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 Enade Exame de 2006 - PROVAS - Comunicação Social

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FORMA O GERAL QUEST O 2 QUEST O 1 INDICADORES DE FRACASSO ESCOLAR NO BRASIL AT OS ANOS 90 DADOS DE 2002 Mais da metade (52%) dos que iniciavam n o conseguiam concluir o Ensino Fundamental na idade correta. J est em 60% a taxa dos que concluem o Ensino Fundamental na idade certa. Quando conseguiam, o tempo m dio era de 12 anos. Tempo m dio atual de 9,7 anos. Por isso n o iam para o Ensino M dio, iam direto para o mercado de trabalho. Ensino M dio 1 milh o de novos alunos por ano e idade m dia de ingresso caiu de 17 para 15, indicador indireto de que os concluintes do Fundamental est o indo para o M dio. A escolaridade m dia da for a de trabalho era de 5,3 anos. O tema que domina os fragmentos po ticos abaixo o mar. Identifique, entre eles, aquele que mais se aproxima do quadro de Pancetti. A Os homens e as mulheres adormecidos na praia A escolaridade m dia da for a de trabalho subiu para 6,4 anos. No Ensino M dio, o atendimento popula o na s rie correta (35%) era metade do observado em pa ses de desenvolvimento semelhante, como Argentina, Chile e M xico. Jos Pancetti No Ensino M dio, o atendimento popula o na s rie correta de 45%. que nuvens procuram agarrar? (MELO NETO, Jo o Cabral de. Marinha. Os melhores poemas. S o Paulo: Global, 1985. p. 14.) B Um barco singra o peito rosado do mar. A manh sacode as ondas e os coqueiros. (ESP NOLA, Adriano. Pesca. Beira-sol. Rio de Janeiro: TopBooks, 1997. p. 13.) (Dispon vel em http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0173/aberto/fala_exclusivo.pdf) C Na melancolia de teus olhos Eu sinto a noite se inclinar Observando os dados fornecidos no quadro, percebe-se E ou o as cantigas antigas Do mar. A um avan o nos ndices gerais da educa o no Pa s, gra as ao (MORAES, Vin cius de. Mar. Antologia po tica. 25 ed. Rio de Janeiro: Jos Olympio, 1984. p. 93.) investimento aplicado nas escolas. D E olhamos a ilha assinalada B um crescimento do Ensino M dio, com ndices superiores aos pelo gosto de abril que o mar trazia e galgamos nosso sono sobre a areia de pa ses com desenvolvimento semelhante. num barco s de vento e maresia. C um aumento da evas o escolar, devido necessidade de (SECCHIN, Ant nio Carlos. A ilha. Todos os ventos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. p. 148.) inser o profissional no mercado de trabalho. E As ondas v m deitar-se no estertor da praia larga... D um incremento do tempo m dio de forma o, sustentado pelo No vento a vir do mar ouvem-se avisos naufragados... ndice de aprova o no Ensino Fundamental. Cabe as coroadas de algas magras e de estrados... E uma melhoria na qualifica o da for a de trabalho, Gargantas engolindo grossos goles de gua amarga... incentivada pelo aumento da escolaridade m dia. (BUENO, Alexei. Maresia. Poesia reunida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003. p. 19.) 1 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 5 QUEST O 3 Samba do Approach Venha provar meu brunch Saiba que eu tenho approach Na hora do lunch Eu ando de ferryboat Eu tenho savoir-faire Meu temperamento light Minha casa hi-tech Toda hora rola um insight J fui f do Jethro Tull Hoje me amarro no Slash Minha vida agora cool Meu passado que foi trash (Jornal do Brasil, 3 ago. 2005). Tendo em vista a constru o da id ia de na o no Brasil, o argumento da personagem expressa A B C D E a afirma o da identidade regional. a fragiliza o do multiculturalismo global. o ressurgimento do fundamentalismo local. o esfacelamento da unidade do territ rio nacional. o fortalecimento do separatismo estadual. Fica ligada no link Que eu vou confessar, my love Depois do d cimo drink S um bom e velho engov Eu tirei o meu green card E fui pra Miami Beach Posso n o ser pop star Mas j sou um nouveau riche QUEST O 4 A forma o da consci ncia tica, baseada na promo o dos valores ticos, envolve a identifica o de alguns conceitos como: consci ncia moral , senso moral , ju zo de fato e ju zo de valor . A esse respeito, leia os quadros a seguir. Quadro I Situa o Eu tenho sex-appeal Saca s meu background Veloz como Damon Hill Tenaz como Fittipaldi N o dispenso um happy end Quero jogar no dream team De dia um macho man E de noite uma drag queen. Helena est na fila de um banco, quando, de repente, um indiv duo, atr s na fila, se sente mal. Devido experi ncia com seu marido card aco, tem a impress o de que o homem est tendo um enfarto. Em sua bolsa h uma cartela com medicamento que poderia evitar o perigo de acontecer o pior. Helena pensa: N o sou m dica devo ou n o devo medicar o doente? Caso n o seja problema card aco o que acho dif cil , ele poderia piorar? Piorando, algu m poder dizer que foi por minha causa uma curiosa que tem a pretens o de agir como m dica. Dou ou n o dou o rem dio? O que fazer? (Zeca Baleiro) I (POSSENTI, S rio. Revista L ngua. Ano I, n.3, 2006.) Quadro II Afirmativas II O estrangeirismo lexical v lido quando h incorpora o de informa o nova, que n o existia em portugu s. 1 O senso moral relaciona-se maneira como avaliamos nossa situa o e a de nossos semelhantes, nosso comportamento, a conduta e a a o de outras pessoas segundo id ias como as de justi a e injusti a, certo e errado. 2 A consci ncia moral refere-se a avalia es de conduta que nos levam a tomar decis es por n s mesmos, a agir em conformidade com elas e a responder por elas perante os outros. (SECCHIN, Antonio Carlos. Revista L ngua, Ano I, n.3, 2006.) III O problema do empr stimo ling stico n o se resolve com atitudes reacion rias, com estabelecer barreiras ou cord es de isolamento entrada de palavras e express es de outros idiomas. Resolve-se com o dinamismo cultural, com o g nio inventivo do povo. Povo que n o forja cultura dispensa-se de criar palavras com energia irradiadora e tem de conformar-se, queiram ou n o queiram os seus gram ticos, condi o de mero usu rio de cria es alheias. Qual afirmativa e respectiva raz o fazem uma associa o mais adequada com a situa o apresentada? (CUNHA, Celso. A l ngua portuguesa e a realidade brasileira. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1972.) IV Para cada palavra estrangeira que adotamos, deixa-se de criar ou desaparece uma j existente. A Afirmativa 1 porque o senso moral se manifesta como conseq ncia da consci ncia moral , que revela sentimentos associados s situa es da vida. B Afirmativa 1 porque o senso moral pressup e um ju zo de fato , que um ato normativo enunciador de normas segundo crit rios de correto e incorreto. C Afirmativa 1 porque o senso moral revela a indigna o diante de fatos que julgamos ter feito errado provocando sofrimento alheio. D Afirmativa 2 porque a consci ncia moral se manifesta na capacidade de deliberar diante de alternativas poss veis que s o avaliadas segundo valores ticos. E Afirmativa 2 porque a consci ncia moral indica um ju zo de valor que define o que as coisas s o, como s o e por que s o. (PILLA, da Heloisa. Os neologismos do portugu s e a face social da l ngua. Porto Alegre: AGE, 2002.) O Samba do Approach, de autoria do maranhense Zeca Baleiro, ironiza a mania brasileira de ter especial apego a palavras e a modismos estrangeiros. As assertivas que se confirmam na letra da m sica s o, apenas, A B C D E 2 COMUNICA O SOCIAL (...) Assim, nenhum verbo importado defectivo ou simplesmente irregular, e todos s o da primeira conjuga o e se conjugam como os verbos regulares da classe. I e II. I e III. II e III. II e IV. III e IV.

