de uma hora. (B) Entre uma e duas horas. (C) Entre duas e tr s horas. (D) Entre tr s e quatro horas. (E) Quatro horas e n o consegui terminar. QUEST O 5 Os enunciados das quest es da prova na parte de Componente Espec fico estavam claros e objetivos? (A) Sim, todos. (B) Sim, a maioria. (C) Apenas cerca da metade. (D) Poucos. (E) N o, nenhum. 24 TECNOLOGIA EM AUTOMA O INDUSTRIAL

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Enade 2008 Tecnologia em automa o industrial 1- C 2- E 3- D 4- A 5- D 6- B 7- D 8- C 9-Discursiva 10-Discursiva 11- A 12- E 13- C 14- C 15- A 16- D 17- D 18- E 19- C 20- E 21- C 22- D 23- E 24- B 25- C 26- B 27- C 28- A 29- D 30- A 31- B 32- B 33- C 34- D 35- A 36- E 37- A 38-Discursiva 39-Discursiva 40-Discursiva 09/11/2008

 

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