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Feridas

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emmanuelleviana
  
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FILMES DE POLIURETANO Os filmes transparentes podem ser usados tanto como cobertura prim ria quanto secund ria e tem uma vantagem sob os outros curativos: permite a visualiza o da ferida sem tir -la. uma cobertura est ril, com espessura de cerca 0,2mm, possui permeabilidade de gases como O2 e CO2 e vapor de gua e imperme vel a l quidos e bact rias. Constitu do de adesivo acr lico, adere apenas na pele ntegra e n o na superf cie mida, o que permite maior tranq ilidade para tir -lo. O filme tamb m indicado para pacientes acamados que n o tem escaras pois o filme ajuda a proteger a pele que fica em contato com o colch o. Fun o: reduzir a dor e promover a epiteliza o das feridas. Contra-indica o: feridas infectadas, exsudativas e a presen a de sinus. Troca: quando houver ac mulo de exsudato ou descolamento do produto HIDROCOL IDES: Est ril, composto por espuma ou filme de poliuretano na parte externa unido mais comumente a carboximetilcelulose, gelatina e pectina. O hidrocol ide interage com o exsudato formando um gel que cria um meio mido na ferida, o que estimula a s ntese do col geno e acelera o crescimento e a migra o das c lulas epiteliais. Esse gel evita a ader ncia ferida o que alivia a dor. Por conta da camada imperme vel gua e gases tem-se um isolamento t rmico e meio hip xico, estimulando a angiog nese. A inibi o do crescimento bacteriano potencializada pelo microambiente cido promovido pela oclus o com este pol mero. O meio mido desencadeia a a o das enzimas que liquefaz o tecido necr tico, atuando na limpeza e desbridamento autol tico. Deve ser indicado para quaisquer feridas com volume pequeno ou moderado de exsuda o. N o se recomenda a utiliza o dos hidrocol ides tradicionais em ferida clinicamente infectada. CARV O ATIVADO Cobertura est ril, composta de tecido de carv o ativado impregnado com prata, envolvido externamente por inv lucro de n o-tecido poroso feito de fibras de nylon, selado em toda sua extens o. produzido pela carboniza o de rayon de viscose. Possui um sistema de poros no tecido capaz de reter bact rias, que s o inativadas pela a o da prata, diminuindo a contagem bacteriana e, consequentemente odores desagrad veis. u ma cobertura prim ria e requer cobertura secund ria, sendo usualmente com gazes, que deve ser trocada diariamente ou mais de uma vez ao dia, por m o carv o dever ser trocado assim que atingir o ponto de satura o. indicado para feridas infectadas ou n o, deisc ncias cir rgicas, lceras vasculog nicas, feridas f ngicas, neopl sicas, lceras por press o e aquelas com drenagem de exsudato moderado ou abundante. contra indicado em feridas secas e recobertas por escara. Em les es com pouco exsudato, o carv o ativado pode aderir e causar sangramento durante sua remo o, principalmente nas reas com tecido de granula o. N o deve ser cortado, pois tem risco de dispers o de part culas de carbono no leito da ferida que atuar o como corpos estranhos. ALGINATO Os alginatos s o polissacar deos derivados do cido alg nico, que por sua vez obtido principalmente, de algas marinhas da esp cieLaminaria. utilizado h algumas d cadas devido a suas propriedades hemost ticas. Esse gel n o aderente ferida. A gera o de on livre de c lcio amplifica a cascata de coagula o conferindo propriedade hemost tica. indicado para feridas exsudativas, uma vez que o exsudato necess rio para transformar o alginato em gel. Tamb m s o utilizados para o tratamento de feridas de espessura total, como deisc ncia de ferida cir rgica, lceras, etc. de f cil aplica o, tem duas apresenta es, em placa ou fita. Pode ser repartido para se moldar ao tamanho da ferida, por m deve ser bem avaliado quanto sua indica o por ter custo elevado. classificado como cobertura prim ria, sendo necess ria uma cobertura secund ria. O alginato precisa ser trocado apenas quando estiver bem saturado. O gel emite um odor forte e tem apar ncia purulenta que n o deve ser confundido com infec o

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