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QUEST O 6 A legisla o de tr nsito brasileira considera que o condutor de um ve culo est dirigindo alcoolizado quando o teor alco lico de seu sangue excede 0,6 grama de lcool por litro de sangue. O gr fico abaixo mostra o processo de absor o e elimina o do lcool quando um indiv duo bebe, em um curto espa o de tempo, de 1 a 4 latas de cerveja. Considere as afirmativas a seguir. O lcool absorvido pelo organismo muito mais lentamente do que eliminado. II Uma pessoa que v dirigir imediatamente ap s a ingest o da bebida pode consumir, no m ximo, duas latas de cerveja. III Se uma pessoa toma rapidamente quatro latas de cerveja, o lcool contido na bebida s completamente eliminado ap s se passarem cerca de 7 horas da ingest o. I Est ( o) correta(s) a(s) afirmativa(s) A B C D E I, apenas. I e II, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. I, II e III. QUEST O 7 A tabela abaixo mostra como se distribui o tipo de ocupa o dos jovens de 16 a 24 anos que trabalham em 5 Regi es Metropolitanas e no Distrito Federal. (Fonte: Conv nio DIEESE / Seade, MTE / FAT e conv nios regionais. PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego Elabora o: DIEESE) Nota: (1) A amostra n o comporta a desagrega o para esta categoria. Das regi es estudadas, aquela que apresenta o maior percentual de jovens sem carteira assinada, dentre os jovens que s o assalariados do setor privado, A B C D E Belo Horizonte. Distrito Federal. Recife. Salvador. S o Paulo. 3 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 8 Observe as composi es a seguir. QUEST O DE PONTUA O Todo mundo aceita que ao homem cabe pontuar a pr pria vida: que viva em ponto de exclama o (dizem: tem alma dionis aca); viva em ponto de interroga o (foi filosofia, ora poesia); viva equilibrando-se entre v rgulas e sem pontua o (na pol tica): o homem s n o aceita do homem que use a s pontua o fatal: que use, na frase que ele vive o inevit vel ponto final. (MELO NETO, Jo o Cabral de. Museu de tudo e depois. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.) (CAULUS. S d i quando eu respiro. Porto Alegre: L & PM, 2001.) Os dois textos acima relacionam a vida a sinais de pontua o, utilizando estes como met foras do comportamento do ser humano e das suas atitudes. A exata correspond ncia entre a estrofe da poesia e o quadro do texto Uma Biografia A a primeira estrofe e o quarto quadro. B a segunda estrofe e o terceiro quadro. C a segunda estrofe e o quarto quadro. D a segunda estrofe e o quinto quadro. E a terceira estrofe e o quinto quadro. 4 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 9 DISCURSIVA Sobre a implanta o de pol ticas afirmativas relacionadas ado o de sistemas de cotas por meio de Projetos de Lei em tramita o no Congresso Nacional, leia os dois textos a seguir. Texto I Representantes do Movimento Negro Socialista entregaram ontem no Congresso um manifesto contra a vota o dos projetos que prop em o estabelecimento de cotas para negros em Universidades Federais e a cria o do Estatuto de Igualdade Racial. As duas propostas est o prontas para serem votadas na C mara, mas o movimento quer que os projetos sejam retirados da pauta. (...) Entre os integrantes do movimento estava a professora titular de Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Yvonne Maggie. preciso fazer o debate. Por isso ter vindo aqui j foi um avan o , disse. (Folha de S.Paulo Cotidiano, 30 jun. 2006, com adapta o.) Texto II Desde a ltima quinta-feira, quando um grupo de intelectuais entregou ao Congresso Nacional um manifesto contr rio ado o de cotas raciais no Brasil, a pol mica foi reacesa. (...) O diretor executivo da Educa o e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro), frei David Raimundo dos Santos, acredita que hoje o quadro do pa s injusto com os negros e defende a ado o do sistema de cotas. (Ag ncia Estado-Brasil, 3 jul. 2006.) Ampliando ainda mais o debate sobre todas essas pol ticas afirmativas, h tamb m os que adotam a posi o de que o crit rio para cotas nas Universidades P blicas n o deva ser restritivo, mas que considere tamb m a condi o social dos candidatos ao ingresso. Analisando a pol mica sobre o sistema de cotas raciais , identifique, no atual debate social, a) um argumento coerente utilizado por aqueles que o criticam; b) um argumento coerente utilizado por aqueles que o defendem. +VGO C 1 2 3 4 5 6 7 8 +VGO D 1 2 3 4 5 6 7 8 5 COMUNICA O SOCIAL (valor: 5,0 pontos) (valor: 5,0 pontos)

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QUEST O 10 DISCURSIVA Leia com aten o os textos abaixo. Duas das feridas do Brasil de hoje, sobretudo nos grandes centros urbanos, s o a banalidade do crime e a viol ncia praticada no tr nsito. Ao se clamar por solu o, surge a pergunta: de quem a responsabilidade? S o cerca de 50 mil brasileiros assassinados a cada ano, Diante de uma trag dia urbana, qualquer rea o das pessoas diretamente envolvidas permitida. Podem sofrer, revoltar-se, chorar, n o fazer nada. Cabe a quem est de fora a atitude. Cabe sociedade perceber que o drama que naquela hora de tr s ou cinco fam lias , na verdade, de todos n s. E a n s n o reservado o direito da omiss o. N o podemos seguir vendo a vida dos nossos jovens escorrer pelas m os. N o podemos achar que evoluir aceitar crian as de 11 anos consumindo bebidas alco licas e, mais tarde, juntando esse h bito ao de dirigir, sem a menor no o de responsabilidade. (...) Queremos di logo com nossos meninos. Queremos campanhas que os alertem. Queremos leis que os protejam. Queremos mant -los no mundo para o qual os trouxemos. Queremos e precisamos ficar vivos para que eles fiquem vivos. n mero muito superior ao de civis mortos em pa ses atravessados por guerras. Por que se mata tanto? Por que os governantes n o se sensibilizam e s no discurso tratam a seguran a como prioridade? Por que recorrer a chav es como endurecer as leis, quando j existe legisla o contra a impunidade? Por que deixar tantos jovens morrerem, tantas m es chorarem a falta dos filhos? (O Globo Caderno Especial, 2 set. 2006.) (O Dia Caderno Especial, Rio de Janeiro, 10 set. 2006.) Com base nas id ias contidas nos textos acima, responda seguinte pergunta, fundamentando o seu ponto de vista com argumentos. Como o Brasil pode enfrentar a viol ncia social e a viol ncia no tr nsito? (valor: 10,0 pontos) Observa es: Seu texto deve ser dissertativo-argumentativo (n o deve, portanto, ser escrito em forma de poema ou de narra o). O seu ponto de vista deve estar apoiado em argumentos. Seu texto deve ser redigido na modalidade escrita padr o da L ngua Portuguesa. O texto deve ter entre 8 e 12 linhas. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 6 COMUNICA O SOCIAL

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COMPONENTE ESPEC FICO QUEST O 12 Segundo pesquisa realizada, 60% do conte do de uma QUEST O 11 mensagem sonora s o retidos por at tr s horas depois da sua H correntes do pensamento comunicacional que emiss o. Ap s tr s dias, restam, na mem ria, apenas 10% desse discorrem sobre a falta de imagem no r dio. Alguns te ricos conte do. A pesquisa aponta, tamb m, que, quando a mensagem consideram que essa falta de imagem seria compensada pela apenas visual, esses ndices sobem para 72% e 20%, imagina o visual do ouvinte. J para outros, a falta de imagem respectivamente. Mas, se a mensagem for audiovisual, ret m-se no r dio n o uma defici ncia e, sim, uma vantagem em rela o 85% do seu conte do at tr s horas ap s a sua recep o e, ao final de tr s dias, 65% ainda s o lembrados. A tabela a seguir a outros meios, pois a cegueira transforma-o em um meio resume essas informa es. poderoso de express o intelectual. fonte I tr s horas ap s tr s dias ap s ouvido 60% 10% visual olho 72% 20% audiovisual O recurso de adjetiva o imprescind vel para a compreens o rg o receptivo sonora Com rela o a esse assunto, julgue os itens a seguir. olho e ouvido 85% 65% da mensagem no texto radiof nico. II A linguagem radiof nica constitu da de quatro elementos: a (ROMO GIL, Maria Cristina. Introducci n al conocimiento y pr ctica de la radio. Cidade do M xico: Diana, 1987, com a d a p t a e s . ) palavra, a m sica, os efeitos sonoros e o sil ncio. III A cegueira , a qual o texto acima se refere, pr pria do r dio e constitui a chave da est tica de uma narrativa sonora Tendo o texto acima como refer ncia inicial, julgue os itens invis vel. seguintes, acerca da mensagem radiof nica. IV A aus ncia de imagens no r dio a chave de acesso ao mundo I interior do ouvinte, que faz conex o dos sons com sua Se n o atendidos os requisitos de clareza e precis o na mensagem radiof nica, os respectivos percentuais de experi ncia, podendo colocar em movimento seus devaneios. reten o acima referidos provavelmente seriam menores que V A falta da imagem e da escrita, que compromete o os apresentados. II A reten o de conte dos otimiza-se medida que sentidos e entendimento da mensagem no texto radiof nico, deve ser c digos contribuem com n veis de redund ncia. compensada por elementos sonoros para a compreens o da III A mensagem audiovisual tem mais chance de fixar conte dos referida mensagem. por mais tempo na mem ria do destinat rio do que a mensagem estruturada apenas no c digo sonoro. Est o certos apenas os itens Assinale a op o correta. A I, II e IV. B I, II e V. A #RGPCU WO KVGO GUV EGTVQ C I, III e V. B #RGPCU QU KVGPU + G ++ GUV Q EGTVQU C #RGPCU QU KVGPU + G +++ GUV Q EGTVQU D II, III e IV. D Apenas os itens II e III est o certos. E III, IV e V. E Todos os itens est o certos. 7 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 15 QUEST O 13 (SOUSA, Maur cio de, 2003.) A tira acima ilustra elementos do modelo do processo de comunica o proposto por Shannon e Weaver. Com base no referido modelo e com rela o tira, julgue os itens a seguir. (Dispon vel em http://canalkids.com.br.) Sobre a mesa, um computador traz o mundo para dentro I A voz do personagem Casc o um canal de comunica o. II O personagem Cebolinha desempenha o papel de receptor/destinat rio da mensagem. III A forma como o di logo entre Casc o e Cebolinha se desenvolveu indica que houve ru do no processo de comunica o, segundo o modelo de Shannon e Weaver. IV O modelo de Shannon e Weaver, ilustrado nessa tira, circular. V poss vel encontrar na tira os seguintes elementos do modelo de Shannon e Weaver: fonte, c digo, mensagem, canal, decodificador e receptor. de casa pela Internet, permite dialogar-se com pessoas em qualquer continente, telefonar para qualquer outro internauta via Skype (a telefonia gr tis com protocolo IP), acessar jornais, ouvir r dios, ver televis o, consultar revistas, jogar videogames com parceiros distantes, pesquisar qualquer assunto em s tios como o Google ou o Yahoo, que j re nem mais de 400 bilh es de p ginas de informa o. Em breve, tudo isso poder ser feito tamb m pelo celular, a qualquer hora, em qualquer lugar. (SIQUEIRA, Ethevaldo. Comunica es precisam de um novo modelo. In: O Estado de S.Paulo, 5/7/2005, com adapta es.) Est o certos apenas os itens A B C D E Considerando o texto e a figura acima, correto afirmar que a + G +++ + G +8 ++ G +++ II e V. IV e V. converg ncia de sistemas de comunica o e de tecnologias da informa o I QUEST O 14 informa o. A Vigil ncia Epidemiol gica e o Departamento de Servi os Municipais de Sa de detectaram que uma doen a tropical espalhou-se rapidamente na regi o Norte do pa s. A rea rural, inclu das as localidades onde n o h energia el trica, foi a mais atingida. II provoca, no curto prazo, o desaparecimento de m dias tradicionais. III implica desafios para os profissionais de comunica o com rela o aos padr es de produ o midi tica para meios convergentes. Considerando essa situa o hipot tica, o ve culo de comunica o mais adequado para alertar rapidamente o maior n mero de pessoas sobre os cuidados e a preven o relativos doen a mencionada A B C D E Assinale a op o correta. A Apenas um item est certo. B Apenas os itens I e II est o certos. Q r dio. o jornal. a televis o. a revista. o folheto. C Apenas os itens I e III est o certos. D Apenas os itens II e III est o certos. E Todos os itens est o certos. 8 COMUNICA O SOCIAL decorre de uma sociedade estruturada com base na

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QUEST O 18 QUEST O 16 Para dar significado a suas comunica es, as pessoas recorrem a signos, que se organizam em sistemas de signos. Este texto, por exemplo, constitu do por signos individuais as palavras , por sua vez, organizados em um sistema de signos, a l ngua. um texto codificado. O receptor vai entend -lo porque conhece o c digo. A semi tica ou semiologia a ci ncia que estuda os signos, os sistemas de signos e a cultura em que os signos existem. Quarenta anos depois da publica o de Apocal pticos e Integrados, de Umberto Eco, semelhante dicotomia se apresenta, desta vez, em rela o cibercultura. De um lado, os otimistas que acreditam nas inesgot veis possibilidades dos avan os tecnol gicos, inclusive, propiciando o surgimento de uma (SOUSA, Jorge Pedro. Elementos de teoria e pesquisa da comunica o e da m dia. Florian polis: Letras Contempor neas, 2004, p. 45, com adapta es.) tecnodemocracia . De outro, os pessimistas que profetizam que A partir do texto acima e das reflex es da semi tica acerca dos signos, assinale a op o correta. o absoluto caos digital est pr ximo. Considerando esse A os signos se restringem s palavras. B os signos e os sistemas de signos s o abertos a interpreta o. C h rela o vis vel entre significante e significado dos signos arbitr rios. D os c digos correspondem aos sistemas em que os signos se desorganizam. E o sentido se constr i, a despeito da decodifica o. contraponto, julgue os itens a seguir. I A antinomia tecnologia versus humanismo ultrapassa o tempo e os contextos, inclusive, quanto aos meios de QUEST O 17 comunica o. Texto I II A diverg ncia apontada acima est mais relacionada ao radicalismo dos otimistas e dos pessimistas que s novas tecnologias. III Ao longo do tempo, as tecnologias se sucedem, mas infere-se (Dispon vel em http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/manual_producao_p.htm.) do texto que permanece o conflito, quanto ao uso delas, entre Texto II o bem e o mal. Respeito privacidade e direito do p blico informa o podem s vezes se chocar. Em princ pio, o direito informa o deve prevalecer sempre que se tratar de assunto relevante e, em especial, quando envolver personagens p blicas. IV O desenrolar da espiral tecnol gica que tem agravado o conflito entre os Apocal pticos e os Integrados . (Manual de Reda o da Folha de S.Paulo.) Considerando o texto I tira e o texto II trecho de manual apresentados acima, assinale a op o correta. Est o certos apenas os itens A De acordo com o texto II, correta a a o dos paparazzi, ilustrada no texto I. B A solu o do conflito p blico-privado est contemplada no texto I. C Se o lugar ilustrado no texto I fosse um espa o privado, a a o dos paparazzi na tira seria incorreta, de acordo com o que se afirma no texto II. D O texto II permite concluir que fotos tiradas, mas n opublicadas, respeitam a privacidade do personagem p blico. E De acordo com o texto II, o direito a informa o pode ser mais importante que o respeito privacidade. A + G ++ B + G +++ C ++ G +++ D II e IV. E III e IV. 9 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 20 QUEST O 19 Texto I Texto I (Fonte: Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunica o. Dispon vel em www.intervozes.org.br/arquivos/TVDigital.pdf.) (Dispon vel em www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/colunas/gd200306.htm.) Texto II Texto II Dominando o mercado de TV, de US$ 3 bilh es, 6 redes Cada vez mais crian as e adolescentes americanos ouvem, v em ou l em v rias m dias ao mesmo tempo: escutam m sica e privadas nacionais, por meio de 138 grupos afiliados, controlam trocam mensagens pela Internet enquanto assistem televis o. 668 ve culos (TVs, r dios e jornais), instrumentos de poder Apesar de tanto acesso aos meios de comunica o, n o p ra de regional e nacional. cair o interesse dos jovens americanos por economia, pol tica ou (F rum Nacional pela Democratiza o da Comunica o.) temas internacionais veiculados pelos notici rios de jornal, TV, r dio ou Internet. N o mais que 6% deles teriam interesse pelos notici rios jornal sticos. No Brasil, levantamentos feitos pela Editora Abril e pela MTV constataram grande n mero de jovens confusos, bombardeados por informa es, demandando aux lio Tendo as informa es e os sentidos dos textos acima como refer ncia inicial, julgue os itens a seguir, a respeito dos meios de comunica o. para selecionar o que relevante. Tal sensa o tamb m vai I contaminando os adultos. (Folha de S.Paulo, 20/3/2006, com adapta es.) Com rela o ao texto I tira e ao texto II trecho retirado A concentra o dos meios de comunica o est relacionada a for as econ micas e pol ticas. II Conglomerados de comunica o s o conseq ncias da democracia. da Folha de S. Paulo , julgue os itens a seguir. III A concentra o da m dia no Brasil uma conseq ncia do I O texto I sugere que s o os meios de comunica o que confundem os jovens. II O texto II permite concluir que maior acesso informa o implica maior conhecimento. III Conclui-se do texto II que mais informa o resulta em maior que estabelece a Constitui o Federal em vigor. IV A domina o pressuposta dois textos sugere converg ncia de interesses das ind strias cultural e eletr nica. V O poder da m dia permite que se promova o terror pr ou capacita o para a cidadania. IV Os dois textos fazem refer ncia satura o informacional contra o poder institu do. proporcionada por novas tecnologias. Est o certos apenas os itens Assinale a op o correta. A Apenas o item I est certo. A I, II e III. B Apenas o item III est certo. B I, II e V. C Apenas o item IV est certo. C I, IV e V. D Apenas os itens II e IV est o certos. D II, III e IV. E Apenas os itens I, II e III est o certos. E III, IV e V. 10 COMUNICA O SOCIAL nos

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QUEST O 22 QUEST O 21 (Dispon vel em www.google.com.br/search?.) H cerca de 10 anos, Jo Groebel (Universidade de Utrecht, Holanda) n o deixou d vidas sobre a exist ncia de uma rela o entre a predomin ncia da viol ncia na programa o de TV e a tend ncia para a agressividade de jovens e adultos. Ele afirmava, baseado em mais de 20 anos de pesquisa, que a TV faz com que as pessoas pensem que a viol ncia normal e que, quanto mais desigual a estrutura da sociedade, maior o impacto da viol ncia mostrada na TV . (Observat rio da Imprensa, 22/8/2006, com adapta es.) Tendo esse texto como refer ncia inicial, julgue os itens que se seguem. I II III IV V O produto dos meios de comunica o determinante do comportamento humano. Se a TV faz que as pessoas pensem que a viol ncia normal, elas torna-se- o violentas. Uma sociedade estruturada em desigualdades mais vulner vel aos conte dos de viol ncia na TV. A viol ncia mostrada na m dia reflete simetricamente a viol ncia das ruas. A viol ncia normalmente mobiliza a aten o das pessoas, e isso influencia o espa o por ela ocupado nos meios de comunica o. I e II. I e IV. ++ G +++ III e V. IV e V. A B C D E $CKMQPWT Sputnik. /KT 5Q[W\ Proton. QUEST O 23 As inova es tecnol gicas permitiram modifica es nas t cnicas de comunica o. Nas ltimas d cadas, foram criadas novas possibilidades de difus o da informa o em uma escala sem precedentes. Essas mudan as refletiram-se nos grandes jornais di rios, que foram levados a reformular seus projetos editoriais e gr ficos. A adapta o a essa realidade objetivou, entre outros, I II III IV A B C D E 11 COMUNICA O SOCIAL Qual era o nome do sujeito viajante mencionado no texto acima, que se notabilizou por ser o primeiro sat lite artificial a circular em torno da Terra? tornar os jornais mais din micos e competitivos. dissociar os jornais de outras m dias digitais. atrair o p blico jovem, integrando a not cia ao seu cotidiano. responder s demandas do mercado de comunica o. Est o certos apenas os itens Est o certos apenas os itens A B C D E Em 4 de outubro de 1957, quando foi lan ado, ele era um prod gio t o grande que fez o presidente Kennedy admitir que os sovi ticos estavam ganhando da Am rica na corrida espacial. Era um sujeito viajante que consistia em uma esfera de apenas 50 cm, pesando somente 83,6 kg e tudo que transmitia era um bip que p de ser sintonizado por radioamadores, durante os seis meses que orbitou a Terra, at cair. Muito modesto, portanto, diante dos sat lites de comunica es de hoje, que pesam toneladas e t m a capacidade de transmitir, ao mesmo tempo, incont veis liga es telef nicas, jogos de futebol, shows e, sobretudo, informa es entre diversos pa ses. I e II. I e III. II e IV. I, III e IV. II, III e IV.

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QUEST O 24 QUEST O 26 A ind stria cultural consiste na reprodu o em s rie de elementos culturais, da arte e do entretenimento. Segundo Adorno e Horkheimer, o cinema, o r dio e as revistas constituem um sistema. Cada setor congruente em si mesmo, e todos o s o em conjunto . Para Adorno, a novidade que esta [ind stria cultural] oferece continuamente apenas a representa o, em formas sempre diferentes, de algo igual . A respeito da capta o e da edi o digital de produtos De acordo com o pensamento de Adorno e de Horkheimer expresso acima acerca da ind stria cultural, assinale a op o correta. II os custos financeiros de um produto audiovisual captado e A O mercado de massa imp e padroniza o e organiza o na produ o cultural. B Os produtos culturais possuem alta qualidade e fogem aos estere tipos. C A ind stria cultural n o exerce dom nio sobre o p blico. D A ind stria cultural n o apresenta novidade entre a reprodu o e a obra original. E O mercado de massa incorpora o novo e o diferencial de uma obra. audiovisuais, correto afirmar que I a tecnologia dispon vel atualmente n o permite que um produto captado em pel cula cinematogr fica seja editado digitalmente. editado digitalmente s o normalmente menores que os custos desse mesmo produto captado analogicamente. III a tecnologia digital trouxe mais agilidade, velocidade e recursos est ticos ao processo de edi o. IV a tecnologia digital favoreceu a converg ncia entre cinema, televis o e v deo. Est o certos apenas os itens A I e II. B II e III. QUEST O 25 C III e IV. D I, II e IV. E I, III e IV. Os s mbolos acima correspondem s categorias de Classifica o Indicativa do Minist rio da Justi a, para as divers es p blicas. Julgue, em cada item a seguir, a corre o do significado do s mbolo apresentado. I : QUEST O 27 A prop sito dos meios de comunica o no Brasil, assinale a op o correta. A Os canais de r dio e de televis o aberta (broadcasting) s o especialmente recomendado para crian as e adolescentes. concess es do Estado. B Para que um jornal possa circular legalmente, a empresa ou II a pessoa f sica respons vel pelo jornal necessita de : livre para todos os p blicos. autoriza o do Minist rio das Comunica es. III C A explora o dos canais de televis o a cabo n o depende de : censurado para menores de 18 anos. concess o do poder p blico. D A uma empresa que j seja propriet ria de meios impressos A B C D E de comunica o vedada a explora o de canais de r dio e Apenas o item I est certo. Apenas o item II est certo. Apenas o item III est certo. Apenas os itens I e II est o certos. Apenas os itens II e III est o certos. de televis o. E vedado s emissoras de r dio e de televis o serem ao mesmo tempo emissoras e produtoras de conte do. 12 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 28 QUEST O 31 A respeito do preconceito racial veiculado pelos meios de comunica o, analise as asser es a seguir. O preconceito racial veiculado pelos meios de comunica o n o ocorre de maneira ordenada e imut vel ao longo da hist ria porque o preconceito racial veiculado nesses meios posicional e relacional ao longo da hist ria, o lugar funcional dos oprimidos nos meios de comunica o tem sido ocupado por grupos distintos. Acerca dessa afirma o, assinale a op o correta. A As duas asser es s o verdadeiras, e a segunda uma justificativa correta da primeira. B As duas asser es s o proposi es verdadeiras, mas a segunda n o uma justificativa correta da primeira. C A primeira asser o uma proposi o verdadeira, e a segunda, falsa. D A primeira asser o uma proposi o falsa, e a segunda, verdadeira. E Tanto a primeira como a segunda asser es s o proposi es falsas. No Brasil, h cerca de tr s d cadas, os governos e as organiza es n o-governamentais (ONGs) t m contado com a parceria de roteiristas de novelas e de emissoras de TV nas campanhas p blicas, por meio da inser o, nos cap tulos, de personagens e mensagens motivadoras de mudan as de valores, atitudes e condutas. A essa modalidade de tratamento de problemas da realidade social, ou seja, por meio da fic o televisiva, tem-se dado o nome de empregados pela ind stria gr fica, assinale a op o correta, sabendo que se deseja impress o de alta qualidade e com alta A O nico sistema de cor que deve ser utilizado pela ind stria gr fica para se obter o resultado desejado, conforme a situa o apresentada, o RGB, em suas devidas propor es e combina es das cores prim rias red, green e blue. B A policromia o nico sistema empregado na ind stria gr fica que permite obter-se o resultado desejado, conforme de cores prim rias CMYK (cyan = ciano, magenta = magenta, yellow = amarelo, e black = preto). C O Pantone, que um sistema de cores especiais, o nico sistema de cor que permite obter-se o resultado desejado, Uma tecnologia que possibilita o acesso sem fio Internet por ondas de r dio, mediante um adaptador de rede PCI em banda larga, em locais p blicos, tais como aeroportos, hot is e caf s, por meio de hotspots (pontos de acesso), representada pela abreviatura Hi-Fi. Wi-Fi. AMPS. UHF. VHF. conforme a situa o apresentada. D Os sistemas RGB e CMYK devem ser empregados simultaneamente para serem alcan adas a qualidade e a fidelidade de cores desejadas para o trabalho de ind stria gr fica mencionado acima. E O sistema Pantone e o CMYK, quando utilizados alternadamente ou simultaneamente, permitem obter-se a qualidade e a fidelidade desejadas, conforme a situa o acima. 13 COMUNICA O SOCIAL gr fica. Com rela o a essa situa o e aos sistemas de cor a situa o apresentada. Nesse sistema, usa-se a combina o marketing social. mobiliza o social. merchandising social. publicidade institucional. publicidade de utilidade p blica. QUEST O 30 A B C D E acima, deva ser impressa utilizando-se recursos da ind stria fidelidade de cor. QUEST O 29 A B C D E Considere hipoteticamente que a bandeira nacional, ilustrada

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QUEST O 32 QUEST O 34 O Estatuto da Crian a e do Adolescente (ECA) determina, em seu art. 76, que as emissoras de r dio e televis o somente exibir o, no hor rio recomendado para o p blico infantil, programas com finalidades educativas, art sticas, culturais e informativas . Esse estatuto ainda prescreve, no par grafo nico do referido artigo, que nenhum espet culo ser apresentado ou anunciado sem aviso de sua classifica o, antes de sua transmiss o, apresenta o ou exibi o . Suponha, agora, que voc tenha sido convidado para ocupar o cargo de diretor de programa o de uma empresa e deva comparecer primeira reuni o de trabalho. Voc conhece a lei e pretende segui-la, mas, segundo o presidente da emissora, tais determina es n o sa ram do papel e nada aconteceu, at o momento, aos concorrentes que n o as seguiram . Entre as op es a seguir, assinale a que apresenta a solu o mais profissional a ser adotada nesse caso. A N o aceitar o cargo, pois prefer vel ficar desempregado a transgredir a lei. B N o aceitar o cargo, pois, j no primeiro contato, voc percebeu que o presidente da emissora irrespons vel. C Aceitar o cargo, pois a legisla o referida, na pr tica, virou letra morta. D Aceitar o cargo, pois os problemas com a fiscaliza o n o afetariam voc , mas, sim, o dono da emissora. E Aceitar o cargo, pois, no cargo de diretor de programa o, poss vel encontrar alternativas de conte dos adequados ao decoro para com a crian a e o jovem. QUEST O 33 Nas ltimas duas d cadas, o cidad o brasileiro tem contado, especialmente para a sua prote o, com o amparo de dois c digos: o C digo de Auto-Regulamenta o Publicit ria (CONAR), de 1980, e o C digo de Defesa do Consumidor (CDC), de 1990. Considerando os objetivos e as caracter sticas de cada um deles, julgue os itens a seguir. A elabora o do CONAR foi uma iniciativa n o-governamental e a do CDC, governamental. II O CONAR est mais focado na mensagem publicit ria; o CDC est focado tanto na mensagem quanto nos produtos, bens e servi os. III O CONAR um dispositivo de natureza mais tica que legal; o CDC um dispositivo mais legal que tico. IV O CONAR tem valor recomendat rio, n o amparando a es judiciais; o CDC estritamente um documento legal e, portanto, n o-recomendat rio. I Assinale a op o correta. A B C D E Christopher Reeve (1952-2004) estrelou por quatro vezes o super-her i Superman/Clark Kent e, possivelmente, o teria feito uma quinta, n o fosse uma queda que sofreu quando cavalgava e que o deixou tetrapl gico (1995). N o deixa de ser ir nico o destino do ator que encarnava o mito ol mpico ca do de Kripton. (Dispon vel em http://www.google.com.br). Texto II Ele usa um macac o azul colado ao corpo, com uma sunga vermelha por cima, uma capa da mesma cor e botas igualmente escarlate quase f ashion . Seu cabelo estrategicamente estruturado com muito gel e apresenta um curioso acabamento na testa: uma onda pega-rapaz pra l de d mod . Apesar do figurino duvidoso, que j dura 68 anos, Super-Homem ou Superman est de volta e vai fazer suspirar as mo oilas... At as mais modernas! Afinal, quem dispensa um salvador t o educado, galante, musculoso, alto, forte, altru sta e lindo! (Contigo, 13/7/2006, p. 82, com adapta es.) Os textos acima referem-se ao sucesso mercadol gico de uma superprodu o. Nesse contexto, correto afirmar que a cria o artificial de mitos, uma das f rmulas de ouro da ind stria cultural, consegue A B C D E Apenas o item I est certo. Apenas o item IV est certo. Apenas os itens II e III est o certos. Apenas os itens III e IV est o certos. Apenas os itens I, II e III est o certos. 14 COMUNICA O SOCIAL Texto I reduzir arqu tipos a estere tipos. reduzir estere tipos a arqu tipos. solucionar limites e frustra es humanas. nivelar o sublime realidade do cotidiano. reproduzir com fidelidade a mesma estrutura dos mitos primordiais.

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ATEN O Aten o: Para responder as quest es discursivas que se seguem, voc dever tomar como base as compet ncias e habilidades espec ficas de seu curso.

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QUEST O 35 DISCURSIVA Um prov rbio muito antigo diz que uma imagem vale mais que mil palavras . Vale? A escritora, jornalista e artista pl stica Marina Colasanti responde sem titubear: n o vale . Afinal, diz, at para louvar a imagem foi preciso fazer uma frase . Paternostro afirma que preciso respeitar a for a da informa o visual e descobrir como uni-la palavra, porque a TV funciona a partir da rela o texto/imagem . Considerando os argumentos contidos no texto acima, redija um texto acerca das rela es adequadas entre texto e imagem na elabora o de produtos midi ticos. Apresente um exemplo dessa rela o aplicada ao seu curso. (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 QUEST O 36 DISCURSIVA Pedro propriet rio de uma ind stria de resist ncias para chuveiros el tricos. Suas vendas come aram a cair depois que os consumidores passaram a economizar energia em virtude do racionamento de energia el trica decretado pelo governo. Ele pretende montar uma a o de comunica o para aumentar as suas vendas. Voc foi contratado para desenvolver uma solu o de comunica o compat vel com essa demanda. Levando em conta o seu curso e a situa o acima apresentada, redija um projeto de comunica o que contemple: planejamento, escolha da m dia, defini o de p blico-alvo e resultados esperados. (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 37 DISCURSIVA Em meados do s culo passado, a inven o do microchip deu in cio revolu o tecnol gica e da informa o. Grandes transforma es est o presentes na sociedade, na economia, na automa o industrial e no campo das ci ncias (nanotecnologia, engenharia gen tica e rob tica) e, principalmente, nas telecomunica es. A era digital trouxe autonomia, dom nio e velocidade nessas reas. Considerando o texto acima, redija um texto argumentativo que aborde as necessidades de adapta o dos profissionais de m dia em face de cen rios e produtos surpreendentes e at mutantes. (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 QUEST O 38 DISCURSIVA A fic o e o document rio, como g neros discursivos, est o presentes em diferentes meios e suportes de comunica o. Escolha um dos meios/suportes a seguir: jornal, revista, televis o, r dio, s tio na Web e cd-room, e redija um texto dissertativo sobre a presen a desses g neros no meio escolhido. Em seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos: conceitos, exemplos e possibilidades de hibridismo desses g neros. (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 17 COMUNICA O SOCIAL

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QUEST O 39 DISCURSIVA Profissionais de comunica o, v em-se com freq ncia, diante de dilemas ticos, tais como no caso em que um editor decida publicar a transcri o de conte dos de grava es telef nicas que incriminem uma autoridade p blica, mesmo sabendo que essas grava es constituem segredo de justi a. Levando em conta a sua forma o profissional no campo da Comunica o Social, redija um texto argumentativo, posicionando-se acerca da seguinte assertiva. A tica utilitarista justifica os meios quando os fins s o expressos por usufrutos coletivos. (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 QUEST O 40 DISCURSIVA Como todos sabem, n o existe este tipo de coisa chamada net.radio, mas uma variedade de id ias e experi ncias em torno do som na Internet. (1. Encontro Internacional de Projetos Experimentais. Berlim, 1998.) Considerando a afirma o acima e as caracter sticas intr nsecas ao ve culo r dio, tais como instantaneidade, mobilidade, baixo custo de produ o e dos equipamentos e de recep o, e a n o-exig ncia de alfabetiza o digital para compreens o de suas mensagens, redija um texto argumentativo respondendo, de forma justificada, seguinte quest o. Existe r dio na Internet? (valor: 10,0 pontos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 18 COMUNICA O SOCIAL

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QUESTION RIO DE PERCEP O SOBRE A PROVA As quest es abaixo visam levantar sua opini o sobre a qualidade QUEST O 45 e a adequa o da prova que voc acabou de realizar. Os enunciados das quest es da prova na parte de Componente Espec fico estavam claros e objetivos? Assinale as alternativas correspondentes sua opini o, nos espa os pr prios do Caderno de Respostas. A B C D E Agradecemos sua colabora o. QUEST O 41 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Forma o Geral? Sim, todos. Sim, a maioria. Apenas cerca da metade. Poucos. N o, nenhum. QUEST O 46 A Muito f cil. As informa es/instru es fornecidas para a resolu o das quest es foram suficientes para resolv -las? B F cil. C M dio. D Dif cil. E Muito dif cil. QUEST O 42 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Componente A B C D E Sim, at excessivas. Sim, em todas elas. Sim, na maioria delas. Sim, somente em algumas. N o, em nenhuma delas. Espec fico? QUEST O 47 A Muito f cil. Voc se deparou com alguma dificuldade ao responder prova. Qual? B F cil. C M dio. A B C D E D Dif cil. E Muito dif cil. QUEST O 43 Considerando a extens o da prova, em rela o ao tempo total, voc considera que a prova foi Desconhecimento do conte do. Forma diferente de abordagem do conte do. Espa o insuficiente para responder s quest es. Falta de motiva o para fazer a prova. N o tive qualquer tipo de dificuldade para responder prova. QUEST O 48 Considerando apenas as quest es objetivas da prova, voc percebeu que A muito longa. B longa. n o estudou ainda a maioria desses conte dos. estudou alguns desses conte dos, mas n o os aprendeu. estudou a maioria desses conte dos, mas n o os aprendeu estudou e aprendeu muitos desses conte dos. estudou e aprendeu todos esses conte dos. QUEST O 44 A B C D E Os enunciados das quest es da prova na parte de Forma o Geral QUEST O 49 estavam claros e objetivos? Qual foi o tempo gasto por voc para concluir a prova? A Sim, todos A B C D E C adequada. D curta. E muito curta. B Sim, a maioria. C Apenas cerca da metade. D Poucos. E N o, nenhum. 19 COMUNICA O SOCIAL Menos de uma hora. Entre uma e duas horas. Entre duas e tr s horas. Entre tr s e quatro horas. Quatro horas e n o consegui terminar.

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GABARITO DAS QUEST ES DE M LTIPLA ESCOLHA COMUNICA O SOCIAL 1 E 2 B 3 A 4 D 5 C 6 D 7 C 8 E 9 DISCURSIVA 10 DISCURSIVA 11 D 12 E 13 D 14 A 15 C 16 B E 17 18 B 19 C C 20 21 D 22 B 23 D 24 A 25 D 26 C 27 A 28 A 29 C 30 B 31 E 32 E 33 E 34 A 35 DISCURSIVA 36 DISCURSIVA 37 DISCURSIVA 38 DISCURSIVA 39 DISCURSIVA 40 DISCURSIVA

 

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